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Meus cinco filmes favoritos de 2017 + Dois Bônus

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A questão é que 2016 foi uma merda para o cinema em geral, salvo poucos títulos. Em compensação, foram poucas as vezes que saí realmente pistola da sala em 2017. De cabeça, de imediato, só me lembro do filme do Thor: Rasgatanga e um outro aí que eu cito mais para frente ainda nesse mesmo post. Nisso, tive uma ideia de enumerar os cinco filmes que mais gostei desse último ano.

Deixando claro aqui que não há uma ordem específica, só fui jogando assim que ia lembrando. Ou talvez tenha e foi montada pelo meu subconsciente, vai saber. Continue lendo

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Análise: Thor Ragnarok

Na real, esse filme é um lixo supremo do caralho. Assim, sem escrúpulo e enrolação, para ir direto ao ponto. Tem um bom tempo que eu não via um filme tão bagunçado, sem sentido e sem comprometimento por nenhuma das partes envolvidas nele. É sério. Ele nem sequer tenta fazer um filme minimamente coerente ou que queira transmitir alguma mensagem ao espectador. Sabendo que eles tinham que tentar fechar uma trilogia do personagem só para tentar também fechar o as pontas abertas de outros filmes, eles pegaram a fórmula MARLEL de ser e pariram essa aberração de circo.

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Um review por parágrafo: Filmes de Heroizinhos – DC Comics (Parte 2)

UM REVIEW POR PARAGRAFODC

Eu cheguei a fazer a primeira parte só com os filmes da Marvel. Agora são os da DC. Ainda vou fazer a parte 3 com filmes diversos, como Watchmen, que, por mais que pertença à DC, ele encarna um universo mais à parte. O mesmo vale para 300 e outros.

Na lista anterior, eu listei cada responsável pelos filmes. Como aqui são todos da Warner, acabei omitindo mesmo. Ressaltando que os parágrafos entre aspas vêm de filmes que já analisei apropriadamente, com o link em questão no nome do filme. Em tempo, fiquei com preguiça de falar de novo dos filmes do Nolan.  Continue lendo


Análise: Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar

Quando eu era molequinho, eu sempre achei essa parada de pirataria um porre. Acredito que seja porque o que ficou marcado na minha memória foi o filme d’Os Muppets na Ilha do Tesouro, e na época eu achava essa história de fantoche uma palhaçada (na verdade, eu só fui começar a gostar depois de adulto). Minha opinião sobre pirataria e swashbuckling mudou no ano de 2003, quando peguei para ler o Manual de Aventuras do Cebolinha, que introduzia de uma forma amigável à criançada essa questão de pirataria. No mesmo ano, alguns meses depois, eu viria a assistir o primeiro Piratas do Caribe. Continue lendo


Um review por parágrafo: Filmes de Heroizinhos – Marvel (Parte 1)

Acho que cheguei a comentar mais de uma vez que daria um post e que um dia faria. Pois bem, esse dia chegou. Vou separar os filmes primeiramente em suas respectivas marcas de Gibi e, em seguida, na ordem cronológica de lançamento. Se não comentei a respeito do filme aqui, significa que não assisti ou simplesmente não me recordo dele para dar uma opinião coerente.

Eu ia inicialmente fazer um único post para literalmente todos os filmes, mas os rants contra a Marlel foram tantos que eu acabei tendo que quebrar em várias partes, sendo só os da editora em questão nesse primeiro post. Enfim, aí vai:

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[PonyExpress] A previsibilidade estatística do Oscar de Melhor Filme

O Oscar que premiou os melhores de 2016 ficou marcado pela bagunça que teria premiado La La Land em detrimento do Moonlight, o real vencedor da disputa de melhor filme. No entanto, antes mesmo do comunicado a respeito do erro chegar, a vitória já era questionável. Por uma questão de Moonlight ser melhor do que La La Land? Por uma questão de gosto? Nenhum dos dois.

Por uma questão de estatística. Observa-se que dentre os vencedores de melhor filme dos últimos dez anos, nove deles ganharam momentos antes na mesma cerimônia o prêmio de melhor roteiro, seja ele adaptado ou original. A única exceção é O Artista, de 2011.

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Ou seja, dentro de uma análise histórica e estatística, La La Land, no instante em que não faturou o prêmio de melhor roteiro original, teve as suas chances de vitória diminuídas para 10%.

Explicando: dos dez filmes dos últimos anos (não contando os do próprio 2016), cinco deles venceram o prêmio de roteiro adaptado – o mesmo vencido por Moonlight. Quatro dos vencedores de roteiro original (Spotlight, de 2015, Birdman, de 2014, Discurso do Rei, 2010 e Guerra ao Terror, 2009) faturaram a estatueta principal e apenas um vencedor de melhor filme não ganhou nenhum dos dois prêmios. O cenário para vencedor de melhor filme, portanto, após terem sido entregues as duas estatuetas para os melhores roteiros, eram 10% de vitória para La La Land, 40% para Manchester à Beira Mar, vencedor do melhor roteiro original e 50% de chance para Moonlight.

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Em resumo, aprendemos que A) A Academia prefere roteiros de histórias já contadas antes e B) As outras categorias não indicam absolutamente porra nenhuma, visto o cenário do Oscar que premiava os melhores de 2015, quando a disputa principal no quadro geral era entre Mad Max e The Revenant, mas ganhou o Spotlight como melhor filme.

Agora, enquanto é possível estabelecer de forma matemática e objetiva a relação entre o vencedor de melhor roteiro com o de melhor filme – algo coerente, uma vez que cinema é basicamente é storytelling e a forma mais direta de conseguir esse resultado é com um bom roteiro – os critérios de escolha desses filmes para tais nomeações em si, por sua vez, já são completamente subjetivos. Independente da qualidade do filme, é óbvio que Moonlight, além da Viola Davis em um trabalho sem relação, ganhou por questões políticas (a Academia ia querer pedir desculpas da polêmica do ano passado). Em tempo, não renego La La Land. Acho um filme do caralho e quem critica – principalmente por motivos políticos – é porque não entendeu e não soube interpretar além do coro da própria imprensa que mudou de ideia e decidiu que odiava o filme nas duas semanas que antecediam a premiação.


Iluminismo ou Barbárie: A Crise de Storytelling na indústria de videogames moderna

O Filme de Assassin’s Creed é, tranquilamente, a adaptação mais fiel com relação a transpassar a atmosfera da obra original para dentro de um filme.

Só que isso não é necessariamente algo bom. Continue lendo