Arquivo da categoria: Artigo

Jogos bons são atemporais — e Final Fantasy VII, não.

Quer a minha mais singela opinião? Final Fantasy VII é o jogo mais superestimado na história. Por mais que na época ele tenha sido revolucionário ao trazer uma história mediana contada através de horas e mais horas de filminhos pré-renderizados, é notável como tudo nele envelheceu com uma força absurda, do gameplay ao apelo estético. Na prática, ele é um exemplo clássico de um produto que impressiona mais pela novidade do que por sua qualidade. Fruto do hype em uma época em que pouco se analisava tal sentimento como um fenômeno da indústria. Continue lendo


Que tipo de cultura de massa é essa?

Meu próximo post (que já está pronto) ia ser sobre um tuíte merda sobre como Naruto tem boa representação de certos personagens em relação a Dragon Ball, mas eu passei esse aqui na frente por causa de outro tuíte merda que um passarinho (bochechudo) me mostrou: Continue lendo


Extra! Extra! Joguinhos ficarão baratos e os problemas do Brasil acabaram!

O Brasil tem uma mania muito interessante de querer envolver o governo em absolutamente qualquer banalidade possível — apesar de ser cada vez mais presente o clamor popular por um Estado de menor intervenção no cotidiano do cidadão. Pois bem, nossa história de hoje, como muitas outras da contemporaneidade política brasileira, começa no Twitter: Continue lendo


Os Live Action ocidentais e a desvalorização da animação

Ou: Como os Live Action são conceitualmente errados e os reclamões a respeito deles conseguem estar mais errados ainda.

Um bom naco desse texto eu já tinha concebido anteriormente em outra versão, quando o longínquo e flopado Live Action da parte 4 de JoJo foi anunciado nos idos de 2016. Na época eu não levei muito a sério, mas depois eu vi que era para valer, com elenco e diretor confirmados. Naquele momento eu já torci o nariz. Não é por JoJo ou por ser a parte quatro, que eu considero uma merda, mas pelo conceito de Live Action em si. Continue lendo


Fansubbers: Heróis da Revolução Otaku

Título alternativo: Crunchyroll Vs. Fansubs — acabou a mamata!

Eu vou falar sobre esse assunto porque texto dando opinião infundada é mais fácil de fazer do que minhas análises longas de várias páginas que exigem estudo prévio durante sua confecção, mas que ninguém lê. Enfim, eu parto primeiramente da seguinte lógica: pau no cu da Crunchyroll, mas um pau ainda maior dos supostos fansubs que alegam ter sido virtualmente derrubados pelo serviço. Continue lendo


Mangázinhos, pls come to Brazil!!!1111onze!!!

Sim, esse é, de fato, um post sem fundamento algum onde eu só falo merda  com uma pseudo-lista cheia de achismos ditos como se eu realmente manjasse para caralho do mercado editorial de mangá só para ver se atrai a atenção de algum leitor eventual desavisado — do mesmo jeito que já fiz outras vezes como quando falava de JoJo no Brasil. E sim, você provavelmente já deve ter visto essa mesma pauta em outros sites mais sérios sobre o assunto (e provavelmente com os mesmos mangás), mas que se foda. Continue lendo


Dracula Did Nothing Wrong!

É, eu vi o Castlevania da Netflix. De um modo geral, tem uns problemas na progressão narrativa, mas gostei. Tem também o fato de que, dos games da série, joguei mais títulos ruins do que bons. O que eu gosto mais é da atmosfera gótica do que do gameplay em si — a história dos games também não são lá grande coisa, ouso acrescentar. É por isso que eu achei que esse seriado funcionou — visto que só pegou o lore e utilizou uns enredos já existentes apenas vagamente para ter um norte para onde seguir. Continue lendo