Fansubbers: Heróis da Revolução Otaku

Título alternativo: Crunchyroll Vs. Fansubs — acabou a mamata!

Eu vou falar sobre esse assunto porque texto dando opinião infundada é mais fácil de fazer do que minhas análises longas de várias páginas que exigem estudo prévio durante sua confecção, mas que ninguém lê. Enfim, eu parto primeiramente da seguinte lógica: pau no cu da Crunchyroll, mas um pau ainda maior dos supostos fansubs que alegam ter sido virtualmente derrubados pelo serviço. Continuar lendo “Fansubbers: Heróis da Revolução Otaku”

Mangázinhos, pls come to Brazil!!!1111onze!!!

Sim, esse é, de fato, um post sem fundamento algum onde eu só falo merda  com uma pseudo-lista cheia de achismos ditos como se eu realmente manjasse para caralho do mercado editorial de mangá só para ver se atrai a atenção de algum leitor eventual desavisado — do mesmo jeito que já fiz outras vezes como quando falava de JoJo no Brasil. E sim, você provavelmente já deve ter visto essa mesma pauta em outros sites mais sérios sobre o assunto (e provavelmente com os mesmos mangás), mas que se foda. Continuar lendo “Mangázinhos, pls come to Brazil!!!1111onze!!!”

Dracula Did Nothing Wrong!

É, eu vi o Castlevania da Netflix. De um modo geral, tem uns problemas na progressão narrativa, mas gostei. Tem também o fato de que, dos games da série, joguei mais títulos ruins do que bons. O que eu gosto mais é da atmosfera gótica do que do gameplay em si — a história dos games também não são lá grande coisa, ouso acrescentar. É por isso que eu achei que esse seriado funcionou — visto que só pegou o lore e utilizou uns enredos já existentes apenas vagamente para ter um norte para onde seguir. Continuar lendo “Dracula Did Nothing Wrong!”

E3 2018: sendo curto e grosso — ao menos era a minha ideia.

Vai sem imagem de abertura mesmo porque eu tô com preguiça de fazer uma. Aliás, nem imagem ou vídeo eu botei. 

É para falar sobre a E3? Então a gente vai falar sobre a E3 só para não perder o hábito mesmo. Hoje não me dei ao trabalho nem de abrir um arquivo do Word e escrever bonitinho. Vai direto na ferramenta do WordPress mesmo. Isso mostra o quão foda-se eu fui para o evento nesse ano. Continuar lendo “E3 2018: sendo curto e grosso — ao menos era a minha ideia.”

E3 2017: Mas eu nem mesmo gosto de videogames


O texto a seguir é uma parede de texto sem revisão e sem imagem alguma simplesmente porque eu não estou com paciência para isso.

Sabe, eu não entendo. Eu vejo todo mundo comemorando, vibrando e surtando por anúncios e eu estou completamente indiferente a eles. Aliás, acho que nunca fui tão indiferente em relação a uma E3 como eu fui com essa, a começar com a conferência da EA, que eu literalmente não pude assistir e nem sequer me lamentei que iria perdê-la. Continuar lendo “E3 2017: Mas eu nem mesmo gosto de videogames”

Precisamos falar (de novo) sobre a Marvel

marlel

Antes de tudo, quero deixar claro que isso não é um review. Dito isso, começo colocando que nesse domingo fui ver o Doutor Estranho no cinema. Eu já fui com expectativa baixa, dado padrão repetitivo e bobo dos filmes da Marvel, embora no fundo eu torcesse pelo sucesso por causa do Cumberbatch e da Tilda Swinton, que são fodas para caralho. Continuar lendo “Precisamos falar (de novo) sobre a Marvel”

“Obituário” ou “Meus pensamentos a respeito do fim da Alliance”

fimdaalliance

Hoje, 03/07, escrevo este texto. Eu já havia ponderado a respeito do assunto algumas vezes, mas agora acredito que não tem mais volta. Fechei a Alliance para valer. O post de anúncio diz respeito ao portal. O que está aqui, diz respeito somente a mim, opiniões particulares. Um não tem nada a ver com outro, encare-os de forma separada. Continuar lendo ““Obituário” ou “Meus pensamentos a respeito do fim da Alliance””