Arquivo da categoria: Pony Express

[PonyExpress] Dando pitaco sobre os indicados ao Oscar 2020

Todo ano, eu faço esse tipo comentário a respeito do Oscar de forma particular com os conhecidos, mas dessa vez eu decidi redigir em formato corrido só para ressuscitar um pouco a coluna do PonyExpress e, de quebra, o Blog junto — mesmo que eu tenha uma pá de texto pendente e que só estou com preguiça de postar. Continue lendo


[PonyExpress] Pokémon Let’s Go

>Remake de um jogo já cansado de ser jogado;
>Continuam com essa merda de lambança de bolas da Geração 1;
>Sistema simplificado pra agradar imbecil;
>Surfar na onda de um aplicativo de bosta que já pararam de jogar já tem um ano;
>Minha reação quase real diante de tudo isso:

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Eu sei que vão lançar outro Pokémon que aparentemente é de verdade em 2019, mas e o medo de estragarem diante de uma repercussão positiva desse lixo anunciado que é o Let’s Go? A aparência gráfica disso aí é nojenta e consegue ser mais tosca do que a do ORAS. Sem falar que até hoje eu não consigo entender a motivação de se fazer a porra de um jogo onde não é possível pegar todos.

A Niantic realizou a façanha de se tornar a developer que eu mais desprezo por contaminar uma série toda com essa merdinha desse sistema do Ingress que evoluiu na tempestade de bosta que é Pokémon Go. Pokémon Let’s Go é o câncer vencendo na franquia e em processo de metástase.


[PonyExpress] Jooj

Rolando uns Lols nervosos de quem sempre falou e insistiu que não viria por aqui

Ainda, não é como se eu estivesse errado em todas as vezes que eu critiquei o fanboy mongolzinho que ficava enchendo o saco. É, como eu falei, só viria depois de Hokuto no Ken e há muito tempo disse que viria a longo prazo, o que aconteceu. Veio, inclusive, provavelmente para ver se dá competição com Hokutão.

Só digo que foi pela editora errada e no pior timing do mundo, visto que, por enquanto, não tem anime em vista e o hype está lá embaixo. Depois não sabem o motivo de mangá acabar encalhando. Aliás, é Panini. Aproveite um mangá gigantesco em periodicidade bimestral.

Pior é que eu nem fico no hype, nem nada. Estava mais empolgado com o Hokutão, se quer saber. Acho que eu já fiquei de saco cheio de Jojo.


[PonyExpress] Pequeno robô azul sendo fodido por homens de negócios

Então, Mega Man 11 veio e era melhor que nunca tivesse. Gameplay escrotão do Mega Man 8 misturado com o de M9 do crápula do Inafune não me engana desde já. Ele andando tá escroto feito o personagem principal desse Harvest Moon desenvolvido pela Natsume e que custa 60 dilmas.  Lembrete que o Mega no smash se movimenta melhor do que aí.

A minha vontade vendo isso é de chorar, mas de desgosto. Eu sempre falei que preferia que a Capcom deixasse ele morto, porque se era pra fazer isso, tomar no cu. Sabe o Superman putaço no filme da Liga mandando um “VOCÊ NÃO ME DEIXA VIVER, AGORA NÃO ME DEIXA MORRER EM PAZ”? É literalmente o Mega Man falando com a Capcom.

Pior foi quando eu li que esse seria “finalmente um jogo com level design”, quando o bagulho tem claramente a mesma pegada do MM8 cujo gameplay é literalmente andar para o lado em cima de uma plataforma e atirar sem pensar nem nada.

O legal é que está flopando bem já desde cedo. Pegue todos os canais oficiais da CRAPCÃO e vai ver que tem pouquíssimo view para uma franquia que teoricamente é um dos mascotes da empresa. O pior é a fanbase de nicho que não percebe que está fazendo exatamente a mesma coisa que fizeram com o M9, que estava na cara que ia ser uma bomba e a comunidade inteira achando um máximo. Aí na época do lançamento ficaram até disfarçando e hoje consideram o jogo uma bosta, mas ficam dando de joão sem braço, fingindo que sempre desacreditaram naquela bosta desde o começo, mesmo sendo responsáveis por financiar aquela boceta.

O pior é vocês achando que o Inafune tá chorando quando na verdade ele tá é dando risada, igual a quando se cruza com a ex e vê que o cara que te substituiu é bem mais tosco do que você, além de ela ter dado aquela engordada bacana.

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[PonyExpress] Hokutão pela JBC

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Hokutão pela JBC. Lembrando sempre que eu sempre falei que a chance de aparecer esse título por aqui era bem maior do que a de JoJo, seja por ser mais fácil para as editoras, seja para a relevância no mercado de mangás como um todo. Agora dá até para estudar um pouco a possibilidade da supracitada ser ao menos cogitada, visto que HNK pode servir como porta de entrada para o estilo, só analisar se repercute bem. Direto do túnel do tempo:

Não falarei nada de Jojo, é meio difícil o mangá vir pro Brasil, mesmo tendo material pra caramba a ser publicado. É mais fácil que apareça Hokuto no Ken. Tomara que apareça mesmo!

Ressaltando que acertei Toriko, Ao no Exorcist, e FMA em Tanko, além do Hokutão. Nenhum pela editora correta ou sequer no tempo que eu chutei, mas vieram.

Fico feliz que seja a JBC a responsável pelo título em questão. Panini é enganação. Dr. Slump acabou em 1980 e alguma coisa e Pokémon tem mais de cinquenta volumes, mas a babaca da editora os faz em periodicidade bimestral e vai demorar gazilhões de anos para fecharem a publicação. Sem falar na qualidade física dos produtos em questão, que é um horror também.

Se bem que parando para analisar, nem repercutiu com tanta intensidade quanto deveria, dado o fato que é um PUTA MANGAZÃO LENTRA A DO CARALHO. Afinal, não é o animezinho do momento.


[PonyExpress] Trailer do No More Heroes 3

Prós:

-Pai da Bad Girl;
-Travis jogando Hotline Miami;
-Suda na direção do jogo.

Contras

-Unreal Engine 4
-Visual feio do Heroes’ Paradise;
-Trilha não é do Masafumi Takada;
-Não dá pra ouvir a merda do diálogo por causa da música alta;
-Referência a Stranger Things.

Veredicto: Continue lendo


[PonyExpress] O caso de Plágio da IGN Brasil

Eu fico puto pra caralho. Eu, mesmo jornalista já formado, continuo estudando sobre o assunto para ficar cada vez melhor e estudo sobre videogame para aprimorar meus conhecimentos para, um dia, conseguir chegar num veículo bacana e arrasar de vez com a porra toda, fazendo um trabalho exemplar. Aí me aparece um cara em uma posição que eu considero privilegiada e manda ver no plágio sem dó de um gringo achando que não fosse ser pego. A IGN BR (que, até aqui, em contraposição à sua versão gringa, sempre elogiei, com exceção do gerenciamento de mídias sociais de merda deles), já começou o controle de danos e deletou o texto, mas é possível acessá-lo em cachê aqui. Em relação, o vídeo original que resultou no texto em questão, do canal Writing on Games:

Eu de verdade queria entender o que leva a pessoa a isso. O cara que plagiou já está num emprego bom, escrevendo para um veículo de visibilidade e é incapaz de escrever um texto sobre um jogo que abre para uma infinidade real de pautas possíveis? É foda e me deixa deprimido de verdade, porque tem uma caralhada de gente realmente capaz de fazer um trabalho do caralho de foda e é justamente um desses que me apronta uma dessas, para foder ainda mais com a imagem do jornalismo como um todo e do jornalismo de games, cuja opinião a respeito já é tão detonada que esse caso aí é uma gota de chuva no oceano.

O pior é o cara pedindo desculpas e falando de indignidade para com o trabalho como jornalista. Quatro fucking anos de faculdade em que nos quatro batem na tecla de que plágio é crime e é errado e ele vem com esse papinho agora. Que não tivesse feito a merda, caralho. É a mesma coisa quando eu dou aula de redação em cursinho e me entregam redação plagiada sendo que não vai valer nota nem nada. É de foder o cu do balão. Pegar textos externos como referência é simplesmente ótimo, eu faço isso, todo mundo deveria fazer isso, mas não literalmente copiar, assumir a autoria. É errado. É cretino. Você tem que aprender com eles a ponto de produzir o seu próprio, não reproduzir.

Edit: A IGN Brasil chegou a fazer uma retratação formal tempo depois. O problema desse tipo de coisa é que o “Erramos” nunca repercute feito a merda inicial. Mais uma vez, a cartilha do jornalismo de merda está sendo seguida à risca.

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