Um review por parágrafo: Nintendo Wii

Esse post eu tive ideia depois de ver o vídeo do JoJo Rama mostrando a coleção dele. Aí pensei em algo parecido, só que no estilo Horny Pony: em texto e com 400% mais acidez.

Enfim, eu sempre comentei que eu extraí até a nata do meu Wii. Eu cheguei a jogar todo o tipo de merda no console. Isso era fácil porque eu tinha acabado de aprender a baixar os joguinhos e tinha acabado também de dar um upgrade na minha internet (naquela época uma internet de cinco mega era um negócio FODIDO). Atribua essas habilidades a um estudante de ensino médio que tinha absolutamente todas as tardes livres e vai dar um nerdão que ficava as tardes inteiras jogando.

A ideia do post é a seguinte: Vou pegar título por título que cheguei a jogar e fazer uma resenha rápida de um parágrafo por jogo. É claro que alguns deles eu já fiz uma análise mais completa, aí eu vou botar o link como referência. Para quem tiver interesse, eu consegui montar essa lista usando o Alvanista. É uma dessas redes sociais de gaems que acabei descobrindo e acabei achando bem interessante. E não, eu não tô recebendo pelo merchã, estou compartilhando por ter achado legal mesmo.

Astro Boy: The Videogame: Acho que é provavelmente o pior jogo do Wii. É sério. Um estagiário em programação faria um serviço melhor.  Jogabilidade truncada, inimigos burros, vidas ilimitadas e o caralho a quatro. É simplesmente horrível. Ele tenta ser uma espécie de Mega Man, mas passa MUITO longe disso. E você sabe que o jogo é ruim quando eu dei o jogo ao meu irmão, que na época não tinha lá um gosto muito apurado e era bem criança, viu que tinha alguma coisa errada logo na primeira jogada e o devolveu, falando que não queria mais jogar. É mais um título que caiu no clichê de que adaptações de filmes são ruins. Só que, nesse caso, imagina um jogo de um filme que já é uma bomba.

Avatar: The Last Airbender: Faz parte de uma trilogia, composta por Avatar: The Burning Earth e Avatar: Into Inferno, cada um representando um dos livros da série animada. Digo que eu gostei. É claro que não é um SENHOR jogo, mas o que interessa é que diverte, algo que é o mínimo que qualquer título deveria fazer. A grande graça aqui é a alternância entre os personagens principais e a utilização de suas habilidades em conjunto. Digo que algumas vezes era frustrante, mas, de um modo geral, deu para perder algumas horinhas nele.

Ben 10: Alien Force: Eu joguei e é um jogo medíocre, simplesmente. Digo, o jogo que vem a seguir na lista é divertido e minimamente acabado. Alien Force, não. Sabem quando pegam a engine de um jogo e fazem outro de qualquer jeito só porque o motor já estava pronto? Então, aqui é o caso. Nem dá para perder tempo criticando, afinal, os produtores, com razão, sabiam que o público-alvo não tinha voz ativa para reclamar mesmo.

Ben 10: Protector of the Earth: Por incrível que pareça, esse aqui diverte. E é muito claro qual deles teve algum acabamento quando se pega para testar um após o outro. A inteligência artificial, é claro, não é grande coisa, mas o visual dele não ofende. E os alienígenas desse são bem mais legais.

Bleach: Shattered Blade: É um jogo fácil e dá ao fã da série algumas horas de diversão, mas nem de longe se sustenta como um título lembrável de luta. Não sei a necessidade de chacoalhar tanto o controle e os especiais são muito pouco memoráveis, sem aquela pegada de “TOMA ESSE ESPECIAL, CARALHO”. Outro comentário que quero fazer é que tanto a dublagem quanto a trilha sonora vão ficar na cabeça do jogador. Não é necessariamente por serem boas ou ruins, mas por serem bregas. Como é um jogo exaustivamente repetitivo, o áudio acaba integrando uma espécie de lavagem cerebral e ele gruda no seu cérebro. Eu fiquei anos sem jogar e peguei o título recentemente para um simples teste rápido e é incrível como o cognitivo trouxe à tona todas as frases feitas. Tirando isso, os modelos do jogo são bonitos. E foi bom eu ter feito esse teste recente nele, porque é o tipo de jogo que os óculos de Nostalgia teriam falado mais alto.

Boom Blox: Uma das pérolas perdidas do console. É um jogo brilhante que consegue fazer o sensor de movimento algo crucial para a sua concepção, e não o que geralmente acontece, já que os títulos geralmente são concebidos primeiro e o sensor de movimento é encaixado nele de alguma forma. Ele facilmente faria sucesso de ganhasse uma versão para Smartphone. Deixa qualquer Angry Birds no chinelo, porque é quase o mesmo conceito, só que bem mais desenvolvido. Um dos últimos suspiros da EA, de quando ela ainda fazia jogos legais.

Bully: Scholarship Edition: Eu gosto, mas é mais porque é um negócio absurdamente mongol do que a parada do enredo ou a liberdade promovida pelo Sandbox. O problema é que ele pega fama porque a criançada gosta de algo polêmico, faz elas se sentirem mais adultas, mesmo ainda nem sabendo limpar a bunda direito. Bom jogo. Nada espetacular, mas é bonzinho.

Cartoon Network: Punch Time Explosion: Se fosse melhor acabado, seria brilhante. Tirando isso, é mais um jogo licenciado feito às pressas. Diverte alguma coisa. É legal jogar com o Puro-Osso e o Samurai Jack. Só que não passa de um clone de Smash Bros, com direito ao seu próprio Subspace Emissary – que é minúsculo.

Castlevania Judgement: O jogo já começa errado com a mudança dos designs dos personagens ao colocarem toscão do Obata para desenhar. Como se os personagens originais já não tivessem um visual feio o suficiente antes. O problema é que o jogo não se salva porque o gameplay é horroroso. A câmera é uma tranqueira e ele se perde na definição. Além disso, é um jogo feio. Não só culpa do Obata, mas a modelagem é um asco e as paletas me fazem passar mal, de tão mal planejadas. Judgement é um jogo de aventura ou de luta? Nem o Igarashi sabe responder.

Dead Rising: Chop Til You Drop: Port competente. Não é melhor do que a versão original, mas tem lá sua competência. E só. Um belo jogo nota sete, desses que não se compromete, mas não é nada especial.

Epic Mickey: Sabe que eu acho que é um título subestimado pacas? É o tipo de jogo infantil exemplar. A indústria deveria aprender um pouco mais com ele. É fácil porque é para crianças, mas tem conteúdo o suficiente para não fazer um jogador mais velho se sentir ultrajado.  O que o matou foi toda a pretensão em seu desenvolvimento.

Donkey Kong: Barrel Blast: Mario Kart do Expand Dong com bongôs-foguetes inicialmente planejado para o Gamecube e aqueles controles bongôs. É simplesmente esquecível por não ser marcante para ninguém. Não ofende também, mas falta aquele algo a mais.

Donkey Kong Country Returns:  O jogo sofreu porque os controles eram ruins. Não é nem culpa da equipe de desenvolvimento, mas do próprio Wii. Tirando isso, apesar de valer a pena, faltou alguma coisa no level design para que seja equiparável à trilogia original. A dificuldade compensa. Ah, senti falta de um vilão carismático que justificasse tudo.

Donkey Kong Jungle Beat: Sabe que eu adoro esse jogo? O principal problema é que ele é curto, absurdamente curto. Em uma tarde é possível terminá-lo. Lembro-me muito bem que quando eu o joguei pela primeira vez, era uma sexta-feira e eu ia viajar mais tarde naquele dia. Terminei de baixar pela manhã, gravei o DVD, botei no Wii e antes de empacotar tudo e botar o pé na estrada eu já tinha zerado o bichinho. Ainda assim, valeu a pena. E tem mais, ele é feito originalmente pelo Gamecube e, mesmo sendo um port cru, ainda é absurdamente bonito.

Dragon Ball: Revenge of King Piccolo: O único mérito que eu dou para o jogo é que ele se focou na série original em vez da série Z. É um título passável de gameplay truncado.

Dragon Ball Z Budokai Tenkaichi 3: Só não é o melhor jogo de luta de Dragon Ball porque Burst Limit existe. Tirando isso, os controles aqui funcionam muito bem, tem um montão de personagens, a dificuldade vem na medida certa, tem um montão de personagens, modos de jogo diversos e tem um montão de personagens. Falando sério, tem um montão de personagens aqui. Só o Netcode que era porcaria, mas 90% dos jogos de Wii eram assim. Provavelmente um dos que mais tem horas registradas no meu aparelho.

Dragon Quest Swords: The Masked Queen and the Tower of Mirrors: Por que um nome tão comprido? Enfim, eu me lembro só que a parceira do protagonista era waifu. E que era bem difícil, ao menos para o moleque que eu era na época. Ele tinha um conceito esquisito e eu me lembro que eu fiquei interessado em jogar por causa de uma análise que falava mal dele. A única parte ruim desse jogo é o sensor de movimento que não era lá muito bem calibrado.

Endless Ocean: Cheguei a terminar, mas essa bodega não é um jogo para mim, então não vou comentar mais a fundo. Aliás, não consigo pensar para quem ele seja.

Franquia FIFA: Vou jogar todos no mesmo parágrafo. O 09 é genial porque ele tem o modo extra com os Miis jogando bola. O visual do 09 também não era feio, apesar de tentar emular um estilo mais realístico. O problema veio nas versões seguintes, que abdicou esse visual e os controles que até então funcionavam para uma empreitada mais cartunesca, algo que eu geralmente recebo positivamente, mas aqui simplesmente ficou ruim. Foi quando eu migrei de vez para o X360. Sim, eu adoro jogo de futebol. Todo mundo tem seus pecadilhos.

Final Fantasy Crystal Chronicles: The Crystal Bearers: Olha, é um dos meus favoritos do aparelho. Cheguei a zerá-lo umas três vezes em sequência quando ele saiu. Lembro também que na primeira vez, era dia 31 de dezembro, comecei a jogá-lo de manhã e, ininterruptamente, joguei até a virada de ano com umas 4 ou 5 pausas rápidas, sem desligar o aparelho. O grande azar que ele teve é que passou anos em desenvolvimento – ou no inferno de desenvolvimento, acho melhor – e toda a expectativa acerca dele foi para o ralo, o que culminou em umas notas baixas não merecidas. Digo, não é um jogo nota dez, mas não merece menos do que sete e meio. E é um jogo anormalmente bonito até para o Wii. Deveriam fazer outro CC na mesma pegada.

Fire Emblem: Radiant Dawn:  Eu juro que esperava um RPG Hack’n’Slash. Não conhecia absolutamente nada da franquia. E eu fico muito satisfeito de ter quebrado a cara e ter me deparado com essa delícia de jogo de estratégia. Lembro de, na época, ter comentado que era uma espécie de xadrez, onde você tem que planejar cada movimento e mais alguns a frente. Awakening foi um grande avanço para a franquia e tal jogo moldou o que a série viria a se tornar, julgando a partir de Fire Emblem Fates. No entanto, sendo sincero, eu preferia que todos fossem como Radiant Dawn. Um bom jogo sem gimmicks bobos e desnecessários. Sim, eu não estou nem aí com o fato de terem tirado aquele negócio doentio de ficar fazendo carinho nos personagens.

Fragile Dreams: Farewell, Ruins of the Moon: “Fala-se muito de “Oscar dos Videogames”. Eu sugiro então, compactuando (com contragosto) com essa mania horrível de estabelecer um paralelo com indústria cinematográfica, a criação de um Palm d’Or para a indústria ludológica. E Fragile Dreams: Farewell Ruins of the Moon, com certeza, é o melhor exemplo de um jogo digno de tal honraria”.

Ghostbusters: The Videogame: Olha, falam que nunca fizeram Ghostbusters III, mas é uma mentira. A verdadeira sequência para a série está aqui, com um roteiro original que chega a ser melhor do que o do segundo filme e com a dublagem dos atores originais. A versão de Wii aqui ainda conseguiu ser melhor do que as suas contrapartes para os consoles graúdos devido ao seu visual cartunesco, muito bem utilizado, ao contrário dos FIFA, e aos sensores de movimentos, também regulados no capricho. É também talvez o jogo que melhor se saiu quando os controles são acoplados à Zapper. E olha que ele nem foi projetado para tal.

Goldeneye 007: Caça-níqueis vagabundo feito para chamar a galera por nostalgia.

Harry Potter e a Ordem da Fênix: Foi o primeiro jogo de Harry Potter que joguei num console e o último da franquia que cheguei a jogar. O problema não é do Wii aqui. É da franquia. Antes os jogos eram divertidos porque, apesar de serem lançados juntos, não eram jogos de filmes, eram jogos dos livros. A partir do quarto jogo, eles começaram a se apegar aos filmes e o negócio descarrilhou aqui porque ficou chato e mecânico. Esse aqui ganhou uns pontos por usar o Wii Remote como varinha, mas isso não salva um jogo ruim.

Harvest Moon: Tree of Tranquility: Sou viciado na franquia, mas é o primeiro e último que joguei num console de mesa. Até então, só havia jogado os de portátil e aproveito para afirmar que a franquia não funciona numa tela de TV. HM é para se jogar no ônibus por quinze minutos, equivalente a um ou dois dias de jogo. Se for para grudar na TV e ficar fazendo as atividades diárias de forma tão repetitiva, eu prefiro jogar outra coisa.

Indiana Jones and the Staff of the Kings: Dou o braço a torcer e admito que joguei uns quinze minutos, só. Quando fechei, tinha na cabeça que um dia voltaria a jogar, mas esse dia ainda não chegou.

Iron Man 2: É igual ao filme. Diverte pacas, mas nada memorável.

Ju-On: The Grudge:  O que aconteceu com Indiana Jones lá em cima aconteceu aqui. Só que enquanto eu ainda penso de verdade em voltar a jogar o Indiana Jones, esse aqui não chama a minha atenção. Conceito bobo de terror psicológico. Não tem motivo para continuar nisso se o Wii tem um Silent Hill.

Kirby’s Epic Yarn: Um jogo extremamente fácil, mas cativante. E olha que eu nem gosto de Kirby. E ainda me impressiono como ele no Wii conseguia emular a textura de tecido melhor do que o Little Big Planet das powerhouses das concorrências.

Franquia LEGO: Joguei o Star Wars, Batman, Indiana Jones, Harry Potter e Piratas do Caribe. Gostei muito de todos. Assim como Epic Mickey, são os jogos ideais para crianças, mas a graça é que nenhum deles ofende a capacidade de algum adulto que esteja jogando. O meu favorito deles é o do Batman, que, além de mostrar a linha de história do Batman e Robin, mostra alternativamente o trajeto dos vilões, como foi que eles armaram as fases para a dupla dinâmica. Os jogos de Lego são em conceito quase todos iguais, com algumas evoluções desde as primeiras versões, mas são todos divertidos e merecem no mínimo uma nota oito cada um.

Link’s Crossbow Training: Mais um aplicativo para mostrar a Wii Zapper do que um jogo. Diverte, mas nada marcante.

Little King’s Story: Pérola perdida. É um jogo fantástico de mecânica elaborada que se esconde atrás de um visual cartunesco, ainda, arrisco dizer, infantil. Ele consegue sintetizar de forma única mecânicas de Pikimin, Animal Crossing e Harvest Moon para se tornar o que Overlord, do Xbox, tenta ser e não foi por causa de seu complexo de pretensão: mostrar como ser um soberano é divertido. Qualquer um que goste de verdade de jogar videogame deveria se arriscar aqui. Facilmente um dos melhores da lista.

Madworld: Também um dos melhores da lista, Madworld é a primeira resposta ao argumento de que o Wii só tem jogo de criança. A graça dele é que conseguiu se adaptar às limitações técnicas utilizando da criatividade, botando o jogo todo em preto e branco, sendo que a única cor dele é vermelha para o sangue e amarela em alguns recursos visuais. O enredo é uma bagunça, a narrativa é muito fragmentada e em alguns momentos o desenvolver perde sentido, como se o jogador tivesse aberto uma Coca-cola no meio de uma cutscene e perdido alguma coisa lá atrás ou como se tivessem cortado alguma animação importante para a compreensão do todo. A graça é que o jogo funciona, com um gameplay consistente. O problema é que todo aquele preto e branco cansava a vista um pouco e dificultava a compreensão da tela em alguns pontos. MadWorld, no entanto, merece mérito por sua ousadia. Houve até uma pseudo-sequência para X360 e PS3, Anarchy Reigns, mas acabou se tornando um jogo sem alma justamente por abdicar dessa mesma ousadia que destacou Madworld.

Mario Kart Wii: Nunca na história houve um Mario Kart ruim. Existem uns piores do que outros, mas nenhum deles é ruim. Até abdico de dar uma opinião porque minhas dezenas de horas aqui já dizem por conta própria.

Mario Party 8: Trouxe um frescor novo à franquia por conta dos novos estilos de jogo com sensor de movimento. No entanto, algumas escolhas prejudicaram o título, como uns tabuleiros enfadonhos.

Mario and Sonic at the Olympic Games: É um jogo competente e vale mais pelo conceito do que pelo jogo em si. Muito melhor do que fazer um jogo genérico da competição com a marca, ao menos. Vale algumas horas de jogo.

Mario and Sonic at the Olympic Winter Games: Vide acima.

Mario Sports Mix: As pessoas precisam entender que um jogo de esporte do Mario não é simplesmente trocar os jogadores pelos personagens da franquia, mas deixar todo o conceito acerca do esporte em questão uma coisa maluca, o que não acontece aqui. Diverte? Diverte, mas sabe quando uma franquia e o jogo não casam? Então, é por aí.

Mario Strikers Charged: Aqui o futebol vira uma coisa maluca. Então é brilhante.

Mario Super Sluggers: Aqui, o Basebol não vira uma coisa maluca. Errado.

Mercury Meltdown Revolution: Os jogos de primeira leva do Wii são um negócio fascinante. É um jogo feio pacas, mas todo o gameplay dele quando surgiu o transformavam num negócio único. Os jogos mobile que usam do sensor giroscópico do celular devem muito ao Wii e Mercury Meltdown Revolution é um exemplo claro disso.

Metroid: Other M: Quando a Nintendo calha de fazer jogos iguais à concorrência, você ganha um filme e perde um jogo, matando uma franquia. Pelo menos, acho seguro afirmar que é o jogo mais bonito do Wii. Isso mesmo, priorizando o visual em detrimento do gameplay. Igual à concorrência. O pior é que esse foi um desses jogos que só perceberam que é ruim quando a poeira do hype de lançamento abaixou.

Metroid Prime 3: Corruption: Não foi um jogo para mim. Achei chato. Digo, é muito diferente de Halo? É até hipocrisia criticar um e idolatrar outro. Cheguei a arriscar a jogar a Trilogy, desde o primeiro jogo, mas meh.

Michael Jackson: The Experience: É o tipo de jogo que dá uma vergonha alheia de falar que jogou e adora, mas é isso mesmo. Não é nada complexo, é só repetir os passos de dança que aparecem na tela. Peguei para jogar esses dias, anos depois, e uma pequena poça de suor se formou no chão próximo a onde o meu eu sedentário jogava.

Monster Hunter Tri: Nem gostei do jogo. Achei meio chato. Talvez um dia eu volte a jogar. Só vale como argumento para falar que o console da geração anterior com a verdadeira melhor biblioteca de jogos é o Wii, seja por first ou third parties.

Mortal Kombat Armageddon: Para ser sincero, só fui gostar de Mortal Kombat com o lançamento do nono jogo da franquia original pela Warner, recentemente. Antes disso eu achava um negócio muito chato e Armageddon só colaborou para que essa ideia se fixasse.

Muramasa: The Demon Blade: É o que eu considero ser o melhor jogo do Wii. Bonito, o título compensa a simplicidade do jogo com duas histórias para o jogador. O sistema de evolução é expansivo de uma maneira brilhante, sendo afetado inclusive pela forma de como as duas narrativas se cruzam. É a execução perfeita de um Hack and Slash num jogo 2D ao estilo Metroidvania. É incrível como um jogo com mecânicas que já podiam ser colocadas em prática há vinte anos consegue se equiparar aos títulos modernos e com lógicas avançadas que teoricamente deveriam aumentar a qualidade do jogo.

FRAQUIA – Naruto: Clash of Ninja Revolution: É divertido para caraio. Gosto mais dos jogos de Naruto do que da própria série. Essa franquia é divertida porque, apesar de não ser composta por jogos de luta sólidos, se sustentam muito bem como jogos simples de anime – alguns títulos por aí nem isso conseguem. Jogar com o controle de Gamecube é ainda melhor. O primeiro jogo segue a história até o fim do arco dos Sannins, o segundo é uma história só do jogo – que, assim como os fillers do anime, é melhor do que a obra original – e o terceiro já pega a primeira parte do Shippuden. Pessoalmente, eu gosto mais do segundo, mas o terceiro tinha um online que funcionava. Um dos poucos do Wii que conseguiam tal façanha. O problema era encontrar oponentes que não desistissem no meio da briga, mas isso vale para absolutamente qualquer jogo.    

New Super Mario Bros Wii: Dou o braço a torcer e já aviso que nem joguei até o fim. O problema desses New é que, apesar de divertidos e serem muito bons jogos, eu não tenho paciência para jogá-los. Eles só servem para consolidar aquela ideia errônea de que todos os Mario são iguais.

NIGHTS: Journey of Dreams: A história é mongoloide, metida a cult, assim como o primeiro jogo, mas o gameplay é como se fosse uma viagem de ácido. A trilha sonora também era fascinante. O problema é que ele só é minimamente jogável com um Classic Controller ou um controle de Gamecube.

No More Heroes: “É um jogo sem um pingo de vergonha de ser um jogo. Ele não se esconde atrás de gráficos bonitos ou de filmes cinematográficos (ah, a palavra que matou a indústria de videogame) para tentar ser um produto maior do que ele realmente é. NMH é um jogo incrivelmente retardado e se assume como tal. Não digo retardado de maneira depreciativa, como é Call of Duty ou Battlefield, mas retardado de uma maneira boa, como God Hand. No More Heroes abusa da excentricidade para se reafirmar num mar de marasmo que é a indústria de videogame moderna.”

No More Heroes 2: Tecnicamente, é um jogo anos-luz a frente do primeiro por vários motivos. O principal deles é porque o primeiro foi planejado inicialmente para o Gamecube e esse, direto para o Wii. O problema é que ele não tem mais o encanto ou originalidade do primeiro, é como se fosse mais do mesmo. Não que isso seja ruim, mas o fascínio acabou, principalmente porque eles também corrigiram alguns erros com outros, como o mundo aberto. Antes, era um mundo aberto recehado de nada e que só fazia o jogador perder tempo percorrendo-o. No segundo jogo eles removeram o mundo aberto e o trocaram para um menu, mas, por algum motivo, isso deu uma sensação de vazio no desenrolar do jogo, que já é decepcionante por te jogar na cara “ó, você é ranking, cinquenta, vai matar cinquenta assassinos” e logo depois “beleza, você levou 25 de uma vez só”.

Okami: No começo, eu não gostava de Okami. Passei a apreciar com o tempo. Acho que era porque era meio confuso. O áudio dos personagens murmurando, para simular que eles estão falando, era irritante. Ainda não acho a obra-prima que as pessoas cultuam, mas é bom jogo, sim.

OneChanbara: Bikini Zombie Slayers: Também é um dos piores jogos desse aparelho. O jogo, além de feio e ter um gameplay horroroso, é chato e machista por ser um desses que claramente tenta se vender com uma gostosona de biquíni na capa. A franquia inteira é assim. Ruim e machista.

Overlord: Dark Legend: É um desses jogos nota 7,5 que não são nada de mais, mas divertem do mesmo jeito, saca? Não é nenhum primor, mas ainda assim me arrancou algumas horas de diversão.

Pokémon Battle Revolution: Vejo as pessoas detonando esse jogo com frequência. Até hoje me pergunto o motivo. Não é lá muito diferente do Pokémon Stadium, que é aclamado até hoje. É claro que não tem minigames, mas o sistema de batalha está lá. Talvez o que seja frustrante é que os Pokémon para aluguel são inúteis e o título acaba se tornando uma espécie de extensão de luxo das versões de Nintendo DS.

Poképark Wii: Pikachu’s Adventure: É uma graça de jogo. Antes de Pokkén, foi o primeiro a fazer o jogador batalhar com o Pokémon em uma arena tridimensional em vez de só dar as ordens em um sistema baseado em turnos, apesar de ser de forma simplória e só ser possível usar o Pikachu. Os minigames, que compõem o esqueleto principal do jogo, são muito divertidos. O problema é que ele é bem curto e eu não posso exigir muito porque é um jogo claramente infantil. A sequência é um dos poucos jogos de Wii que eu quero muito jogar, mas nunca cheguei a tal.   

Prince of Persia: The Forgotten Sands: Eu simplesmente não tenho o que falar desse jogo. É um título meh, sabe? Não é essencialmente ruim, mas também não é nada digno de elogios. É tipo o filme da franquia que a Disney produziu.

Punch-Out!!: Espécie de remake espiritual dos jogos antigos. Como o conceito dos originais já era brilhante – não é um jogo de luta, é um puzzle mascarado de jogo de luta – tudo o que tinham que fazer aqui é não cagar o pau. E não cagaram. Rendeu incontáveis horas de diversão.

Red Steel: Se não me engano, foi um jogo de lançamento. No conceito era um jogo de máfia fantástico, mas na prática simplesmente ficou uma bosta. As lutas de espada eram ruins e o sensor de movimento falhava em funcionar. Dispensável.

Red Steel 2: O Segundo jogo, por outro lado, foi um dos poucos títulos onde o Motion Plus era obrigatório e não fez feio. Cara, é um COWBOY COM UMA KATANA NO VELHO OESTE STEAMPUNK.  E o melhor de tudo é que dessa vez não cagaram em cima do negócio e ficou brilhante! Os controles funcionam e a ambientação é involvente. Não tem absolutamente nada a ver com o primeiro jogo. Deveriam ter é dado outro nome que provavelmente venderia melhor.

Resident Evil Archives: Resident Evil:  Capcom arrancando uns trocados com um port competente.

Resident Evil Archives: Resident Evil Zero: Capcom arrancando uns trocados com um port competente. [2]

Resident Evil: Darkside Chronicles/Umbrella Chronicles: Eu gosto, mas são uns jogos que eu sinceramente não sei o que dizer. É legal, usa a zapper. Dá a impressão de estar jogando naqueles arcadões, por causa do estilo de jogo. Ao mesmo tempo que achei interessante, também achei meio preguiçoso o fato de que ao longo dos dois jogos a Capcom pegou acontecimentos dos jogos clássicos e recontou no novo gameplay. Está bem, eu admito, apesar de ter jogado todos os principais, eu nunca lá dei bola para o enredo intrincado que foi sendo construído.

Silent Hill: Shattered Memories: Nunca tinha jogado um Silent Hill antes e curti pacas. Desde então, nunca mais joguei outro Silent Hill também. Depois que terminei, Alan Wake nunca me pareceu tão pouco original.

Sin and Punishment: Star Successor: SHOOTER FRENÉTIKU. Entra na lista dos melhores do Wii também, tranquilamente.

Sonic and the Secret Rings: Acho que esse jogo é alvo de muita injustiça. Falando sério, ele tem um gameplay que funciona, cenário interessante que resultou em fases divertidas e nada de amigos sendo adicionados a rodo, só os velhos amigos caracterizados como personagens das Mil e Uma Noites, já que o jogo é uma incursão do ouriço nesse clássico da literatura. Provavelmente um dos melhores Sonics em 3D. O grande problema dos Sonics novos é que eles tentam inventar mil coisas novas para compor o jogo, só que elas dão errado porque são adições chatas e bobas. Secret Rings inventou na parada das Mil e Uma Noites, mas não ofende ninguém.

Sonic and the Black Knight: Esse aqui também teria tudo para dar certo, julgando Secret Rings. No entanto, o gameplay dele ficou absurdamente truncado no instante em que inventaram (veja bem, invenção boba, como eu falei antes) de dar a Excalibur nas mãos do ouriço. E o problema não é ter dado a Excalibur, mas o fato de não funcionar. Você está num embalo filho da puta descendo a ladeira, vê o inimigo e precisa chacoalhar a espada para tirá-lo do caminho. O problema é que a chacoalhada faz o Sonic parar e precisar pegar no embalo novamente. Imagina isso ao longo do jogo inteiro. E o pior é que o jogo não é uma aberração, é só decepcionante, o suficiente para arruinar qualquer segmento para essa franquia dos clássicos literários. A trilha sonora é metida a Edgy, mas é muito foda. Bizarro que, por pior que seja o jogo do Sonic, a trilha é picuda.

Sonic Colors: É considerado um dos melhores Sonics da era recente. Ainda acho Secret Rings melhor, mas esse é bom também. O problema é terem inventado uns power-ups escrotos que a meu ver não fazem o mínimo de sentido, desses de se transformar. Parece até “SONIC: QUIERE SER MARIO Y SEGA NO DEJA”.

Sonic Riders: Zero Gravity: Foi o primeiro jogo que baixei e até hoje eu lembro de como a quantidade abusiva de luzes somada à minha concentração acabaram me fazendo deixar de piscar e meus olhos começarem a lacrimejar.

Sonic & Sega All-Stars Racing: Esse jogo tem um problema conceitual. Se fosse “Sonic Kart”, obviamente não seria problema, mas a proposta por trás de “All-Stars” inclui envolver personagens de toda a empresa. O que conseguimos, então, é “Sonic and Friends”, e afirmo que isso existe basicamente porque a própria Sega não tem outros personagens legais. Quem liga para o macaco do Samba de Amigo? NiGTHS que é bom só foi lembrado na sequência, né? E ainda de forma errada (ele é o carro, não o piloto). Além disso, a sensação de velocidade nesse jogo não existe. É (mais) uma vergonha para um jogo com o título “Sonic”.

Sonic Unleashed: Lembro que escrevi uma análise do jogo uma vez chamando-o de “Sonic Um lixo”. Para variar, foi estragado com o quê? Isso mesmo, adições retardadas. O Wherehog é um conceito retardado demais, além de ser chato na prática. O Chip é um personagem absurdamente irritante. As fases de corrida, durante o dia, são boas, o problema é o desenvolver de Unleashed é basicamente uma fase de corrida de dois minutos e outras três com o Wherehog que duram uns oito. Isso porque eu nem citei a fase com o Mecha.

Speed Racer: The Videogame: É simplesmente o F-Zero que o Wii nunca ganhou. Entra fácil com Goldeneye como um dos melhores jogos de filme de todos os tempos. E a graça é que ele é capado pacas. Sem absolutamente nada de conteúdo extra, ele se sustenta. Chega a fascinar. É melhor do que uma porrada de AAA por aí.

Star Wars: The Clone Wars – Lightsaber Duels: Caça-níquel de desenho animado, né? Como se a animação mesmo já não fosse ruim o suficiente, fizeram um jogo a altura. Jogabilidade truncada demais, combos sem graça e nem os especiais se salvavam. Lixão.

Star Wars: The Force Unleashed: Sabe que eu acho a versão do Wii melhor do que as dos consoles de mesa? A história dele é levemente diferente, com vários trajetos extras ao longo do enredo, o que sinceramente me agradou, apesar de terem uma pegada meio filler. O visual é muito bonito, mesmo tentando emular de forma precária os gráficos realistas das outras versões. A jogabilidade é fantástica, um dos jogos – que não são raros, mas também não são abundantes – que conseguiu entender o conjunto Wii Remote+Nunchuck. O melhor de tudo é o modo bônus de batalha com sabres de luz. A porra de um modo bônus é melhor do que um jogo inteiro dedicado a isso. É um dos jogos que se eu visse vendendo um original por aí a um preço bacana, levaria e jogaria no Wii U.

Star Wars: The Force Unleashed II: O segundo jogo foi muito errado. Tudo o que fez a primeira versão ser a melhor no Wii do que em outros consoles foi jogado no lixo. O visual foi mudado para um cartunesco, o que eu geralmente aprovaria, mas tem o problema de que ele foi feito com a bunda. Os controles foram simplificados e reduzidos aos botões. Digo, o jogo por si só é ruim já no X360 e no PS3, no Wii chutaram o balde com esse port vagabundo.

Super Mario Galaxy: Nunca me impressionei por esse jogo. Já nutri muito mais ódio por ele no passado, mas eu simplesmente não o vejo como a última bolacha do pacote. É um jogo feito direito, nada mais do que isso. Sunshine, por sua vez, é um jogo inspirado. 64 é um jogo inspirado. 3D World, além de inspirado, é extremamente subestimado, porque é um dos melhores jogos do Wii U. Galaxy, não, é competente e acabou. É possível passar o tempo com ele, mas não consigo ver muito além disso. Ah, mesmo com o cabo componente tem os gráficos estourados por causa da iluminação que o console não aguenta rodar, mas deram um jeito de botar nela e resultou em bordas serrilhadas.

Super Mario Galaxy 2: Ideias rejeitadas do primeiro jogo que foi lançado para arrecadar mais uns trocados.

Super Smash Bros. Brawl: Passei oitocentas horas nesse jogo e o Subspace Emissary é uma merda. É só o que eu digo.

Tatsunoko Vs. Capcom: Joguei a versão japonesa antes porque achei que não viria para o ocidente. A versão japonesa é bem mais legal pelo simples fato de terem mexido no balanceamento na localização, deixando personagens bons ruins e os ruins piores. O modo online ainda é uma merda também da versão americana. Entre ter algo ruim e não ter, prefiro não ter.

Tenchu: Shadow Assassins: É um jogo muito competente, mas pouco lembrado no console. A única coisa que era realmente ruim era o combate de espada, mas a ideia do jogo é justamente evitar que isso aconteça, já que é um stealth. Obviamente, não é nenhum clássico, mas também não acho que deveria ser esquecido. Ah, sim, eu o achava difícil, mas acho que é porque eu era um moleque sem paciência para esperar o momento certo.

Tetris Party Deluxe: O primeiro e único jogo casual que o mundo precisa. Sei que tem uma infinidade de modos, mas nunca joguei nenhum além do original.

The Legend of Zelda: Twilight Princess: Eu amava, mas aí percebi que ele é chato e atolado de fanservice. Midna é um personagem edgy em demasia. Além disso, gosto de dizer que Twilight é um grande vazio de nada. Acho o jogo bonito, gosto muito dos tons de luz presentes nele, o que disfarça um pouco os polígonos do gamecube. O gameplay, ao menos, é bom. O problema é o feedback que o jogo deveria dar a esses controles que é basicamente nulo. É um jogo vazio. Mais vazio do que esse, só de onde ele teve a estética inspirada: Shadow of the Colossus.

The Legend of Zelda: Skyward Sword: A relação que eu tenho com esse jogo é esquisita. Não o acho ruim, mas eu também não gosto dele porque a impressão que eu tenho é que seus aspectos foram definidos a partir das que não seriam as melhores escolhas dos desenvolvedores. O perfeccionismo exigido pela Nintendo não é refletido no título, muitas coisas parecem terem sido feitas meio que no desleixo. Eu não consigo jogar SS porque eu não consigo enxergá-lo como um Zelda. Não que seja um jogo ruim, eu simplesmente acredito que a composição dele não é característica da franquia. E sim, qualquer franquia tem sua alma que a define como tal. Se você foge disso, a franquia vai carecer de uniformidade para se manter como tal.

The Simpsons Game: O mérito que eu dou para o jogo é a capacidade que ele teve de, assim como a série original debocha da indústria televisiva, conseguir debochar de outros videogames de forma análoga. O problema é que ele é muito cansativo em algumas fases, especialmente nas fases da Lisa, assim como os enredos centrados na Lisa ao longo da própria série de TV também são os mais chatos.

Trauma Center: New Blood: É um dos jogos que não terminei até hoje. É legal, mas é abusivamente difícil. Eu poderia trocar a dificuldade média para a fácil só para terminar, mas qual é a graça?

Trauma Team: Joguei algumas horas, mas também não terminei. Parece ser mais fácil do que o New Blood. Aliás, gostei pacas do esquema de serem vários médicos com linhas de enredo paralelas que eventualmente se cruzam.

Wario Land: Shake It!: Pérola esquecida. É um jogo de plataforma extremamente cativante. A sensação que eu tinha ao jogá-lo era similar à de jogar Donkey Kong Country, mesmo não sendo dois jogos que dividam muita coisa em comum. Acredito que é porque a grande sacada de ambos esteja no level design. Se existissem mais jogos como Shake It, os vidyagaems teriam uma indústria bem melhor.

WarioWare Smooth Moves: É o verdadeiro Mario Party do aparelho, mesmo os jogos sendo absurdamente curtos – não são minigames, são microgames. Geralmente é o que levava para as festas quando pediam me pediam para levar o meu Wii, mas as pessoas ficavam constrangidas demais de jogar essa bodega.

Wii Music: É um aplicativo. Diverte, mas não é um jogo. A crítica acerca dele é justamente por uma questão de não entendê-lo dessa forma.

Wii Sports: A grande alma do aparelho. Eu disse em alguma das análises aí para cima que certos jogos são baseados logo no conceito acerca do aparelho. É o caso de Wii Sports. O mais simples dos jogos é aquele que melhor utiliza o sensor de movimento, aquele que melhor o entende.

Wii Sports Resort: A mesma coisa que a análise de cima, mas com uma capacidade ampliada de detecção de movimento por causa do Wii Remote Plus.

Xenoblade Chronicles: O último da lista eu ainda não terminei. Eu tenho um problema um pouco sério com RPG’s. Apesar de gostar, tenho problemas para criar disposição para jogá-los, por isso estou protelando. O mundo aberto realmente me assustou um pouco, porque, ao contrário do Twilight Princess, é recheado de conteúdo a ponto de me fazer perder horas a fio cumprindo missões paralelas em detrimento da principal. Em contrapartida, achei o jogo feio até para os padrões do Wii, mas é a vida, né?

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5 respostas para “Um review por parágrafo: Nintendo Wii

  • Doc Cocamonga

    Ótima ideia, já nos situa o que descolar pro aparelho!

    O Wii surpreende com a quantidade de jogos legais, incluso alguns do Wiiware. O problema fica na jogateca mais focada em atender a necessidade dos novos hipsters japs ou otakóides. Isso porque a Nintendo é monga e de algum modo azeda propostas mais promissoras, leia-se adultas, tirando é claro alguns títulos que ela se vale pra contra argumentar a questão de ter um catálogo mais lúdico. A Sony pelo menos manipula melhor a distribuição dos jogos hippongas e outros de conteúdo pra maior.

  • C.C

    Alguma chance de sair um “Um review por paragrafo: Xboner360”?

  • johnny jyoshter

    o new super mario bros wii só é divertido se você souber jogar bem, ae quando voce começa a se superar e fazer coisas impossíveis pros outros humanos o jogo se transforma num dos melhores do console

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