Arquivo da categoria: Análises

Análise: Splatoon 2

Apesar de parecer um cara meio revoltado e pá, eu sou uma pessoa bem tranquila jogando. Nunca dei bola pra competitivo, nunca fui de jogar on-line, de me preocupar com cagada dos coleguinhas do time e tal. Aliás, eu desmerecia tanto essa prática que eu era desses que jogava DotA e fazia as cagadas de propósito só para ver o rage do outro lado. Continue lendo

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Análise: Batman Ninja

Batman Ninja

Você achou que o Blog morreu, né? Enganei você! Só para constar, eu contei o filme praticamente inteiro aí. Se for comentar, LEIA o texto primeiro antes de falar qualquer asneira que o texto já tenha respondido por si só.

O estudioso Henry Jenkins em sua Obra, Cultura de Convergência (São Paulo: Aleph, 2008) — que estranhamente citei pouco ao longo da história do blog — descreve o processo de transcriação como um “termo cunhado pela Marvel Comics para falar sobre seu projeto Homem-Aranha: Índia, referindo-se ao processo de reinventar e adaptar uma franquia ficcional existente a fim de torná-la mais aceitável e atraente para um mercado nacional”. Ainda, o conceito é desenvolvido e justificado por Jenkins como uma forma de expandir seu mercado em outros territórios onde sua influência não é tão forte: Continue lendo


Análise: Star Wars – The Last Jedi

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Eu vou ser rápido aqui. Não vou ficar com introdução e os caralhos porque não estou com paciência para essa merda. Aliás, eu nem vou me estender muito, visto que provavelmente vou só recortar e colar tudo o que já conversei com os brothers e montar para dar um texto. De verdade. Já de cara adianto que esse só não é o pior filme que assisti nesse ano porque assisti ao Thor: Ragnalol, que é tão ruim que deveria ser hors-concours só para poder considerar Os Últimos Jedi o pior filme do ano, de fato.
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Análise: Thor Ragnarok

Na real, esse filme é um lixo supremo do caralho. Assim, sem escrúpulo e enrolação, para ir direto ao ponto. Tem um bom tempo que eu não via um filme tão bagunçado, sem sentido e sem comprometimento por nenhuma das partes envolvidas nele. É sério. Ele nem sequer tenta fazer um filme minimamente coerente ou que queira transmitir alguma mensagem ao espectador. Sabendo que eles tinham que tentar fechar uma trilogia do personagem só para tentar também fechar o as pontas abertas de outros filmes, eles pegaram a fórmula MARLEL de ser e pariram essa aberração de circo.

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Análise: Bleach

Eu acompanho Bleach desde 2006. Comecei a ler a série logo quando o mangá foi lançado no Brasil. Ou seja, foram dez anos acompanhando esse troço até seu derradeiro fim, que só consegui parar agora para conferir como ficou. Bleach, querendo ou não, acabou marcando a evolução do meu eu moleque retardado para o babaca raivoso que escreve neste singelo blog. É como se fôssemos decaindo juntos.

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Análise: ABZÛ

Quando eu comprei ABZÛ, até imaginei que seria um jogo pretensioso e metido a artístico. Eu errei. Bom, certamente, é metido a pretensioso e artístico, mas, com certeza, está longe de ser um jogo. Sabe, com o crescimento das chamadas de narrativas digitais, multiformes, hipertextuais ou imersivas, eu realmente acredito que a classificação sobre algo ser ou não ser um jogo é cada vez mais necessária. Ao menos, os desenvolvedores deveriam ter a noção, sinceridade e honestidade de, já no desenvolvimento, admitir que a proposta é fazer, na verdade, um passeio interativo e que, o que estão produzindo lá, não é um jogo. Continue lendo


Um review por parágrafo: Filmes de Heroizinhos – DC Comics (Parte 2)

UM REVIEW POR PARAGRAFODC

Eu cheguei a fazer a primeira parte só com os filmes da Marvel. Agora são os da DC. Ainda vou fazer a parte 3 com filmes diversos, como Watchmen, que, por mais que pertença à DC, ele encarna um universo mais à parte. O mesmo vale para 300 e outros.

Na lista anterior, eu listei cada responsável pelos filmes. Como aqui são todos da Warner, acabei omitindo mesmo. Ressaltando que os parágrafos entre aspas vêm de filmes que já analisei apropriadamente, com o link em questão no nome do filme. Em tempo, fiquei com preguiça de falar de novo dos filmes do Nolan.  Continue lendo