Fullmetal Alchemist Brotherhood: De 2013 a 2016

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Fullmetal Alchemist começou a ser publicado no longínquo ano de 2001 e perdurou por quase dez anos até o seu encerramento em 2010. Durante esse tempo, ganhou uma adaptação animada em 2003, consistida de 50 episódios e cujo final acabou sendo uma história alternativa (também conhecido como filler), um filme (The Conqueror of Shambala) em 2005 que encerra o enredo construído no anime de 2003 e finalmente, uma adaptação fiel em 2009 com 64 episódios, com o subtítulo Brotherhood, objeto desta análise. Continuar lendo “Fullmetal Alchemist Brotherhood: De 2013 a 2016”

Análise: Pokémon Best Wishes

Comecei a ver Best Wishes, a série animada referente aos games Black & White – e que no ocidente recebeu o mesmo nome dos jogos – logo em seu lançamento, em 2010, mas só fui terminá-la agora, em 2016, depois da mesma ter terminado já há muito tempo, a ponto de inclusive a sua série sucessora, XY, ter tempo de se encerrar também. Essa enrolação aconteceu por uma infinidade de motivos, seja do próprio fansub ter demorado um pouco para lançar os episódios em algum momento, seja eu mesmo deixando de lado em detrimento de outras coisas. Eu só peguei embalo para terminar de uma vez, nesses últimos dias por conta da onda Pokemaníaca que me assola sempre que uma nova geração é eminente. Continuar lendo “Análise: Pokémon Best Wishes”

Direita-desu: O analfabetismo político da classe nerd


Na imagem, “Eduardo Cunha utiliza jutsu secreto para romper com o governo

Uma observação que fiz há alguns anos e ela cada vez mais se comprova é a de que o nerdy-gueimer-otaco é naturalmente reacionário para caralho. Eu simplesmente não sei como diabos essa relação se dá, mas ela se dá. Uns 70% da minha lista de amigos do Facebook que se enquadre na categoria Otaco ou gueimer é reacionário. De uma forma que chega a ser escrota. Sempre fiz essa observação. O estopim para começar a escrever estes pensamentos que vão se desenrolar foi a notícia de que o governo ESTADUAL de São Paulo vai começar a taxar mídia digital (numa treta tributária com o município), no caso, num exemplo bem mais direto, os joguinhos do Steam. Continuar lendo “Direita-desu: O analfabetismo político da classe nerd”

O CG – Caralho Gigante – de Sidonia

Nesses últimos dias eu comecei a assistir Knights of Sidonia graças à indicação feita pelo amigo JoJo Rama no último PonyAwards. É uma série bem bacana. É praticamente um Neon Genesis Shingeki no Kyojin in the Fucking Space. O que mais me chamou a atenção, contudo, é a direção artística. A série é completamente naquele estilo de CG Cel Shaded que mantém as características de animação – diferente daquele CG feito nos filmes da Pixar e da Disney (como Detona Ralph), que trabalham com texturas e um sombreamento mais verossímil. Continuar lendo “O CG – Caralho Gigante – de Sidonia”

[DIRECTOR’S CUT] Ponyawards 2014


Como de costume, o primeiro post posterior ao PonyAwards (que fecha o ano letivo do Horny Pony) é composto basicamente de comentários meus a respeito da organização da parada toda. De início, afirmo que esse ano quase não teve PonyAwards. É, eu fiquei os últimos 6 meses do ano sem ver anime algum, até que no começo de 2015 agora o Danny chegou pra mim perguntando se ia rolar ou não e eu acabei mudando de ideia. Para conseguir ter algum conteúdo sobre o qual dissertar, peguei a mania de assistir anime em modo Turbo, usando velocidade de 1,7x a 2,3x para perder menos tempo e conseguir ver séries inteirar numa única tarde, por exemplo. Continuar lendo “[DIRECTOR’S CUT] Ponyawards 2014”

PonyAwards 2014

Chegou aquele momento em que o Horny Pony começa a soltar o verbo sobre o que foi de melhor (ou nem tanto) na animação japonesa no ano que se passou. Esse ano quase que não sai, mas por insistência, aqui estamos.

Nesta edição, a comissão do Pônei é composta novamente por Danny, o criador e admin da página de humor JoJo Manjão e o JoJo Rama, um bro de quem já fiz uma propaganda no post anterior e espero poder contar sempre por aqui (temos inclusive alguns outros planos pro resto do ano).

Os critérios são os de sempre. Animações japonesas que foram exibidas durante as 4 temporadas de 2014. Podem ser contabilizadas animações que começaram em 2013 e terminaram em 2014, bem como animes que tiveram uma nova temporada apenas neste ano, depois de uma pausa.

Aí vamos nós, com um novo modelo estético.

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Amigos Animes

Fugirei um pouco da crítica nesta postagem e mostrarei hoje uma de minhas aventuras num texto literário. Essa crônica ficou no arquivo por quase um ano. Foi desenterrada por conta da época do ano em que estamos e para movimentar o blog, de fato. Veremos como será a repercussão. Sem imagem de abertura dessa vez. Preguiça. E não está revisado. Preguiça [2].

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PonyAwards 2013

Chegou aquele momento em que o Horny Pony começa a soltar o verbo sobre o que foi de melhor (ou nem tanto) na animação japonesa no ano que se passou. Coincidentemente, lançamos no exato momento em que o Oscar rola nos Stazunidos, mas todo mundo sabe qual das duas é a premiação que vale.

Nesta edição, a comissão do Pônei é composta por Danny, o criador e admin da página de humor JoJo Manjão e a Pyon, que é cosplayer e trouxe junto seu namorado, El_Gandalf, para colaborar conosco.

Os critérios são os de sempre. Animações japonesas que foram exibidas durante as 4 temporadas de 2013. A única restrição são os animes considerados infinitos. Ao ser questionado sobre animes com temporadas alternadas, animes que foram finalizados em 2013, mas iniciados em 2012 ou coisa parecida, vem a resposta padrão do “Faça o que achar justo”.

Bem amigos, sem mais delongas, vamos ao vencedores!

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Conheça os 10 Mandamentos do Dai-Otaku King

Se você acha que é o super-otaku comedor de cocotas, é porque não conhece o Dai-Otaku King, que equivale ao “Grande Rei do Otaku” (português não é uma língua que agrega algo ao status otaku). Com grande exclusividade para a coluna de artigos do Horny Pony, ele revelou os 10 mandamentos do Otaku nos eventos de desenho japonês, tipo o Anime Friends e o vindouro Ressaca Friends, agora no fim do ano: Continuar lendo “Conheça os 10 Mandamentos do Dai-Otaku King”

Análise: Gatchaman Crowds

Só para constar, eu contei o final da série inteiro aí. Se for comentar, LEIA o texto primeiro antes de falar qualquer asneira que o texto já tenha respondido por si só.

Sentai é um gênero japonês que diz respeito aos heróis que agem em grupo e estão quase sempre fardados em roupas espalhafatosas. A ideia por trás desse gênero é “trabalhar em equipe para resolver problemas”. Exemplos famosos são Changeman, Kamen Rider e Flashman. Ser Live-Action também não é um pré-requisito, como é o caso de Batalha dos Planetas, também conhecido como Gatchaman. Gatchaman Crowds, por sua vez, chegou para quebrar qualquer paradigma que tenha sido consolidado anteriormente.

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