[DIRECTOR’S CUT] Ponyawards 2011

Pra começar o ano, vou fazer esse post ligado um pouco ao ano anterior, como se fosse uma ressaca. Apenas mostrarei alguns pensamentos que passaram pela minha mente enquanto ia montando o PonyAwards desse ano. Antes, gostaria de pedir desculpas ao Adam por não colocá-lo no Ponyawards, mas foi culpa do Mizuiro que não me deu respostas afirmando ou negando a participação do mesmo. Ele agora está sendo processado.

Primeiro, analisaremos as escolhas quanto à animação. Esqueci-me de colocar Un-Go nas menções honrosas, mesmo tendo citado a série no próprio texto. Mas mesmo Un-Go teve um problema. Convenhamos, o design do Shiunjuurou (personagem principal) é simplesmente horrível. Parece que uma vaca lambeu o cabelo do Seto Kaiba e ficou assim. Esse character design horrível fez o meu nariz torcer quando o vi pela primeira vez, ainda naqueles charts com a sinopse dos animes da temporada. E o Mikaelzo entrou em contradição. Se a animação peca um pouco, por que escolheu Tiger & Bunny? Supostamente não deveria ser escolhida a melhor animação?

O segundo quesito foi o de melhor enredo. Se eu tivesse esperado mais dois dias para postar o PonyAwards, eu teria mudado o meu texto e escolhido Un-Go como melhor enredo (mesmo C tendo um enredo melhor, mas preferi deixar esse quesito para o segundo colocado). O final de Un-Go foi fantástico. Com certeza, sentirei falta dessa série.

Depois do enredo, vem a de OST, nada de mais, o Mikaelzo dropou de responder mesmo. Eu deveria ter colocado o meme “Bitch, Please” como um ícone e com o texto “não fez merda nenhuma para OST”.

Eu deveria estar de bêbado ou não deveria estar bem quando coloquei a abertura de Gosick como uma menção especial. Não foi ruim, mas também não merecia tanto. Não sei o que me ocorreu, mas em compensação, o prêmio de melhor encerramento foi engraçado justamente por ser contraditório. Enquanto eu falava que o ano foi bom de endings, exatamente na linha de baixo você encontra o Mizuiro falando que o ano foi extremamente fraco deles. E é essa a graça dessa premiação. São várias opiniões diferentes que, no fim das contas, não sabem a mínima ideia do que estão falando.

Depois, talvez foi o momento que rendeu maior número de risadas, pelo menos para mim. Quem mais ficaria excitado com uma “máquina dimensional que envia e-mails para o passado”? Isso significa que o Mikael é tecnossexual? Ele fica com tesão para máquinas? Son, I Am Disappoint. O termo que talvez seria melhor empregado é “empolgante”, mas vai saber o que ele realmente quis dizer… Para melhor personagem feminino, o Mikael também chutou o balde e mostrou seu eu interior. Freud com certeza analisaria sua escolha como uma pedofilia querendo se mostrar, mas contida pelo medo de ser discriminado, então, Mikael procurou alguém de idade similar, mas cujo pensamento se restringe ao de uma garota de seis anos.

Aliás, não imaginei Guilty Crown como surpresa. Longe disso, achei que eu estava criando expectativas até demais nessa série, de acordo com o enredo (no fim, não foi decepção, mas esperava algo do nível de C). E mudaria minha surpresa. Un-Go me surpreendeu bem mais, afinal, a sinopse não havia me atraído, muito menos aquele horrível character design.

Pulando o Decepção para irmos direto ao “Troll do Ano”, eu gostaria de comentar uma coisa. Enquanto eu tentei evitar ao máximo descrever o motivo de meu trauma com No.6, Mikaelzo (sempre ele), vai lá e comenta na bucha o meu problema com o “manly kiss”. No. 6 foi uma armadilha. Apesar de tudo, eu ainda queria deixar uma coisa clara. Eu não sou contra homossexualismo ou qualquer coisa do tipo. Não fico com raiva quando aparecem casais de homens nas novelas da globo e não tentei cometer suicídio como forma de protesto aos casamentos gays. Acontece é que homossexualismo é uma coisa. Crianças homossexuais também são uma coisa, afinal, muitos casos já se manifestam desde cedo. Já colocar aquele beijo entre crianças é OUTRA COISA. O modo como foi mostrado não é uma tentativa de conscientização social em prol do homossexualismo. Foi mostrado de um jeito que exalta a doença dos japoneses com relação à Yaoi e perversão. Prontofaley.

Vou encerrar comentando a oração “[C] (…) cativou todos com quem conversei sobre, além de, conseguir sempre criticas positivas em todo canto que eu olhava.”. Sinceramente, acho que ele só conversou comigo, porque a maioria das análises que eu lia o consideravam medíocre, bem como pessoas reclamando de seu final (sem terem razão nenhuma, mas mesmo assim).

Acho que foi só isso que eu queria comentar. Nem vou revisar. Enquanto escrevo isso, fogos lá fora fazem minha cabeça latejar de dor, então, fiquem com essa bosta do jeito que está.

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5 respostas para “[DIRECTOR’S CUT] Ponyawards 2011

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