Arquivo do autor:Creissonino

Análise: Splatoon 2

Apesar de parecer um cara meio revoltado e pá, eu sou uma pessoa bem tranquila jogando. Nunca dei bola pra competitivo, nunca fui de jogar on-line, de me preocupar com cagada dos coleguinhas do time e tal. Aliás, eu desmerecia tanto essa prática que eu era desses que jogava DotA e fazia as cagadas de propósito só para ver o rage do outro lado. Continue lendo

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E3 2018: sendo curto e grosso — ao menos era a minha ideia.

Vai sem imagem de abertura mesmo porque eu tô com preguiça de fazer uma. Aliás, nem imagem ou vídeo eu botei. 

É para falar sobre a E3? Então a gente vai falar sobre a E3 só para não perder o hábito mesmo. Hoje não me dei ao trabalho nem de abrir um arquivo do Word e escrever bonitinho. Vai direto na ferramenta do WordPress mesmo. Isso mostra o quão foda-se eu fui para o evento nesse ano. Continue lendo


[PonyExpress] Pokémon Let’s Go

>Remake de um jogo já cansado de ser jogado;
>Continuam com essa merda de lambança de bolas da Geração 1;
>Sistema simplificado pra agradar imbecil;
>Surfar na onda de um aplicativo de bosta que já pararam de jogar já tem um ano;
>Minha reação quase real diante de tudo isso:

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Eu sei que vão lançar outro Pokémon que aparentemente é de verdade em 2019, mas e o medo de estragarem diante de uma repercussão positiva desse lixo anunciado que é o Let’s Go? A aparência gráfica disso aí é nojenta e consegue ser mais tosca do que a do ORAS. Sem falar que até hoje eu não consigo entender a motivação de se fazer a porra de um jogo onde não é possível pegar todos.

A Niantic realizou a façanha de se tornar a developer que eu mais desprezo por contaminar uma série toda com essa merdinha desse sistema do Ingress que evoluiu na tempestade de bosta que é Pokémon Go. Pokémon Let’s Go é o câncer vencendo na franquia e em processo de metástase.


Análise: Batman Ninja

Batman Ninja

Você achou que o Blog morreu, né? Enganei você! Só para constar, eu contei o filme praticamente inteiro aí. Se for comentar, LEIA o texto primeiro antes de falar qualquer asneira que o texto já tenha respondido por si só.

O estudioso Henry Jenkins em sua Obra, Cultura de Convergência (São Paulo: Aleph, 2008) — que estranhamente citei pouco ao longo da história do blog — descreve o processo de transcriação como um “termo cunhado pela Marvel Comics para falar sobre seu projeto Homem-Aranha: Índia, referindo-se ao processo de reinventar e adaptar uma franquia ficcional existente a fim de torná-la mais aceitável e atraente para um mercado nacional”. Ainda, o conceito é desenvolvido e justificado por Jenkins como uma forma de expandir seu mercado em outros territórios onde sua influência não é tão forte: Continue lendo


Análise: Star Wars – The Last Jedi

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Eu vou ser rápido aqui. Não vou ficar com introdução e os caralhos porque não estou com paciência para essa merda. Aliás, eu nem vou me estender muito, visto que provavelmente vou só recortar e colar tudo o que já conversei com os brothers e montar para dar um texto. De verdade. Já de cara adianto que esse só não é o pior filme que assisti nesse ano porque assisti ao Thor: Ragnalol, que é tão ruim que deveria ser hors-concours só para poder considerar Os Últimos Jedi o pior filme do ano, de fato.
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Meus cinco filmes favoritos de 2017 + Dois Bônus

Top5Filmes

A questão é que 2016 foi uma merda para o cinema em geral, salvo poucos títulos. Em compensação, foram poucas as vezes que saí realmente pistola da sala em 2017. De cabeça, de imediato, só me lembro do filme do Thor: Rasgatanga e um outro aí que eu cito mais para frente ainda nesse mesmo post. Nisso, tive uma ideia de enumerar os cinco filmes que mais gostei desse último ano.

Deixando claro aqui que não há uma ordem específica, só fui jogando assim que ia lembrando. Ou talvez tenha e foi montada pelo meu subconsciente, vai saber. Continue lendo


[PonyExpress] Jooj

Rolando uns Lols nervosos de quem sempre falou e insistiu que não viria por aqui

Ainda, não é como se eu estivesse errado em todas as vezes que eu critiquei o fanboy mongolzinho que ficava enchendo o saco. É, como eu falei, só viria depois de Hokuto no Ken e há muito tempo disse que viria a longo prazo, o que aconteceu. Veio, inclusive, provavelmente para ver se dá competição com Hokutão.

Só digo que foi pela editora errada e no pior timing do mundo, visto que, por enquanto, não tem anime em vista e o hype está lá embaixo. Depois não sabem o motivo de mangá acabar encalhando. Aliás, é Panini. Aproveite um mangá gigantesco em periodicidade bimestral.

Pior é que eu nem fico no hype, nem nada. Estava mais empolgado com o Hokutão, se quer saber. Acho que eu já fiquei de saco cheio de Jojo.