Arquivo da categoria: Pony Express

[PonyExpress] Jooj

Rolando uns Lols nervosos de quem sempre falou e insistiu que não viria por aqui

Ainda, não é como se eu estivesse errado em todas as vezes que eu critiquei o fanboy mongolzinho que ficava enchendo o saco. É, como eu falei, só viria depois de Hokuto no Ken e há muito tempo disse que viria a longo prazo, o que aconteceu. Veio, inclusive, provavelmente para ver se dá competição com Hokutão.

Só digo que foi pela editora errada e no pior timing do mundo, visto que, por enquanto, não tem anime em vista e o hype está lá embaixo. Depois não sabem o motivo de mangá acabar encalhando. Aliás, é Panini. Aproveite um mangá gigantesco em periodicidade bimestral.

Pior é que eu nem fico no hype, nem nada. Estava mais empolgado com o Hokutão, se quer saber. Acho que eu já fiquei de saco cheio de Jojo.

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[PonyExpress] Pequeno robô azul sendo fodido por homens de negócios

Então, Mega Man 11 veio e era melhor que nunca tivesse. Gameplay escrotão do Mega Man 8 misturado com o de M9 do crápula do Inafune não me engana desde já. Ele andando tá escroto feito o personagem principal desse Harvest Moon desenvolvido pela Natsume e que custa 60 dilmas.  Lembrete que o Mega no smash se movimenta melhor do que aí.

A minha vontade vendo isso é de chorar, mas de desgosto. Eu sempre falei que preferia que a Capcom deixasse ele morto, porque se era pra fazer isso, tomar no cu. Sabe o Superman putaço no filme da Liga mandando um “VOCÊ NÃO ME DEIXA VIVER, AGORA NÃO ME DEIXA MORRER EM PAZ”? É literalmente o Mega Man falando com a Capcom.

Pior foi quando eu li que esse seria “finalmente um jogo com level design”, quando o bagulho tem claramente a mesma pegada do MM8 cujo gameplay é literalmente andar para o lado em cima de uma plataforma e atirar sem pensar nem nada.

O legal é que está flopando bem já desde cedo. Pegue todos os canais oficiais da CRAPCÃO e vai ver que tem pouquíssimo view para uma franquia que teoricamente é um dos mascotes da empresa. O pior é a fanbase de nicho que não percebe que está fazendo exatamente a mesma coisa que fizeram com o M9, que estava na cara que ia ser uma bomba e a comunidade inteira achando um máximo. Aí na época do lançamento ficaram até disfarçando e hoje consideram o jogo uma bosta, mas ficam dando de joão sem braço, fingindo que sempre desacreditaram naquela bosta desde o começo, mesmo sendo responsáveis por financiar aquela boceta.

O pior é vocês achando que o Inafune tá chorando quando na verdade ele tá é dando risada, igual a quando se cruza com a ex e vê que o cara que te substituiu é bem mais tosco do que você, além de ela ter dado aquela engordada bacana.

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[PonyExpress] Hokutão pela JBC

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Hokutão pela JBC. Lembrando sempre que eu sempre falei que a chance de aparecer esse título por aqui era bem maior do que a de JoJo, seja por ser mais fácil para as editoras, seja para a relevância no mercado de mangás como um todo. Agora dá até para estudar um pouco a possibilidade da supracitada ser ao menos cogitada, visto que HNK pode servir como porta de entrada para o estilo, só analisar se repercute bem. Direto do túnel do tempo:

Não falarei nada de Jojo, é meio difícil o mangá vir pro Brasil, mesmo tendo material pra caramba a ser publicado. É mais fácil que apareça Hokuto no Ken. Tomara que apareça mesmo!

Ressaltando que acertei Toriko, Ao no Exorcist, e FMA em Tanko, além do Hokutão. Nenhum pela editora correta ou sequer no tempo que eu chutei, mas vieram.

Fico feliz que seja a JBC a responsável pelo título em questão. Panini é enganação. Dr. Slump acabou em 1980 e alguma coisa e Pokémon tem mais de cinquenta volumes, mas a babaca da editora os faz em periodicidade bimestral e vai demorar gazilhões de anos para fecharem a publicação. Sem falar na qualidade física dos produtos em questão, que é um horror também.

Se bem que parando para analisar, nem repercutiu com tanta intensidade quanto deveria, dado o fato que é um PUTA MANGAZÃO LENTRA A DO CARALHO. Afinal, não é o animezinho do momento.


[PonyExpress] Trailer do No More Heroes 3

Prós:

-Pai da Bad Girl;
-Travis jogando Hotline Miami;
-Suda na direção do jogo.

Contras

-Unreal Engine 4
-Visual feio do Heroes’ Paradise;
-Trilha não é do Masafumi Takada;
-Não dá pra ouvir a merda do diálogo por causa da música alta;
-Referência a Stranger Things.

Veredicto: Continue lendo


[PonyExpress] O caso de Plágio da IGN Brasil

Eu fico puto pra caralho. Eu, mesmo jornalista já formado, continuo estudando sobre o assunto para ficar cada vez melhor e estudo sobre videogame para aprimorar meus conhecimentos para, um dia, conseguir chegar num veículo bacana e arrasar de vez com a porra toda, fazendo um trabalho exemplar. Aí me aparece um cara em uma posição que eu considero privilegiada e manda ver no plágio sem dó de um gringo achando que não fosse ser pego. A IGN BR (que, até aqui, em contraposição à sua versão gringa, sempre elogiei, com exceção do gerenciamento de mídias sociais de merda deles), já começou o controle de danos e deletou o texto, mas é possível acessá-lo em cachê aqui. Em relação, o vídeo original que resultou no texto em questão, do canal Writing on Games:

Eu de verdade queria entender o que leva a pessoa a isso. O cara que plagiou já está num emprego bom, escrevendo para um veículo de visibilidade e é incapaz de escrever um texto sobre um jogo que abre para uma infinidade real de pautas possíveis? É foda e me deixa deprimido de verdade, porque tem uma caralhada de gente realmente capaz de fazer um trabalho do caralho de foda e é justamente um desses que me apronta uma dessas, para foder ainda mais com a imagem do jornalismo como um todo e do jornalismo de games, cuja opinião a respeito já é tão detonada que esse caso aí é uma gota de chuva no oceano.

O pior é o cara pedindo desculpas e falando de indignidade para com o trabalho como jornalista. Quatro fucking anos de faculdade em que nos quatro batem na tecla de que plágio é crime e é errado e ele vem com esse papinho agora. Que não tivesse feito a merda, caralho. É a mesma coisa quando eu dou aula de redação em cursinho e me entregam redação plagiada sendo que não vai valer nota nem nada. É de foder o cu do balão. Pegar textos externos como referência é simplesmente ótimo, eu faço isso, todo mundo deveria fazer isso, mas não literalmente copiar, assumir a autoria. É errado. É cretino. Você tem que aprender com eles a ponto de produzir o seu próprio, não reproduzir.

Edit: A IGN Brasil chegou a fazer uma retratação formal tempo depois. O problema desse tipo de coisa é que o “Erramos” nunca repercute feito a merda inicial. Mais uma vez, a cartilha do jornalismo de merda está sendo seguida à risca.

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[PonyExpress] A previsibilidade estatística do Oscar de Melhor Filme

O Oscar que premiou os melhores de 2016 ficou marcado pela bagunça que teria premiado La La Land em detrimento do Moonlight, o real vencedor da disputa de melhor filme. No entanto, antes mesmo do comunicado a respeito do erro chegar, a vitória já era questionável. Por uma questão de Moonlight ser melhor do que La La Land? Por uma questão de gosto? Nenhum dos dois.

Por uma questão de estatística. Observa-se que dentre os vencedores de melhor filme dos últimos dez anos, nove deles ganharam momentos antes na mesma cerimônia o prêmio de melhor roteiro, seja ele adaptado ou original. A única exceção é O Artista, de 2011.

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Ou seja, dentro de uma análise histórica e estatística, La La Land, no instante em que não faturou o prêmio de melhor roteiro original, teve as suas chances de vitória diminuídas para 10%.

Explicando: dos dez filmes dos últimos anos (não contando os do próprio 2016), cinco deles venceram o prêmio de roteiro adaptado – o mesmo vencido por Moonlight. Quatro dos vencedores de roteiro original (Spotlight, de 2015, Birdman, de 2014, Discurso do Rei, 2010 e Guerra ao Terror, 2009) faturaram a estatueta principal e apenas um vencedor de melhor filme não ganhou nenhum dos dois prêmios. O cenário para vencedor de melhor filme, portanto, após terem sido entregues as duas estatuetas para os melhores roteiros, eram 10% de vitória para La La Land, 40% para Manchester à Beira Mar, vencedor do melhor roteiro original e 50% de chance para Moonlight.

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Em resumo, aprendemos que A) A Academia prefere roteiros de histórias já contadas antes e B) As outras categorias não indicam absolutamente porra nenhuma, visto o cenário do Oscar que premiava os melhores de 2015, quando a disputa principal no quadro geral era entre Mad Max e The Revenant, mas ganhou o Spotlight como melhor filme.

Agora, enquanto é possível estabelecer de forma matemática e objetiva a relação entre o vencedor de melhor roteiro com o de melhor filme – algo coerente, uma vez que cinema é basicamente é storytelling e a forma mais direta de conseguir esse resultado é com um bom roteiro – os critérios de escolha desses filmes para tais nomeações em si, por sua vez, já são completamente subjetivos. Independente da qualidade do filme, é óbvio que Moonlight, além da Viola Davis em um trabalho sem relação, ganhou por questões políticas (a Academia ia querer pedir desculpas da polêmica do ano passado). Em tempo, não renego La La Land. Acho um filme do caralho e quem critica – principalmente por motivos políticos – é porque não entendeu e não soube interpretar além do coro da própria imprensa que mudou de ideia e decidiu que odiava o filme nas duas semanas que antecediam a premiação.


[PonyExpress] Você pagou com traição a quem sempre lhe deu a mão.

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Eu avisei. No anúncio do Switch eu avisei que isso ia ser bomba. Que o Wii U é um bom console e que foi o maior desperdício da empresa em anos. Essa apresentação aqui só comprovou todas essas minhas expectativas. A começar pela apresentação mesmo, foi um show atolado de material cringe. Vergonha alheia da porra e arrastada que foi digna de uma das apresentações entediantes e sonolentas da Sony. O que aconteceu aos Nintendo Direct, que eram tão bem escritos? Por mais que não anunciassem nada realmente novo, ao menos dava para se divertir, aqui nem isso. Continue lendo