Videogames têm um problema de diversidade que vão além das questões étnicas ou de gênero

Antes de tudo, queria deixar claro que eu NÃO escrevi esse texto. Ele foi publicado no The Guardian em inglês (Video games have a diversity problem that runs deeper than race or gender) e escrito por um autor anônimo, gostei muito e decidi fazer uma tradução rápida e meio bruta do texto para postá-lo aqui. De um modo geral, achei um texto foda – embora não concorde com alguns pontos como o fato de Gone Homo ser jogo. Digo, não sigo a definição “não é jogo porque não é tiro e morte”, só não acho que aquele filme seja e já deixei isso claro algumas vezes ao longo dos meus textos.  Enfim, aí vai.

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Special Thanks: Satoru Iwata

Em grande maioria das condolências prestadas ao Iwata, acabei me deparando com algum tipo de ressalva à administração dele enquanto CEO da Nintendo. Inclusive a minha. Vendo tudo isso, será que estamos sendo justos? Com qual visão estamos fazendo essas críticas? Continuar lendo “Special Thanks: Satoru Iwata”

Meus Mangazinhusss!!

O primeiro mangá que comprei na vida foi Fullmetal Alchemist. Aquele, em meio tanko e publicado em 2006 ou 2007 pela JBC (eu cheguei a comprar o Electric Tales of Pikachu que a Conrad publicou em forma de gibi quando era moleque, mas esse não conta). Como Fullmetal era e ainda é minha série favorita (foi mal, JoJo), acabei comprando sem pestanejar. Na época, eu nem sabia dessa história de meio tanko e tanko inteiro e achava R$6,50 uma bagatela perto dos mangás a R$9,90 a Panini. É claro que eu sou de humanas e ignorei o fato de FMA ser quinzenal, ser menor e acabar custando R$13,00 por mês enquanto a Panini cobrava quase R$10,00, mas isso era detalhe. Continuar lendo “Meus Mangazinhusss!!”

E3 2015: O ano em que ninguém ganhou

Na moral, essa foi uma das piores E3 que tive a oportunidade de acompanhar. Não teve uma só conferência que se salvasse. De um modo geral, a indústria está com câncer e ela vai morrer em breve por culpa de um ciclo vicioso onde as empresas acostumaram os jogadores com merda e pouca coisa, os jogadores passam a exigir merda e pouca coisa e as empresas veem-se presas a ter que produzir merda e pouca coisa. É o quinto ano que acompanho e vai ser o terceiro texto que faço a respeito. O primeiro foi aqui no Blog e o segundo foi ano passado, publicado no Pausa para um Café, para onde eu escrevia. Continuar lendo “E3 2015: O ano em que ninguém ganhou”

O CG – Caralho Gigante – de Sidonia

Nesses últimos dias eu comecei a assistir Knights of Sidonia graças à indicação feita pelo amigo JoJo Rama no último PonyAwards. É uma série bem bacana. É praticamente um Neon Genesis Shingeki no Kyojin in the Fucking Space. O que mais me chamou a atenção, contudo, é a direção artística. A série é completamente naquele estilo de CG Cel Shaded que mantém as características de animação – diferente daquele CG feito nos filmes da Pixar e da Disney (como Detona Ralph), que trabalham com texturas e um sombreamento mais verossímil. Continuar lendo “O CG – Caralho Gigante – de Sidonia”

Marvel e a Nolanficação em Demolidor

De início, já vou colocando que o Agents of SHIELD é uma merda. Por isso, já adianto que qualquer menção a ela será colocada como SHIT. Em seguida, não é de agora que a Marvel já cansou. Desde Homem de Ferro 3 (que foi uma bosta) ela não se atreve a fazer algo realmente diferente (só Guardiões da Galáxia e, talvez, Capitão América 2). Ela segue a mesma santa fórmula de contar história, repetindo um padrão infinito com 120 piadas por minuto, contando com a certeza de que vai vender pelo simples fato de lá existir o logo “Marvel”. Agents of SHIELD é só um símbolo de que agora, Marvel é sinônimo de pulga atrás da orelha. Cantava a bola de que Vingadores 2 vai ser fraco desde o lançamento do primeiro trailer, com o Ultron que é a cara do Ronaldinho Gaúcho. Continuar lendo “Marvel e a Nolanficação em Demolidor”

[DIRECTOR’S CUT] Ponyawards 2014


Como de costume, o primeiro post posterior ao PonyAwards (que fecha o ano letivo do Horny Pony) é composto basicamente de comentários meus a respeito da organização da parada toda. De início, afirmo que esse ano quase não teve PonyAwards. É, eu fiquei os últimos 6 meses do ano sem ver anime algum, até que no começo de 2015 agora o Danny chegou pra mim perguntando se ia rolar ou não e eu acabei mudando de ideia. Para conseguir ter algum conteúdo sobre o qual dissertar, peguei a mania de assistir anime em modo Turbo, usando velocidade de 1,7x a 2,3x para perder menos tempo e conseguir ver séries inteirar numa única tarde, por exemplo. Continuar lendo “[DIRECTOR’S CUT] Ponyawards 2014”

Jornalismo 10/10, It’s Okay


Quem já me acompanha ou me conhece de perto sabe que eu sustento uma relação de amor e ódio com a imprensa de games. Não é de hoje que eu critico o trabalho realizado pelos chamados “game journalists”, sejam eles em âmbito nacional (como as revistas da Editora Europa, a Nintendo World, o Omelete e o Uol Jogos) ou gringo (as gigantescas IGN, Gamespot e outras).

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[DIRECTOR’S CUT] Ponyawards 2013

Como todos os anos anteriores, o post seguinte ao Ponyawards é sempre composto por comentários meus, o organizador da bagaça. A primeira coisa que irei colocar aqui é um singelo pedido de quem revisou os textos: USEM A PORRA PONTO FINAL DE MANEIRA CORRETA. Sério, Os três colaboradores (a quem agradeço muito também) tiveram problemas com pontuação, seja a utilização de vírgula onde ela não existe, seja a utilização de vírgula onde deveria estar um ponto ou seja ainda a utilização do ponto onde ele não deveria existir. Só que eu não os culpo. É culpa da internet que disseminou o hábito de se escrever como se fala.

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