PonyAwards 2013

Chegou aquele momento em que o Horny Pony começa a soltar o verbo sobre o que foi de melhor (ou nem tanto) na animação japonesa no ano que se passou. Coincidentemente, lançamos no exato momento em que o Oscar rola nos Stazunidos, mas todo mundo sabe qual das duas é a premiação que vale.

Nesta edição, a comissão do Pônei é composta por Danny, o criador e admin da página de humor JoJo Manjão e a Pyon, que é cosplayer e trouxe junto seu namorado, El_Gandalf, para colaborar conosco.

Os critérios são os de sempre. Animações japonesas que foram exibidas durante as 4 temporadas de 2013. A única restrição são os animes considerados infinitos. Ao ser questionado sobre animes com temporadas alternadas, animes que foram finalizados em 2013, mas iniciados em 2012 ou coisa parecida, vem a resposta padrão do “Faça o que achar justo”.

Bem amigos, sem mais delongas, vamos ao vencedores!

Melhor Animação

Creissonino: Gin no Saji não é um primor, mas não demonstrou em nenhum momento uma aparência porca ou cenas que causam asco por estarem estranhas, mal desenhadas ou seja lá o como for. Talvez porque não é uma série com muita movimentação e que realmente exija uma produção primorosa, mas o pouco que foi feito acabou ficando muito bom. É bonita, colorida e eficaz. Embora as menções aí embaixo estejam em grande número, nenhuma outra série realmente me impressionou para figurar aqui.

Menções Honrosas: Aku no Hana (Só por tentar fazer algo diferente já ganhou alguns pontos, mesmo não saindo perfeito e com os haters odiando), Gatchaman Crowds, Robotic;Notes, Samurai Flamenco.

Danny: Esse anime foi a prova de que não importa o quanto o traço da obra seja horrível, uma vez que em outra mídia, seja ela qual for, não há nada que um bom estúdio não possa fazer. A animação de Shingeki no Kyojin é espetacular. Os personagens ganharam um vida que não existia no mangá. Ficou mais fácil de perceber o que os personagens sentiam no momento e as lutas ganharam mais ação do que tinham no mangá. TETÃS, pra mim o prêmio é de vocês e é bem merecido.

Menções Honrosas: Jojo’s Bizarre Adventure: Battle Tendency, Kill la Kill, Saint Onii-san, Gatchaman Crowds, Kuroko no Basket 2.

Pyon: Apesar de não entender muito sobre animação e tal, eu voto em Bakemonogatari: Second Season. O estúdio realmente faz um ótimo trabalho, em se tratando de monogatari.

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El_Gandalf: Dos mesmos criadores de Gurren Lagann e Panty Stocking, Kill la Kill tem um estilo de animação muito original, podendo parecer “simples” em alguns momentos do anime, porém, propositalmente. Já quando o anime pede uma animação rápida e bem detalhada, também não nos desaponta em nenhum momento. Ângulos de câmera marcantes e minuciosos. Velocidade da animação sempre constante e condizente com o enredo. Tem também Kyoukai no Kanata e Free!, mostrando o potencial da KyoAni que nunca desanima; e Shingeki no Kyojin que me impressionou. A animação do uso dos DMTs foi muito dinâmica – não economizaram em momento algum -, o movimento raramente ficava borrado e a câmera acompanhou todo o dinamismo do movimento.

Menções Honrosas: Shingeki no Kyojin, Kyoukai no Kanata, Free!

Melhor Enredo

Creissonino: Pode até ter começado no ano passado, mas foi justamente a segunda metade que foi ao ar no começo desse ano que empolgou. Enquanto as atenções estavam concentradas em Psycho-Pass, Robotic;Notes apresentou um enredo num passo firme e interessante, que ia empolgando cada vez mais em seu desenvolvimento. Acabei ganhando um anime bastante divertido, com personagens bem desenvolvidos e enredo que foi do bobinho ao intrigante.

Menções Honrosas: Kill la Kill, Gin no Saji.

Danny: Eu queria mesmo dar esse prêmio pra Jojo. Battle Tendency merecia, mas Gin no Saji leva o prêmio por ser diferente de tudo que eu já havia visto. Em tempos onde grande parte do temos se resume a Shounen, Hero Bullshit, lolis, peitos ou tudo isso junto, Gin no Saji chegou com algo totalmente diferente: Mostrar a vida de um garoto qualquer da cidade que vai para o interior e tem que se acostumar a um estilo de vida totalmente novo. Não é um anime em que você fica “OH MEU DEUS! QUE FODA! O QUE VAI ACONTECER EM SEGUIDA?!”, mas você se sente bem assistindo e isso te faz continuar. E sem dúvidas, esse prêmio vai não só pra Gin no Saji, mas para a Arakawa por ter criado essa obra tão bela..

Menções Honrosas: Jojo’s Bizarre Adventure: Battle Tendency, Saint Onii-san, Shingeki no Kyojin.

Pyon: Bakemonogatari Second Season. Monogatari ,para mim, é sempre o top quando lança. Acho que sou um pouco suspeita pra falar do anime por ser fã desde o a primeira temporada mas acredito que realmente é um anime que vale a pena! É cheio de moe, comédia e dramas emocionais bem fortes. Uma boa obra, de um modo geral.

Menções Honrosas: Shingeki no Kyojin.

El_Gandalf: Não esperava muito no começo de Log Horizon, já que queria ver algo relacionado a MMORPG, mas diferente de SAO. No fim, consegui. A história aborda muitos elementos que fazem todo o sentido quando seu mundo se torna o mundo de um MMO. Há muitas classes e subclasses como um MMO muito bom. Seus arcos de história com focos diferentes lhe dão uma satisfação enorme em seu fim, há vários personagens marcantes e cada um com seu papel fundamental para a história e, é um claro, uma pequena dose de fanservice, porque ninguém é de ferro. Em suma um anime que entrou para os melhores que já vi.

Menções Honrosas: Danganronpa (Danganronpa com todo seu mistério, julgamentos e desespero me impressionou, me fez criar teorias e não via a hora de conseguir desvendar algum caso), Kill la Kill (conseguiu criar um tipo de história que nem em meus devaneios mais viajados eu conseguiria criar, é diferente de tudo que já vi, é épico).

Melhor OST

Creissonino: Pokémon: The Origin mostrou competência em pegar as músicas do jogo e colocá-las dentro da minissérie nos momentos mais específicos e correspondentes possíveis. No Centro Pokémon, toca-se a música de Centro Pokémon. Nas batalhas, toca-se a música das batalhas. Na introdução, toca-se a música de introdução do jogo. Até o discurso inicial do Professor Carvalho para o “jogador” compartilha da trilha tocada no mesmo momento do jogo. E não dá para não abrir um sorrisão com isso.

Menções Honrosas: Gatchaman Crowds, Jojo’s Bizarre Adventure: Battle Tendency.

Danny: Eu não sou muito de prestar atenção em trilhas sonoras, mas das poucas que que eu notei esse ano, A segunda parte de Jojo’s Bizarre Adventure, Battle Tendency, teve a melhor de todas. Todo aquele dubstep aqui e ali deixando várias cenas emocionantes, aquela musica mais agitada quando Joseph aparecia com uma carta na manga, aquela musica mais sombria quando um mistério aparecia ou ainda o “AY AY AY AYYYYYYY” quando os Pillar Men davam as caras, tudo se alinhou para que Jojo levasse esse prêmio no final.

Menções Honrosas: Kill La Kill, Gatchaman Crowds (G-G-G-G-G-GATCHAMAAAAAAAAN!), Gifuu DouDou: Kanetsugu to Keiji

Pyon: Kill la Kill. Gosto de todas as músicas!

Menções Honrosas: Shingeki no Kyojin (Com músicas de Hiroyuki Sawano que fez um trabalho MUITO bom. As melhores músicas são The Reluctant Heroes e Atack on Titan.)

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El_Gandalf: Assim como sua animação, a OST de Shingeki no Kyojin é incrível. Ela te prende de um jeito que não dá pra acreditar. Emocionei-me, chorei, me animei, fiquei exaltado, assustado; e a música estava sempre lá do meu lado, incentivando todas essas sensações, raramente uma OST de anime me prende tanto assim.

Menções Honrosas: Kill la Kill (bem marcante e com temas ótimos e bem originais, foi um páreo duro com Shingeki no Kyojin), Log Horizon (também não fica para trás, sua OST é ótima e muito condizente com o anime)

Melhor Abertura

Creissonino: Sinto muito, JoJo. Sinto muito, Gatchaman. Apesar de vocês terem aberturas do caralho, o prêmio vai para Guren no Yumiya, de Shingeki no Kyojin. A música épica (que pega um sample da música de seleção de estágio do U.N. Squadron/Area 88 que, por sua vez, também serve de sample para a lendária Chocolate Rain) ilustra deliciosamente a atmosfera da série e a sequência animada é genialmente sincronizada e montada. Os memes derivados são só um bônus. A ironia é que a segunda abertura era esperada com tanta expectativa por causa dessa primeira. No fim, seria melhor terem continuado com Guren no Yumiya até o final. Clique aqui para ver a Opening.

Menções Honrosas: Aku no Hana (Aku no Hana), Bloody Stream (JoJo’s Bizarre Adventure: Battle Tendency), Crowds (Gatchaman Crowds).

Danny: Olha, eu sou tão suspeito quanto o Creissonino para falar de JoJo, mas o que já era bom com “Jojo~Sono Chi no Sadame” só melhorou em BLOODY STREAM. O ritmo combina perfeitamente com o clima de Battle Tendency com o trabalho que alterna entre CGs e silhuetas junto, sem falar daquele fundo digno de um ataque epiléptico. Espero que o belíssimo trabalho que fizeram nessa abertura se repita em Stardust Crusaders. Clique aqui para ver a Opening.

Menções Honrosas: Crowds (Gatchaman Crowds), The Other Self (Kuroko no Basket 2), Guren no Yumiya (Shingeki no Kyojin), The Sliders (Gifuu DouDou: Kanetsugu to Keiji)..

Pyon: Achei Watashi ga Motenai no wa Dō Kangaetemo Omaera ga Warui!, de Watamote, uma música tão boa que ainda está no meu celular ❤ Clique aqui para ver a Opening.

Menções Honrosas: Guren no Yumiya (Shingeki no Kyojin), Jiyu no Tsubasa (Shingeki no Kyojin), Never Say Never (Danganronpa).

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El_Gandalf:  WataMote! tem música e animação de abertura muito épicas, super rápidas e animadas. Você canta junto num fervor absurdo e dá uma animação enorme para assistir a série. Há um dinamismo e uma harmonia ótimas entre a música, Watashi ga Motenai no wa Dō Kangaetemo Omaera ga Warui!, e a animação. As demais aberturas mencionadas são todas músicas que não como não se animar e cantar junto. Clique aqui para ver a Opening.

Menções Honrosas: Guren no Yumiya (Shingeki no Kyojin), Dimension Tripper (Choujigen Game Neptune The Animation), Never Say Never (Danganronpa), Database feat. Takuma (10 Feet) (Man With a Mission), May I Help You (Servant X Service), ViVid (Blood Lad).

Melhor Encerramento

Creissonino: Gosto bastante da música, mas é em conjunto da animação que Gomen ne, Iiko ja Irarenai fica interessante. À primeira vista, o primeiro encerramento de Kill la Kill é apenas a Ryuko andando pela cidade fazendo coisas do cotidiano. Com um olhar mais atento, nota-se que todas as pessoas à volta dela são manequins, marionetes, como se elas estivessem sendo controladas, enquanto Ryuko é a única que não é rígida, tentando brigar contra esse sistema (Ok, frase de Che Guevara de boteco, mas deu pra entender). Além disso, o fato de ela estar com um uniforme comum e fazendo atividades do cotidiano só expressa a sua vontade de ser mais uma na multidão, embora ela mesma esteja fadada à vida e ao destino que lhe são reservados. Clique aqui para ver a Ending.

Menções Honrosas:Great Escape (Shingeki no Kyojin), Innocent Note (Gatchaman Crowds).

Danny: : Não há dúvidas quanto a esse. Hyōri Ittai do Yuzu, o encerramento do arco das Chimera Ants, de Hunter X Hunter, é simplesmente incrível. Quando você ouve começar, você não consegue sair até o encerramento acabar. Minha única crítica a ele é que ele sofre com o problema que nem aberturas, nem encerramentos escapam: os tão amados e odiados spoilers! Mas isso não diminui em nada o mérito dele. É tão perfeito quanto poderia ser. Clique aqui para ver a Ending

Menções Honrosas: Roundabout (Jojo’s Bizarre Adventure), Gekka ni Kawazu e Last Moment (Gifuu DouDou: Kanetsugu to Keiji), WALK (Kuroko no Basket 2).

Pyon: É impossível não sentir vontade de dançar com a música Splash Free, de Free xD Clique aqui para ver a Ending

Menções Honrosas: Great Escape (Shingeki no Kyojin).

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El_Gandalf: As animações da série Monogatari são todas ótimas, assim como suas diversas músicas cantadas pelas dubladoras do anime. Escolhi a Kimi no Shiranai como a melhor por ser animada, bonita e é aquele tipo de encerramento que não tem como pular. Ele te relaxa e te acalma após um episódio tenso cheio de drama e aventura. Clique aqui para ver a Ending

Menções Honrosas: Your song* (Log Horizon), Splash Free (Free!), Neputeyunu + Saga Shite (Choujigen Game Neptune The Animation).

Melhor Personagem Masculino

Creissonino: Ira Gamagoori não é essencialmente vilão. Ele não é essencialmente mau. É simplesmente alguém que vê na Satsuki o melhor para si e para todos à sua volta. O Tanker da Academia Honnouji é aquele tipo de personagem que o público acaba gostando por ser leal ao mesmo tempo em que não é um certinho cego e chato.

Menções Honrosas: Stroheim (JoJo’s Bizarre Adventure: Battle Tendency), Takao Kasuga (Aku no Hana), Jou Hibiki (Gatchaman Crowds), Shingo Hachiken (Gin no Saji), Armin (Shingeki no Kyojin), Aikurou Mikisugi (os mamilos brilhantes de Kill la Kill)

Danny: Eu sei, eu sei, com tantos milhares de personagens masculinos e figuras que tivemos como Joseph Joestar, Ira Gamagori, Jesus e Buda, por que dar o prêmio para Naoe Kanetsugu, de Gifuu Doudou?! Simples: Kanetsugu é o melhor conceito de um samurai que eu já vi. Ele tem todo um ideal de honra, orgulho e valores de um verdadeiro samurai desde quando nos é apresentado, além de demonstrar que nem sempre a força bruta é a melhor opção. Poucas vezes Kanetsugu teve de usar uma de suas armas, vencendo apenas usando da inteligência e um pouquinho de sua excentricidade. Isso tudo além de ser um personagem bastante carismático, que atrai não só a atenção do espectador, mas também dos outros personagens. Kanetsugu, esse prêmio é seu. Comemore porque em breve voltaremos a falar sobre o caminho da honra.

Menções Honrosas: Joseph Joestar (Jojo’s Bizarre Adventure), Maeda Keiji (Gifuu Doudou: Kanetsugu to Keiji), Jesus e Buda (Saint Onii-san), Teppei Kiyoshi (Kuroko no Basket 2).

Pyon: Koyomi Araragi, de Bakemonogatari é o melhor personagem que já passou pelo estúdio Shaft. O melhor personagem masculino em um anime de harém. Diferente de outros caras com harém ele não tem frescura e não tem vergonha de esconder o quão tarado é… Isso além do bom coração que todo mocinho precisa ter.

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El_Gandalf: Araragi é sem dúvida o melhor personagem principal para o estilo “harém”. Tem personalidade forte, sua voz é ótima e seu monólogo te prende de um jeito inimaginável. Você se emociona com ele, se anima e fica com raiva. É um personagem muito memorável.

Menções Honrosas: Shiroe (Log Horizon), Rei (Free), Aladdin (Magi), Staz (Blood Lad)

Melhor Personagem Feminino

Creissonino: A nova roupagem que Berg Katze recebeu em Gatchaman Crowds é foda. Ele não é um vilão desses com um plano engenhoso de dominar o mundo. Ele é simplesmente uma pura entidade destrutiva que está a fim de instaurar o caos. É raro esse tipo de atitude não dar certa como vilão. O meu único problema é se eu o colocava como Melhor Personagem Masculino ou Melhor Personagem Feminino.

Menções Honrosas: Mikasa (Shingeki no Kyojin), Hajime Ichinose (Gatchaman Growds), O.D. (Gatchaman Crowds), Sawa Nakamura (Aku no Hana), Mako Makanshoku (Kill la Kill).

Danny: Ah Kill la Kill, cheio de personagens marcantes, alguns divertidos, alguns irritantes, de todos tipos. E basicamente todos eles giram em torno dessa mulher. Satsuki Kiryun é a grande líder da Academia Honnouji e governa sobre tudo e todos com um punho de ferro. Uma mulher firme, fria e direta, mas também gentil e acolhedora com aqueles que acha dignos, respeitada por todos seja por medo ou por amor. Precisamos de mais mulheres assim nos animes! Mas não se preocupe Satsuki, você tem um lugar exclusivo no meu coração!

Pyon: De Watamote, Kuroki Tomoko é a representação da verdadeira otaku. Não tem como assistir esse anime e não se identificar com ela em vários aspectos.

Menções Honrosas: Hanekawa Tsubasa (Monogatari. Linda, sensual e com uma história que faz doer o coração de tão triste.).

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El_Gandalf: Com a Kuroki, houve certa identificação com muitos de seus problemas e suas reações foram demais. Raramente retratam a dificuldade de uma garota, como posso dizer, “otaka”, tem em tentar se relacionar com os outros. Ela conseguiu me emocionar e me fez rir descontroladamente (mesmo). Sua voz ficou perfeita, seus dramas, suas taras, suas ideias malucas, sem dúvida uma das melhores personagens de anime que já vi.

Menções Honrosas: Sengoku Nadeko (Monogatari Series 2nd Season), Tatenashi Sarashiki (Infinite Stratos 2), Neptune (Choujigen Game Neptune The Animation), Kuroneko (Ore no Imouto ga Konna ni Kawaii Wake ga Nai 2)

Surpresa do Ano

Creissonino: Certo, eu não me surpreendi com muita coisa em 2013. É que já estavam com um hype a mil quando a série foi lançada e por isso minha opinião pode até ser questionada, mas eu realmente me surpreendi com Shingeki no Kyojin. Sei lá, eu não esperava realmente gostar da série e acho que é por isso que ela entrou aqui como surpresa.

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Danny: Isso foi a minha surpresa! Nos tempos atuais, onde brincar com figuras religiosas é considerado motivo de apedrejamento, Saint Oniisan pega duas das figuras religiosas mais importantes do mundo e as joga numa comédia sobre dois estrangeiros de férias no Japão. E adivinha só? É engraçado! É bom! O filme segue o ritmo de um verdadeiro diário de viagem, mostrando os dois santos conhecendo e vivendo dentro de uma era contemporânea, além de também termos os momentos hilários. Afinal, nunca se sabe quando toda a água vai virar vinho ou a cabeça do seu amigo vai começar a brilhar. Não é sempre que vemos obras como essa por aí, então é sempre bom apreciarmos algo assim tão diferente.

Pyon: Free! foi melhor do que eu imaginava, e eu imaginei que ia ser um anime chato tipo K-on só que com rapazes sem camisa. Acabou que não foi bem assim, teve rapazes sem camisa? Teve. Teve fanservice exagerado? Teve. Teve aquele ar de bromance? Teve. Mas teve história e personagens bem carismáticos.

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El_Gandalf: Descobri Servant x Service ao ver uns vídeos promocionais no youtube antes de sua estreia. Parecia uma comédia interessante e bonitinha. Poderia ser um alívio cômico. Consegui muito mais que isso. Além de uma comédia muito boa, vieram umas pequenas lições de vida e personagens muitos bons e divertidos. Continua sendo apenas um anime casual, mas me impressionou muito mais que isso, como algo parecido com Nichijou: uma comédia ótima, mas com pequenas lições e dramas que não esqueceremos tão cedo.

Menções Honrosas: Blood Lad, Choujigen Game Neptune The Animation, Log Horizon, Kyoukai no Kanata, Infinite Stratos 2, Coppelion.

Decepção do Ano

Creissonino: Disparado, Hyakka Ryouran Samurai Bride. Não me levem a mal, apesar de não ser muito fã desse tipo de anime Fanservice, eu gosto muito da primeira temporada, Hyakka Ryouran Samurai Girls (não lembro nem o motivo de ter começado a assistir essa primeira temporada na época, mas ok, eu gostei do resultado). O problema é que Samurai Bride carece de enredo. Simplesmente não tem graça. De uns 12 episódios, só uns 5 são realmente de algum desenvolvimento. É, sei que é imbecil me decepcionar com esse tipo de série, mas eu não esperava que essa segunda temporada fosse tão ruim.

Menções (não tão) Honrosas: Os episódios 2 e 4 de Pokémon: The Origin, Hunter X Hunter: Phantom Rouge.

Danny: Sério mesmo? Botar uma menina de 9 anos pra cavar túmulos SÓ PORQUE A MÃE DELA CAVAVA TAMBÉM?! É assim que vocês querem me empurrar essa menininha moe?! E eu não quero nem saber do plot disso, eu dropei Sunday Without God no terceiro ou no segundo episódio! Até o anime das idols que lutam no ringue parece ser mais interessante.

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Pyon: Sou mulher e adoro ver animes com rapazes bonitos 😀 Mas nem eu aguentei Meganebu! , de tão ruim… Ainda preciso ver os últimos episódios, mas é algo que chega a ser torturante. Personagens fracos, bromance muito forte e desnecessário, animação muito confusa, OST fraca e enjoativa, opening e ending chaaaatas. Os caras são bonitos e usam óculos mas isso não foi suficiente pra salvar a obra.

Menções (não tão) Honrosas: Ore Imoutou ga konna ni kawaii wake ga nai(os irmãos se casam -.- e isso foi a gota d’agua. Se tiver uma terceira temporada nem farei questão de ver u.ú)

El_Gandalf: Freezing Vibration pareceu que ia ficar bem diferente da primeira temporada e mais fiel ao mangá, porém, o fanservice excessivo estava lá de novo e a animação continuou deixando a desejar. Não digo que foi um anime ruim, mas esperava bem mais desta continuação. Gostei do anime, mas podia ser melhor.

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Troll do Ano

Creissonino: Putz, que legal. É um retardado fantasiado que sai na rua tentando fazer justiça através de pequenos atos. Aí o enredo troca para um retardado que sai na rua e realmente começa a ser considerado um super-herói, com gadget e com direito até à Família Flamenco (tipo a bat-família) e a resolver crimes sérios. Depois, do nada, a série começa a apresentar ameaça de verdade com supervilões geneticamente modificados. Quando esse texto foi escrito, Samurai Flamenco era uma série de Sentai com robô gigante. Well, that escalated quickly. E ainda assim, tá foda.

Menções (não tão) Honrosas: O finalzinho de Pokémon: The Origin

Danny: Achei que Sekai de Ichiban Tsuyoku Naritai era um anime de família. D:

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Pyon: Ok, Samurai Flamenco realmente foi troll comigo, mas ainda acredito que de uma maneira boa. Assistindo a abertura eu imaginei “ok, vai ser tipo um Tiger & Bunny” então vou assistir e ver no que dá. Assisti uns 3 episódios e mudei minha opinião para ” é tipo um Kick Ass em anime só que com um personagem principal fofo e um policial lindão”. Até ai beleza, a história estava engraçada, com muita porrada, comédia, um dramazinho básico e eis que tudo muda numa questão de segundos O_O . Até então o anime era bem light e não tinha mortes mas isso muda e sem avisar, e quando acontece de alguém morrer e de forma violenta. O anime se transforma num super sentai com direito a megazords e tal. Ainda to tentando entender por que as coisas mudaram desse jeito mas não consegui chamar de anime ruim ainda.

El_Gandalf: Quando todos nós pensávamos que o romance de Kuroneko e Kyousuke em Ore no Imouto ga Konna ni Kawaii Wake ga Nai 2 estava indo bem e que as relações entre todos os personagens estavam boas, Kyousuke começa a ficar indeciso e confuso. De repente descobrimos que ele escolheu a rota que poderíamos dizer que é a menos esperada e ao mesmo tempo, a mais esperada, pois poucos acreditavam que ele poderia ficar com a irmã, ainda mais com Kuroneko e Ayase tão próximas dele. Foi um final bonitinho. Eu particularmente não gostei dele ter escolhido a Kirino, mas até aí vai de gosto, mas considerei um belo troll, não esperava nem um pouco que ele ficasse com a Kirino.

Anime do Ano

Creissonino: Em nenhum momento de 2013 houve algum que me fazia baixar o episódio na hora em que saía como foi em Gatchaman Crowds. E ao terminar de assistir, estufava o peito com uma sensação de realização própria. É bonito, é divertido, tem o fator retrô para ver se dá uma empurrada na promoção da série e tem uma liçãozinha de moral que na teoria é boboca, mas na prática acabou sendo muito bem desenvolvida. GATCHA!

Menções Honrosas: Gin no Saji, JoJo’s Bizarre Adventure: Battle Tendency, Kill la Kill.

Danny: Onde existe JoJo, para mim, a vitória é quase certa. Battle Tendency é simplesmente um dos melhores arcos de toda a série. É como se ele fechasse um ciclo, mas ao mesmo tempo, iniciasse outro grande ciclo que dura até hoje. Além disso, dubladores ótimos, trilha sonora bem trabalhada, uma adaptação fiel e digna do mangá original. Lembrando que ano que vem tudo tende a ficar melhor em Stardust Crusaders! Continue a ser tão fabuloso como sempre foi!

Menções Honrosas: Gin no Saji, Saint Oniisan, Kill la Kill.

Pyon: O anime realmente me surpreendeu em vários aspectos e continua me surpreendendo a cada episódio novo. As OSTs são ótimas, a história é simples mas foi colocada de um jeito muito bom com acontecimentos emocionantes, supresas e claro: comédia, muita comédia. Kill la Kill é cheio de referencias a filmes, animes, tokusatsus, doramas e tal. Mas são referencias colocadas de um jeito muito bom e que não transformam a obra num clichê estúpido.

Menções Honrosas: Bakemonogatari Second Season, Watashi ga Motenai no wa Dō Kangaetemo Omaera ga Warui!.

El_Gandalf: Por tudo que já falei anteriormente, Kill la Kill é um anime épico, cheio de ação, comédia, inúmeras referências a cultura pop, a diversos outros animes, doramas, filmes e muito mais. Uma história intrigante, diversoss personagens marcantes e com personalidades muito boas. Uma animação fantástica, músicas cheias de emoção, dramas fortes, muitas poses, muito fanservice, tudo do bom e do melhor que um anime poderia oferecer, além de fórmula e traços originais. Sem dúvida vai ser um dos melhores animes já produzidos.

Quem diria! É o terceiro ano nosso já!

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5 respostas para “PonyAwards 2013

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