[DIRECTOR’S CUT] Ponyawards 2014


Como de costume, o primeiro post posterior ao PonyAwards (que fecha o ano letivo do Horny Pony) é composto basicamente de comentários meus a respeito da organização da parada toda. De início, afirmo que esse ano quase não teve PonyAwards. É, eu fiquei os últimos 6 meses do ano sem ver anime algum, até que no começo de 2015 agora o Danny chegou pra mim perguntando se ia rolar ou não e eu acabei mudando de ideia. Para conseguir ter algum conteúdo sobre o qual dissertar, peguei a mania de assistir anime em modo Turbo, usando velocidade de 1,7x a 2,3x para perder menos tempo e conseguir ver séries inteirar numa única tarde, por exemplo.

Também testei um modelo estático novo, sendo fiquei mais tempo trabalhando em cima dele do que no post em si. Apesar disso, eu ainda não gostei muito do resultado final, mas houve alguns comentários positivos a respeito (o Danny comentou, inclusive que dava uma sensação de “patrocinado pela Crunchyroll”, então tá beleza).

Pois bem, eu queria comentar que logo na animação eu já me arrependo da minha escolha. Deveria ter dado o prêmio ao Capitão Harlock em vez de ter puxado o saco de Fate/Stay Night, que, convenhamos, é um belo porre. E nem é tão bonito quando foi o Fate/Zero, que premiei há uns anos. Captain Harlock, por outro lado, é do caralho. Nem parece que foi a Toei que animou.

Essa imagem aí eu me deparei quando procurava alguma screen bacana para ilustrar o Amagi Brilliant Park. É, eu queria usar na postagem, mas não consegui enquadrar direito, então fica aqui para registro. Eu ri, de tão absurda que é, mas vamos lá.

Em melhor enredo, eu caguei o pau também. Devia ter dado como prêmio de consolação à Noragami por não ter sido o Anime do Ano (era a minha escolha até assistir Zankyou no Terror), que merecia ter ganhado muito mais coisa do que realmente ganhou. E Danny, Deus tá vendo você chupinhar a piadinha do “Assim como eu e você”.

Nada a comentar sobre a trilha sonora, exceto que é a segunda vez que a franquia Persona ganha alguma coisa. Ela já recebeu o prêmio, se não me engano, na edição que premiava os animes de 2012 pelo nosso ilustre Kauê.

Sobre as openings, não tenho nenhum comentário a fazer também, mas só queria constar que eu odeio a opening atual de JoJo, a Sono Chi no Kyoku. Além de a música em si ser uma bagunça do caralho, a própria animação é claramente feita nas coxas. Eles nem se deram ao trabalho mínimo de fazer um modelinho em CG do Iggy pra não ficar tão destoado do resto da trupe. E o efeito Powerpoint da abertura é constante. Um horror.

Ah, sim. Eu lembrei. Queria comentar sobre a opening de Psycho-Pass. Enfim, como eu disse, peguei o hábito de ver anime em fast-foward. E a abertura de Psycho-Pass fica 2x melhor se você a assiste em 2x. É sério. Se a opening fosse nessa velocidade originalmente, ganharia o prêmio fácil. Recomento fazer isso no Youtube para conferir. Fica um troço freneticamente bacana.

Ah, sim. Aí vem o Danny comentando de “melhor anime de comédia”. Eu faço “pff” toda vez que alguém fala de “melhor anime de comédia” sem ser Excel Saga. O pouco que eu vi de Gintama não chega aos pés de Excel Saga. Que isso fique bem claro.

Sobre melhor encerramento, eu sinceramente queria que os três tivessem escolhido Walk Like an Egyptian. Sério. Aí daria pra fazer um mosaico na imagenzinha. E eu bem que podia ter escolhido o encerramento de Zankyou no Terror, mas como eu não entendi bulhufas daquilo lá, vai JoJo mesmo.

Personagem masculino eu devia ter botado Capitão Harlock. Isso é tudo. Feminino, eu me pergunto o motivo do Danny ter falado que o ano foi ruim de personagens femininos, mas botou uma caralhada de Menções Honrosas. Fuck Logic.E é o segundo ano que a Akane rebe o título de personagem feminina do ano. A primeira vez foi em 2012, se não me engano, também pelo Kauê. Eu lembrei depois, mas eu deveria ter botado ao menos uma menção honrosa pra protagonista do Nobunagun, que eu premiei como surpresa do ano. É, peguei sem querer porque baixei errado, atrás do Nobunaga The Fool, mas me deparei com um troço sem noção alguma, mas bem divertido. Não é um senhor roteiro, mas diverte um pouco.

Agora, uma colocação que eu queria fazer é que ninguém da comissão tem acesso aos textos um do outro. Eu só abro o “envelope”, digamos assim, quando eu vou revisar os textos dos amiguinhos e montar a postagem em si. Achei muito curioso que tanto o Danny quanto o JoJoRama comparam Parasyte às histórias em quadrinhos americanas. JoJo Rama botou isso em “Surpresa” e o Danny botou em “Personagem Masculino”. Só queria recuperar aqui que a citação ao Tsuna quando se refere ao mesmo “como um daqueles protagonistas que passam a série inteira enfiando o dedo no cu e ficam dizendo para si mesmos ‘Eu não quero lutar! Eu só queria uma vida normal! Eu não quero fazer isso!’” é absurdamente injusto. O Tsuna é deus perto do puto que é o Shinji Ikari.

Em compensação, eu quero colocar que o melhor quote da premiação é simplesmente “O Japão, sendo a terra amaldiçoada que é, com suas assombrações mais macabras do que em qualquer lugar do mundo, tem tanto material bom, mas os caras me tacam um armário que faz carne moída de gente e um prato feito de carne da vaca louca que faz som de salada sendo mastigada que deixa as pessoas com mais fome por carne da vaca louca que faz som de salada sendo mastigada”. Isso é arte. Simples e pura arte. É esse tipo de comentário que ilustra bem a essência do PonyAwards.

Passando, eu só queria comentar que Pupa, que é tanto o maior Troll quanto pior Anime, merece ser visto por todos só para terem noção do quão ruim isso é. Sério. É uma experiência fascinante, não pela qualidade, mas pela experiência de assistir mesmo. Indescritível. Quero também ressaltar o texto do JoJoRama que coloca o Bakumatsu Rock como o pior do ano. Esse também é um bom exemplo da pegada do que eu quero que seja o PonyAwards.

Aí chegamos ao fim. É válido ressaltar a força que o PonyAwards tem na indústria de anime e mangá por essas bandas, uma vez que, assim que Zankyou no Terror ganhou como melhor anime, o Netflix anunciou que irá lançar a série em seu serviço – e com dublagem – logo no dia seguinte. É claro que rolou também um pouco de jabá e tal, uma vez que lavamos as mãos deles quando demos o prêmio a Kinigts of Sidonia que foi justamente produzido por quem? Netflix.

E ao Danny, abaixa essa mão da punheta aí em cima do Parasyte. Na boa. Vai acontecer o que eu cunhei como “Efeito Guilty Crown” (o legal de fazer essa premiação há algum tempo já é que você observa algumas tendências). Você tá lambendo demais as bolas de alguma série ainda em exibição e vai se arrepender do final. Para mais detalhes, verificar o PonyAwards 2011, depois o 2012 e a minha análise sobre a série em si.

Enfim, acho que, por hoje é só. Algo muito curioso é que rolaram mais posts nesses 3 meses de 2015 do que em 2014 inteiro. E tenho que começar a organizar isso mais cedo. Nesse ritmo, a edição referente a 2015 só vai ser feita em julho de 2016.

Nota: Texto sem revisão.

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2 respostas para “[DIRECTOR’S CUT] Ponyawards 2014

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