Arquivo da categoria: Asneiras

E3 2017: Mas eu nem mesmo gosto de videogames


O texto a seguir é uma parede de texto sem revisão e sem imagem alguma simplesmente porque eu não estou com paciência para isso.

Sabe, eu não entendo. Eu vejo todo mundo comemorando, vibrando e surtando por anúncios e eu estou completamente indiferente a eles. Aliás, acho que nunca fui tão indiferente em relação a uma E3 como eu fui com essa, a começar com a conferência da EA, que eu literalmente não pude assistir e nem sequer me lamentei que iria perdê-la. Continue lendo

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“Obituário” ou “Meus pensamentos a respeito do fim da Alliance”

fimdaalliance

Hoje, 03/07, escrevo este texto. Eu já havia ponderado a respeito do assunto algumas vezes, mas agora acredito que não tem mais volta. Fechei a Alliance para valer. O post de anúncio diz respeito ao portal. O que está aqui, diz respeito somente a mim, opiniões particulares. Um não tem nada a ver com outro, encare-os de forma separada. Continue lendo


O post anual sobre a E3 para cumprir tabela

POSTANUALE3

O que você vai ler a seguir são registros reais de conversas que aconteceram durante as apresentações da E3 2016 e postados aqui com autorização do interlocutor.

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Cinco anos de ereção prolongada

Aqui você vai encontrar um texto que no word rendeu um pouco mais de quatro páginas e não vai ter absolutamente nenhuma imagem para ilustrar a leitura e fazer parecer menor do que é. Esteja avisado.

Hoje, dia 4, é o quinto aniversário do Horny Pony. Quando abri o blog em 2011, nunca imaginei que ia ter saco para continuá-lo. A ideia foi de um blog antigo de um colega meu na época, o Mizuiro, que era dono do Pizza Time. Aí eu gostei do estilo que ele tinha e quis fazer algo também. Válido ressaltar que eu estava meio órfão de espaço para escrever porque a Nostalzine Club tinha se encerrado com 25 edições (algo que, pessoalmente, considero marcante). Desde então, escrevi coisas boas e besteiras. Coisas que estão ocultadas por vergonha. Coisas que hoje fogem totalmente do padrão do blog por terem uma ênfase meio pessoal, algo que eu praticamente aboli daqui – digo, vida particular, não opiniões pessoais. Acho que muitos dos que eu considero meus melhores textos, modéstia à parte, estão aqui, em algum lugar. Continue lendo


[PonyExpress] JoJo no Brasil – Parte 3


Já está no trecho, em 57:59.

Parte III porque é a terceira publicação que faço sobre essa novela desgraçada. Dessa vez, vou até me abster de opinião, está postado o vídeo onde a própria editora da Panini fala a respeito e vou quotando exatamente como ela fala e explicando, já que aparentemente ninguém sabe interpretar texto. Continue lendo


Star Wars: O Despertar da Foice (E do Martelo)

Para nota: Esse texto foi escrito em sua maior parte no dia 13/12/2014 e concluído apenas recentemente.

Apesar de sempre trabalhar aqui com textos de cunho especificamente culturais, como as análises de animes, videogames e derivados, eu sempre tive uma inclinação muito forte à política. Não política no sentido de ser um parlamentar ou militar por algum dos lados (eu geralmente deixo esse tipo de discussão e atitude para quem NÃO entende de política), mas por gostar de analisar o tema como um observador mais quieto mesmo. Ver a política como uma ciência, observar todos os pontos de vista, em vez de abraçar um estilo de vida coxa ou petralha. Continue lendo


Meus Mangazinhusss!!

O primeiro mangá que comprei na vida foi Fullmetal Alchemist. Aquele, em meio tanko e publicado em 2006 ou 2007 pela JBC (eu cheguei a comprar o Electric Tales of Pikachu que a Conrad publicou em forma de gibi quando era moleque, mas esse não conta). Como Fullmetal era e ainda é minha série favorita (foi mal, JoJo), acabei comprando sem pestanejar. Na época, eu nem sabia dessa história de meio tanko e tanko inteiro e achava R$6,50 uma bagatela perto dos mangás a R$9,90 a Panini. É claro que eu sou de humanas e ignorei o fato de FMA ser quinzenal, ser menor e acabar custando R$13,00 por mês enquanto a Panini cobrava quase R$10,00, mas isso era detalhe. Continue lendo