Que tipo de cultura de massa é essa?

Meu próximo post (que já está pronto) ia ser sobre um tuíte merda sobre como Naruto tem boa representação de certos personagens em relação a Dragon Ball, mas eu passei esse aqui na frente por causa de outro tuíte merda que um passarinho (bochechudo) me mostrou: Continue lendo


Análise: Coringa

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Eu tenho um problema muito sério com essa mania que a modernidade trouxe de humanização do vilão no intuito de capitalizar em cima de um personagem que é muitas vezes mais popular do que o próprio protagonista. Em teorias narrativas mais clássicas, a existência de um vilão é justamente uma alegoria de personificação de tudo o que há de ruim e de exemplos negativos para o seu público justamente se afastar desse chamado “mau caminho”. Mais clássico do que a Bíblia — com seus antagonistas — nesse aspecto, não há. Continue lendo


Extra! Extra! Joguinhos ficarão baratos e os problemas do Brasil acabaram!

O Brasil tem uma mania muito interessante de querer envolver o governo em absolutamente qualquer banalidade possível — apesar de ser cada vez mais presente o clamor popular por um Estado de menor intervenção no cotidiano do cidadão. Pois bem, nossa história de hoje, como muitas outras da contemporaneidade política brasileira, começa no Twitter: Continue lendo


Análise: My Hero Academia — 2 Heróis

Estamos no país da mamata, onde o presidente avisa sem nenhum escrúpulo que vai cometer nepotismo ao indicar a própria prole em cargos públicos e usar veículos de transporte oficiais do governo para transportar a família em compromissos particulares. Dessa maneira, acabei aceitando o humilde convite da kanojo para participar de uma sessão especial para a imprensa que a Sato Company promoveu no intuito de divulgar o My Hero Academia O Filme: 2 Heróis. Continue lendo


Análise: Vingadores — Ultimato

O artigo a seguir só tem imagens feias porque não existem prints bons ainda. Aliás, foda-se você com esse choro escroto contra spoilers. De verdade. 

A base da Dialética Erística de Schopenhauer estabelece que uma refutação pode se dar de duas formas. Uma é a indireta, sobre a conclusão, quando há um desvio pela incoerência dos argumentos brutos, abrindo margem para questionamentos. A primeira é diretamente sobre a tese. Quando a premissa é errada, não importa o malabarismo argumentativo para se chegar à conclusão, ela inevitavelmente também será errada. Vingadores: Ultimato é exatamente esse segundo caso. Continue lendo


PonyAwards 2018

Olha só! Após um togashístico hiato que durou quatro anos, estamos de volta com a menos prestigiada e mais atrasada pseudo-premiação otaquística da internet! Chegou aquele momento em que o Horny Pony começa a soltar o verbo sobre o que foi de melhor (ou nem tanto) na animação japonesa no ano que se passou.

Nesta edição, a comissão do Pônei é composta por integrantes totalmente novos! Apresento-lhes a Karol Facaia, que é colaboradora de longa data do Portal Genkidama, do finado Gyabbo e de outros >>importantes<< veículos de comunicação da esfera dos otacos sujos e nojentos. Também trouxemos o Caio Catarino, apresentador do Anime Station da Rádio Geek. Dessa forma, convido os três leitores desse meu blog a prestigiarem o trabalho de ambos em suas respectivas plataformas!

Sem mais delongas, as regras continuam: animações japonesas que foram exibidas durante as 4 temporadas de 2018. Podem ser contabilizadas animações que começaram em 2017 e terminaram em 2017, bem como animes que tiveram uma nova temporada apenas neste ano, depois de uma pausa. Continue lendo


Os Live Action ocidentais e a desvalorização da animação

Ou: Como os Live Action são conceitualmente errados e os reclamões a respeito deles conseguem estar mais errados ainda.

Um bom naco desse texto eu já tinha concebido anteriormente em outra versão, quando o longínquo e flopado Live Action da parte 4 de JoJo foi anunciado nos idos de 2016. Na época eu não levei muito a sério, mas depois eu vi que era para valer, com elenco e diretor confirmados. Naquele momento eu já torci o nariz. Não é por JoJo ou por ser a parte quatro, que eu considero uma merda, mas pelo conceito de Live Action em si. Continue lendo