Cinco anos de ereção prolongada

Aqui você vai encontrar um texto que no word rendeu um pouco mais de quatro páginas e não vai ter absolutamente nenhuma imagem para ilustrar a leitura e fazer parecer menor do que é. Esteja avisado.

Hoje, dia 4, é o quinto aniversário do Horny Pony. Quando abri o blog em 2011, nunca imaginei que ia ter saco para continuá-lo. A ideia foi de um blog antigo de um colega meu na época, o Mizuiro, que era dono do Pizza Time. Aí eu gostei do estilo que ele tinha e quis fazer algo também. Válido ressaltar que eu estava meio órfão de espaço para escrever porque a Nostalzine Club tinha se encerrado com 25 edições (algo que, pessoalmente, considero marcante). Desde então, escrevi coisas boas e besteiras. Coisas que estão ocultadas por vergonha. Coisas que hoje fogem totalmente do padrão do blog por terem uma ênfase meio pessoal, algo que eu praticamente aboli daqui – digo, vida particular, não opiniões pessoais. Acho que muitos dos que eu considero meus melhores textos, modéstia à parte, estão aqui, em algum lugar.

A aqueles que talvez um dia tenham se perguntado, “Horny Pony” era uma música do Prince que eu estava ouvindo no exato momento em que eu criava o Blog, na falta de nome criativo ou cool o suficiente. No começo eu andava com a pulga atrás da orelha, mas com o tempo fui vendo que era o nome mais retardado (e com isso quero dizer “foda”) que eu poderia ter botado. Aliás, o “Ah, I’m Talkin’ About the Horny Pony, Y’all, Come on!” dos banners é justamente o refrão da música, que se refere a um estilo de dança que perduraria por oito anos, (segundo a música: “a new style 4 the next 8 years”). Metade disso já foi. E não, a música não se encontra no YouTube porque Prince e internet são duas coisas que não coexistem.

Brincando um pouco com as estatísticas, o post mais visto da história do blog, desde sua publicação, é “O Desafio Musical de 250 Dias”. É uma mongolice boba. Era um desafio em que eu tinha que postar uma música diferente todo o dia por 250 dias no Facebook. A graça aqui é que eu fui até o final (fui o único da minha turma que terminou) e consegui gerenciar o bagulho botando todo dia o negócio no Word. Aí, quando terminei, repostei aqui. Na verdade, é um índice de visualizações absurdas. Provavelmente porque é um dos primeiros links do Google que aparecem quando se digita. Em segundo lugar, vem a minha análise de Laranja Mecânica. Convenhamos, apesar de na época ter gostado do texto, eu hoje não me importo muito com ele. Acho que é por causa da pretensão de intelectualoide que eu estava na época quando escrevi e que fica meio claro no texto.

Em terceiro colocado, TCHARAM! É ELE! O polêmico “#NãoVaiTerJoJo”! Esse texto ganha um pico de views todas as vezes que alguém sequer cita alguma campanha ou hipótese a respeito do assunto. Minha opinião hoje é bem menos conservadora e acho que já é mais possível a publicação de JoJo do que era há dois anos (ele foi publicado em 2014), mas até agora, né… Veja só. E o mais legal é que toda vez que rola uma palestra ou coisa do tipo e perguntam para as editoras de mangá a respeito, as respostas até hoje batem de acordo com o que eu falo. Fazer o quê? Aliás, é engraçado pensar que textos formais (PonyExpress não conta) a respeito de JoJo, apesar de ser um tema recorrente aqui, são só dois: Um é esse da hashtag polêmica e o outro é a minha análise do OVA. Pensei já em fazer análises dos animes novos, do ASB e do jogo de Vento Aureo do PS2, mas bateu a preguiça.

Em quarto colocado está provavelmente um dos meus textos favoritos, a análise que eu fiz de Guilty Crown. Na moral, é um dos meus textos favoritos até hoje por um motivo crucial: Ele é divertido. Até eu me divirto relendo quando me calha de entrar no link por sei lá qual motivo. É esse o texto típico que eu quero fazer sempre. Não é metendo o pau ou elogiando alguma coisa. É simplesmente porque ele diverte. Eu lamento que Guilty Crown tenha começado fantástico (no primeiro PonyAwards eu dei uma caralhada de prêmios para a série), mas simplesmente foi para o fundo do poço. É a vida.

Ainda existem outros textos que eu adoro e gostaria até de convidar o eventual leitor dessa joça desse post a lê-los ou relê-los. Speed Grapher é uma das melhores – senão a melhor – análise que já fiz de qualquer coisa, seja jogo, anime, ou qualquer outra merda. E nele tem um dos comentários que mais me deixou feliz na história desse brogue, que é de alguém que viu a análise, gostou do anime por causa dela, foi assistir o anime e ainda voltou para comentar a respeito. Sabe, eu não monetizo um centavo nessa bodega (aliás, também não monetizo nada que faço, seja Youtube, Horny Pony ou Alliance), mas é aquele tipo de comentário que me deixa feliz a ponto de saber que essas infinidades de linhas que escrevo valem a pena para uma só pessoa que seja.

Outro texto que gosto muito é uma lista a respeito dos melhores jogos Third Party do Wii, de onde puxei muito a ideia de um dos últimos posts, com uma análise por parágrafo, principalmente por causa da ideia. Eu adoro fazer Lista, Top 10 e esse tipo de coisa. A grande dificuldade é fazer Top 10 interessantes. É fácil fazer um “Top 10 melhores protagonistas de Shounen”, mas não é isso o que eu quero. Eu não quero simplesmente ranquear as coisas. Eu quero é tornar público o desconhecido. Eu quero é listar características daquilo que nem todo mundo para pra pensar. E ainda, ir na contramão, porque (a exemplo desse caso) sempre disseram que os videogames da Nintendo só sobrevivem com os jogos first party e eu estou mostrando que não é verdade. Se discordo de algumas posições hoje? Discordo. Colocaria Little King Story no lugar de Just Dance sem dúvida alguma, por exemplo, mas a lista até hoje consta como uma referência para mim pela própria ideia acerca dela.

Das análises, eu queria ressaltar, sem entrar em detalhes: Fragile Dreams, Gatchaman Crowds, Un-Go, Tsuritama, Metal Gear Rising, Batman: Arkham Origins e Man of Steel. Não digo isso nem porque são textos que tiveram poucas visualizações (na verdade, Arkham Origins e MoS repercutiram bem), mas porque são textos concisos. Eu gosto de como cada um consegue desenvolver a ideia principal que me levou dissertar a respeito de cada obra. Gatchaman e a questão dos Sentais. Sobre como Un-Go e Tsuritama foram séries do NoitaminA que passaram praticamente apagadas por causa dos outros animes que passavam no bloco que fizeram mais sucesso e na verdade são bem ruins (Guilty Crown e Sakamichi no Apollon, respectivamente). Metal Gear Rising sobre como eu odeio do fundo da minha alma a franquia Metal Gear, mas acabei me fascinando por Rising. Arkham Origins sobre como é afundar com uma franquia que era do caralho. Tem também Man of Steel que aborda a respeito do que o público realmente gosta e como geralmente tem um gosto de merda. E, claro, Fragile Dreams, que é quando eu, em um momento raro, dou o braço a torcer a ponto de começar a defender umas ideias que eu geralmente abomino com todo o ódio acumulado dentro de meu ser.

Algo que eu queria comentar a respeito das análises também é a questão da nota. Na real, a nota pouco importa, principalmente porque a maioria das coisas que eu analiso aqui ou eu puxo o saco até arrancar, dando nota máxima, ou eu cago em cima, tentando simplesmente destruir. Digo porque 80% das resenhas que faço são textos movidos pelo sentimento de hype. Eu estou empolgado com o negócio, seja positivamente, porque o que quer que eu esteja comentando tenha me fascinado de verdade ou seja simplesmente revoltado, como foi o Guilty Crown ou o do Arkham Origins. É talvez uma das características do meu blog, textos bem específicos e selecionados. Eu poderia escrever uma análise a respeito de toda e qualquer merda que jogo, assisto ou leio, mas seriam textos feitos de forma mecânica, em quantidade, sem alma, em vez das análises minuciosas e digamos até inspiradas – veja, não digo que são necessariamente boas, mas que são inspiradas e isso nem sempre é algo ruim.

Além das Análises, que são o carro-chefe dessa parada toda, eu cheguei a fazer uns textos mais abertos, sobre algum tema em específico. O que eu provavelmente mais gosto é um que fala a respeito do Big 3 da Jump, que na época era o famoso trio Naruto-Bleach-One Piece. Eu tinha feito para uma outra publicação que não vingou, aí eu decidi postar no blog e é até hoje um dos negócios mais raivosos que escrevi. Outro post que eu pessoalmente gostei muito foi um em que eu contei sobre participar de um scan, com algumas aventuras e desventuras que passei ao longo dos anos. É algo bobo, mas tem algum valor sentimental pessoal. Nessa mesma categoria, o que eu fiz a respeito do analfabetismo político dos nerds também acabou repercutindo bem. Uma pena que a página citada nesse texto em específico, “Estudando para o Concurso Público com a Waifu”, acabou sendo fechada. E o burrangotango aqui, em vez de reupar as imagens, acabou linkando direto com o Facebook. Paciência.

É claro que não vamos deixar de fora os PonyAwards. Apesar de ter dado uma preguiça absurda de fazer o de 2015 – tem alguns animes que eu nem terminei ainda – eu considero que as edições da premiação que começou em 2011 e que teve edições em 2012, 2013 e até 2014 foram um sucesso. Os PonyAwards foram derivados do Pizza Awards, do Pizza Time, blog do colega Mizuiro (citado no começo desse texto). Ele chegou a fazer o 2010, mas não tinha saco para fazer o 2011. Aí eu perguntei se podia roubar a ideia e ele liberou. É uma pena que não tenha essa postagem em específico no Internet Archives, era algo legal de se rever.

(Por curiosidade, procurei nos arquivos e achei minhas escolhas para o PizzaWards. Melhor animação foi para Hyakka Ryouran Samurai Girls. Melhor história foi Fullmetal Alchemist Brotherhood. OST foi pra Hellsing Ultimate OVA. Encerramento, o primeiro de FMA Brotherhood – e aqui foi migué, porque o primeiro encerramento era de 2009. Abertura, a de Pokémon BW, que acho brilhante até hoje porque eram vários Pokémon apresentados com sombra e quando eles apareciam no anime, ficavam coloridos. Personagem, e repare que aqui não era dividido personagem masculino e feminino, joguei os três da Equipe Rocket porque no começo de BW eles estavam Badass. Surpresa, Bakuman. Decepção, Highschool of the Dead, mas desde então eu aprendi que esse tipo de série superestimada geralmente é bosta mesmo. Trollagem foi Digimon Xross Wars e Melhor Anime, Fullmetal Alchemist Brotherhood. Perceba que a espinha dorsal do negócio permaneceu até hoje, com uma ou outra modificação bem pequena).

Só para ressaltar, os PonyAwards sempre tiveram um número absurdo de visualizações, o que me deixa bem satisfeito, porque isso dá um trabalho filho da puta. E depois tem sempre a postagem minha fazendo comentários, né? Sempre brinquei que o PonyAwards era quando eu dava o microfone para liberar uma pluralidade de ideias ao blog, chamando pessoas de gostos distintos. O Director’s Cut era quando eu tirava esse microfone e fazia tudo voltar ao normal. Eu faço esse post em sequência também porque eu sempre gostei de ver os bastidores de qualquer coisa – e o Director’s Cut é praticamente isso, os ocorridos e minhas impressões a respeito do processo do negócio. Talvez. TALVEZ em abril eu faça o PonyAwards referente aos animes de 2015. Vamos ver o que dá.

Outra série de post que eu vi uma evolução gozada ao longo do Horny Pony são os PonyExpress. Inicialmente eram chamados de “Breaking News”, onde eu postava comentários rápidos a respeito de notícias e outras besteiras, como aquele chart com os animes da temporada que ainda estaria para começar. Por um bom tempo, entre o começo de 2013 e o começo de 2015, especificamente, não houve nenhum PonyExpress. Eu só retomei quando o colega JoJo Rama lançou o canal no Youtoba e eu ia tentar dar aquele apoio (agora o cara já é mais famoso que nóis – leia-se eu – aqui do Pônei Tesudo).

Opa, Minto (estou escrevendo esse texto aqui sem roteiro e conferindo as coisas na hora)! A volta do PonyExpress foi com um comentário meu a respeito do fim das atividades da Nintendo no Brasil, que inclusive foi uma fonte para uma eventual reportagem da rádio Band a respeito. É SÉRIO. Mas dá para dizer que isso aconteceu porque eu tenho contatos lá dentro que fizeram essa gambiarra acontecer.  Nota-se que esse retorno do PonyAwards trouxe a notícia de última hora igual aos outros, mas junto de uma, sei lá, acho meio forte chamar de análise, mas é por aí mesmo, só que mais profunda e com alguma fundamentação, como o gráfico que veio junto.

Aliás, voltando rapidão, a mudança de “Breaking News” para “PonyExpress” veio quando eu entrei na faculdade e logo no primeiro semestre, quando aprendia história da comunicação, descobri a respeito do Pony Express, um dos primeiros sistemas de correio expresso transcontinental da história, senão o primeiro. HORNY PONY TAMBÉM É CULTURA, MANO. Enfim, achei legal e acabei adotando o nome.

Algo que também valeu como PonyExpress foi quando eu fiz umas previsões doidas a respeito de quais mangás viriam para o Brasil num futuro próximo. A primeira previsão do texto foi “Toriko pela Panini” e lá vai meu primeiro acerto. Em seguida, apostei em Ao no Exorcist. Veio, mas foi pela JBC. Beelzebub pela Panini também foi uma previsão minha e foi assim mesmo. Das que não deram, foi Excel Saga, que não deu nem sinal (é uma pena, mas não acho que venderia), SKET Dance (era porque meu lado fanboy falava meio alto), e Matantei Loki Ragnarok (não foi nem previsão, foi mais um ‘eu quero’). Logo lá eu descartava JoJo e falei que era mais fácil HnK aparecer. Há rumores sobre HnK, mas nada confirmado. E ainda, seria antes de JoJo mesmo. Eu previ FMA em Tankoubon inteiro. É algo que já foi meio que confirmado, mas não deram mais detalhes. A rigor, ficou 3 acertos (Toriko, Beelzebub, Ao no Exorcist) para quatro erros (SKET Dance, Matantei Loki Ragnarok, Excel Saga), sendo que dois ainda estão meio que stand by por enquanto (FMA republicado e HNK). Até que está bom, meus chutes não passam tão longe assim.

De um modo geral, olhando para trás, digo que valeu a pena, apesar de umas derrapadas que eu cheguei a ocultar, ‘despublicando’ o negócio, como uma análise de Yumekui Merry que hoje me dá vergonha alheia quando eu leio. Tem também umas tretas cabulosas de uns caras enchendo o saco, seja porque não gostaram, seja porque estão com motivo de perseguição, seja porque sei lá. São casos que eu me lembro, assim como comentários aleatórios de gente que eu nunca vi na vida e que apareceu absolutamente do nada apenas para agradecer pelo texto que o fez descobrir algo novo.

Sabe, a ideia principal do Horny Pony é essa. É por isso que eu dificilmente faço propaganda de uma postagem ou abro uma página no Facebook ou perfil do Twitter para o Blog. É o cara chegar no cu da internet, onde este blog se situa, o encontra e acaba passando pela experiência de ler um texto autoral e geralmente violento, ácido ou irônico a respeito de alguma coisa. É por isso que as postagens são numa frequência de merda, porque eu prefiro postar algo bem trabalhado feito geralmente num status de empolgação (textos frios não ficam tão bons) a atolar de conteúdo de merda só para dizer que tem, que é atualizado.

Eu não sei quantos realmente leem essa bodega aqui e isso sinceramente não importa. Eu sempre brinquei que são 3 os leitores recorrentes dessa geringonça e eu realmente acho que o número está por aí mesmo. Enfim, eu só queria dizer que sou grato, não sei dizer pelo quê, então vou jogar direto um genérico “por tudo”. Agora só não vou deixar a peteca cair.  Cinco anos de pônei excitado.

Dizem que manter uma ereção por mais de seis horas é algo perigoso, cinco anos, então…

 

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5 respostas para “Cinco anos de ereção prolongada

  • Doc Cocamonga

    Parabéns pelo blog! Possui umas postagens com bom convencimento e atualmente anda bem ácida, numa linha mais baurete de jogos. Falta mais esse tipo de conteúdo. Não tô falando de ser escroto de graça pra aparecer, mas servir uma cadeira pra alguém amarrada em alguma bola de canhão. É isso que falta mais. Vídeo não tá com essa marra toda de destronar ou remover a serventia de outros métodos de expressar opinião. See ya later, alligator!

  • brenucci

    PARABÉNS PELOS 5 ANOS DO BLOGÃO
    Comecei a seguir o blog lá pra 2012 onde sem querer cliquei num link na Alliance e vim parar aqui. Quando li um dos textos (O do Coringa, acho), eu acabei com meu orgulhinho de “sou otacão cult e curto o Coringa DEEPZÃO EDGY” ferido, mas ao mesmo tempo eu gargalhava com o texto. De lá um tempão passou e continuei lendo os textos, alguns fodões o suficiente pra me fazer ter uma visão mais criticazinha e questionar minhas próprias opiniões e talz, outros que geravam CENAS LAMENTÁVEIS nos comentários e alguns que simplesmente eu não concordava. Enfim, ver textos bem escritos nesse nível, que conseguem equilibrar uma acidez imensa, tal como as ideias bem demonstradas e ao mesmo tempo concisas não é algo que se vê sempre. Well, boas ereções e que elas se prolonguem por mais anos

  • C.C

    Muito bom seu texto, Creisson. Meus favoritos do blog são os mais abertos(os que fazem reviews também são ótimos por sinal), me divertem pra caramba. E gostaria de parabenizar e agradecer pelos cinco anos de ereção prolongada! Parabéns pelo blog e obrigado pelos textos!

  • Anne

    Parabéns pelo blog Creisson. Apesar de eu ter me afastado das coisas, eu ainda leio seu blog e concordo com muita coisa que você diz.
    Nunca deixe de ser chato. Esse é seu charme.

  • Fullmetal Alchemist Brotherhood: De 2013 a 2016 | Horny Pony

    […] do texto que referenciavam que ele seria uma forma de homenagear o segundo aniversário do Blog (já fizemos até o quinto). Por mim, acho que ele serve muito bem para finalizar 2016, uma vez que, depois de tanta merda, […]

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