Arquivo da categoria: Premiação

PonyAwards 2014

Chegou aquele momento em que o Horny Pony começa a soltar o verbo sobre o que foi de melhor (ou nem tanto) na animação japonesa no ano que se passou. Esse ano quase que não sai, mas por insistência, aqui estamos.

Nesta edição, a comissão do Pônei é composta novamente por Danny, o criador e admin da página de humor JoJo Manjão e o JoJo Rama, um bro de quem já fiz uma propaganda no post anterior e espero poder contar sempre por aqui (temos inclusive alguns outros planos pro resto do ano).

Os critérios são os de sempre. Animações japonesas que foram exibidas durante as 4 temporadas de 2014. Podem ser contabilizadas animações que começaram em 2013 e terminaram em 2014, bem como animes que tiveram uma nova temporada apenas neste ano, depois de uma pausa.

Aí vamos nós, com um novo modelo estético.

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PonyAwards 2013

Chegou aquele momento em que o Horny Pony começa a soltar o verbo sobre o que foi de melhor (ou nem tanto) na animação japonesa no ano que se passou. Coincidentemente, lançamos no exato momento em que o Oscar rola nos Stazunidos, mas todo mundo sabe qual das duas é a premiação que vale.

Nesta edição, a comissão do Pônei é composta por Danny, o criador e admin da página de humor JoJo Manjão e a Pyon, que é cosplayer e trouxe junto seu namorado, El_Gandalf, para colaborar conosco.

Os critérios são os de sempre. Animações japonesas que foram exibidas durante as 4 temporadas de 2013. A única restrição são os animes considerados infinitos. Ao ser questionado sobre animes com temporadas alternadas, animes que foram finalizados em 2013, mas iniciados em 2012 ou coisa parecida, vem a resposta padrão do “Faça o que achar justo”.

Bem amigos, sem mais delongas, vamos ao vencedores!

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PonyAwards 2012

Estamos aqui em mais um ano com o PonyAwards. Esse ano sofreu algumas reformulações, infelizmente o Mizuiro não pode participar, mas chamei dois amigos, o Wonka e o Kaue (que ano passado foi chamado, mas não fez porque provavelmente estava jogando StarCraft) para ajudar. Chamei o Adam que participou do primeiro e queria ter participado do segundo. Ele não pôde fazer, mas deixou o endereço do seu blog: LevelHardcore. Reiterando, a ideia é premiar os animes do ano. Três pessoas com opiniões e gostos diferentes. Cada escolha é individual e não é influenciada pelos outros.

Critérios? Tem que ser animes que foram exibidos durante a as 4 temporadas de 2012. A única proibição são os infinitos como Wan Piss e a Nartocho. Quando me perguntaram se segundas temporadas valiam, o mesmo para novas aberturas de animes já rolando há algum tempo e coisas parecida, acabei respondendo com um “Faça o que você achar justo” ou coisa parecida. Sem mais delongas, vamos às nomeações!
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PonyAwards 2011

É o seguinte. A Ideia original foi do Pizza Awards do mioqs Mizuiro, no ano passado e se chamava Pizzawards. Eu gostei de fazer. Aí quando chegou esse ano, eu fiquei cobrando. Fiquei cobrando. Fiquei cobrando e fiquei cobrando. Mioqs Mizuiro estava ocupado e perguntou se eu não gostaria de transferir a premiação pro meu blog. Eu topei. E cá estamos.

Aí chamei o Mikaelzo, que topa tudo e chamaria o Kauê, que assiste anime também, mas ele estava muito ocupado jogando Starcraft, como sempre. Sem mais delongas, o que interessa. Então, obrigado a ambos que participaram!

Nota: Guilty Crown foi escolhido na abertura por ser o que aparentemente ganhou mais prêmios. Aparentemente, porque eu não contei. Se não foi ele, foda-se, está aí porque eu quis também.

Melhor Animação

Creissonino: Até o começo do mês, eu já tinha em mente que essa categoria iria para algum anime do estúdio Bones, provavelmente para No. 6 ou Un-Go. Até me aparecer Fate/Zero. Esse anime é simplesmente lindo, consegue utilizar muito bem efeitos de sombra e luz, bem como faz cenários riquíssimos e detalhados.

Menções Honrosas: No.6, Gosick (Bones na veia), Ao no Exorcist (animação limpíssima e colorida, uma das poucas coisas que prestaram no anime), Last Exile Ginyoku no Fam.

Mizuiro: É indiscutível a qualidade técnica que o Production I.G possui, podendo ser notada em quaisquer de suas obras. Guilty Crown vai mais longe: o estúdio faz uso de todo seu potencial, resultando em uma qualidade semelhante a de filmes ou OVAs.

Menções Honrosas: Nichijou, BLOOD-C.

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Mikaelocker: Tá, tá. Sou um pouco suspeito pra falar de animação e arte, mas Tiger & Bunny teve a arte que mais me atraiu. Tudo bem, a animação em si peca bastante, mas, episódios onde a animação foi realmente caprichada fizeram com animação de pouca qualidade valer à pena. O esquema de cores usado durante todo o anime foi muito bem escolhido, fazendo a coisa realmente parecer real, também realçando os detalhes.

Melhor Enredo

Creissonino: Ano passado, eu falei que o melhor anime vai ser sempre o de melhor história. Acontece é que neste ano, eu realmente me coloco em conflito com duas séries que acabei gostando do conceito. Então vou dar um dos prêmios para cada um. Guilty Crown é uma reunião de conceitos manjados. É um anime que em diversos momentos você pensa em “parece com, mas não é”. Desse jeito, consegui pensar em Code Geass, Speed Grapher e Evangelion, o jogo Fragile Dreams e até nas séries mais recentes No. 6, Sacred Seven e 「C」. Olha, até que essa mescla de coisas funciona bem sem serem cópias descaradas.

Menções Honrosas: 「C」: The Money of Soul and Possibility of Control, Hunter x Hunter, No. 6.

Mizuiro: Não é à toa que Madoka Magica foi um dos animes mais falados em 2011. Esta animação do SHAFT — que é conhecido pelo seu estilo de animação característico — não se limitou a ser um mahou shoujo usual, utilizando um roteiro de maior complexidade, explorando determinados temas e fazendo com que o espectador debata acerca dos mesmos — basta procurar críticas do anime que verá extensas discussões.

Mikaelocker: 「C」 foi uma descoberta. Só pela sinopse dava pra saber que algo bom iria sair dali. O que eu não sabia é que a ideia de fazer um anime sobre poderes relacionados a dinheiro e como o mundo girava em volta dele fosse tão boa. 「C」 mostrou como a economia influencia nossa vida de uma forma impactante. Vê-se isso em todas as pós-batalha com a mudança no mundo dos empresários (nome dado às pessoas que lutam entre si por dinheiro negro). Outra coisa que chama atenção são os ativos, parceiros dos empresários que são a manifestação física do futuro dos mesmos. Esse conjunto de ideias com várias outras que poderia citar – mas como é só um parágrafo, não vou – dá pra dizer que「C」 se destaca em relação aos outros animes deste ano.

Melhor OST

Creissonino: Para uma OST ser boa, ela precisa ser necessariamente notada, porque você imerge no episódio, ao assisti-lo. Guilty Crown, talvez por contar com músicas bem arranjadas e coerentes com o momento. Ou talvez só por serem cantadas. Tem também o fato de que uma das personagens é cantora e a dubladora deve ter cedido uma porrada de canções pra integrar a OST.

Menções Honrosas: Un-Go, Yumekui Merry, Blood-C, Gosick, Fate/Zero.

Mizuiro: Ambientado na Inglaterra após a Primeira Guerra Mundial, esta bela animação do Gainax traz consigo um enredo envolvido de mistérios. Com um visual elegante, a trilha sonora precisa estar no mesmo nível, e é.
Composta por instrumentos como o violino e piano, a trilha sonora se une perfeitamente ao clima do anime.

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Melhor Abertura

Creissonino: 「C」: The Money of Soul and Possibility of Control possui uma abertura que simplesmente condiz com sua condição de abertura. Em vez de colocar só cenas de ação, explosões e coisa do gênero, a abertura simplesmente te coloca no panorama da série, explicitande de uma forma gráfica muito criativa as consequências do formato da economia mundial, deixando em evidência o valor (que agora nem é tão grande assim hehe) da União Europeia, a força do Euro, a hegemonia americana e outros fatos curiosos do contexto geoeconômico global. E tem a letra da música, Matryoshka, que fala sobre o que somos por dentro, algo coerente com a temática do anime. Clique aqui para ver a Opening.

Menções Honrosas: Deadman Wonderland (OP1), Fate/Zero (OP1), Gosick (OP1), Sket Dance (OP2).

Mizuiro: A abertura de Mawaru Penguindrum certifica-se de exibir os personagens, elementos e símbolos da série de uma forma ágil junto da agradável música “Nornir”, que inicia-se de forma calma e vai intensificando-se. Clique aqui para ver a Opening.

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Mikaelocker: Sabe-se que a maioria das pessoas que baixam anime pra assistir normalmente pulam a abertura pra assistir só o episódio. Isso geralmente ocorre por preguiça de vê-la ou por que a coisa é ruim. Essa abertura não. Essa é aquela abertura que dá gosto de ver quando você assiste. Ela é muito bem ambientada e mostra o caráter principal do anime muito bem. Quando se trata de música, ela é bem neutra. Agrada aos ouvidos e combina com o que é mostrado. Clique aqui para ver a Opening.

Melhor Encerramento

Creissonino: O encerramento de Un-Go me deixa sem palavras. Eu não consigo procurar adjetivos para descrevê-lo. Un-Go é sempre o último anime da noite, porque sei que vou dormir bem, com esse encerramento sendo a melhor possível para se encerrar uma “sessão anime”. Clique aqui para ver a Ending.

Menções Honrosas: : Fate/Zero, Ao no Exorcist (ED2), Last Exile Ginyoku no Fam (ED1), Hunter x Hunter (ED1), Guilty Crown (ED1), Bakuman (ED2) (sim, o ano foi bom para endings).

Mizuiro: Devo dizer que foi uma escolha difícil de fazer. Não por haver muitos encerramentos bons, mas pela falta deles (se uma temporada de K-ON! tivesse sido exibida esse ano seria bem mais fácil…). O primeiro encerramento de SKET Dance exibe os três protagonistas de costas e, ao fundo, cenas do mangá do qual foi baseado. A escolha da música não poderia ser melhor: The Pillows consegue fazer qualquer animação se tornar agradável. Clique aqui para ver a Ending

Mikaelocker: Também sou suspeito pra falar sobre encerramentos, afinal, quase sempre não os assisto. Mas, essa foi diferente. A música – o principal de uma abertura ou encerramento, eu acho – combinou bem para um encerramento. Ao mesmo tempo, as imagens, apesar de ser no mesmo estilo de todas as aberturas que se vê por ai ficaram bonitas e combinam também com a trilha em questão. Clique aqui para ver a Ending

Melhor Personagem Masculino

Creissonino: Convenhamos, Fate/Zero é uma monotonia só, por melhor que seja o anime. Quando eu finalmente penso em fechar a janela para uma pausa, me aparece o grandão Iskander, conhecido por essas bandas como Alexandre, o Grande, do nada. Ele salva a série pois é bem construído e é um personagem que me faz rir. Quer melhor pergunta que “Oh, Saber… Onde está sua roupa fashion”? Ou na pérola recente “Vamos lá, comprei um videogame novo. Eu deixo você jogar o Coop comigo”.

Menções Honrosas: Gilgamesh (Fate/Zero), Souichiro Mikuni (「C」: The Money of Soul and Possibility of Control), Gai (Guilty Crown), Mephisto (Ao no Exorcist), Amaimon (Ao no Exorcist), Brian Roscoe (Gosick)

Mizuiro: O autor de Dantalian no Shoka foi bastante corajoso ao desenvolver o personagem. Digo isso porque Huey difere-se da grande maioria de personagens masculinos vistos em animes: ele não é um babaca!
Durante a série, ele se mostrou bastante maduro e inteligente. Dalian, garota que é responsável pela biblioteca de seu avô, está sempre o tratando com desrespeito (em outras palavras, uma tsundere), e mesmo assim se mantém sereno (e não abobalhado, como os personagens que já conhecemos).

Mikaelocker: Sim! Ele! O personagem principal de Steins; Gate! O Autodenominado cientista louco! Dr.Hououin Kyouma! Essa foi uma decisão difícil de fazer. Não por ter muitas escolhas, mas por que nenhum outro personagem me chamou atenção. Até por que eu só fui assistir Steins;gate ontem. Mas, verdade seja dita, Okabe Rintarou(Seu nome verdadeiro) foi um personagem fascinante. Um cientista lúdico que monta um laboratório pra atender as próprias fantasias em prol de sua amiga de infância, Maiyuri Shiina e acaba – mesmo que por acidente – criando uma máquina dimensional que envia e-mails para o passado. Isso é realmente excitante, pois rola toda uma trama por volta desse acontecimento. Na melhor aplicação de conceito de ação e reação.

Melhor Personagem Feminino

Creissonino: De início, uma garotinha/o (não consigo identificar, alguns personagens de anime são praticamente impossíveis) que apenas acompanha o detetive Shinjurou como uma ajudante. Mas o episódio tem uma reviravolta fantástica em todas as vezes que Inga, de Un-Go, assume sua forma adulta como “chefe” de Shinjurou. As poucas aparições são impactantes e pequena/o Inga muitas vezes não consegue contê-la. Seu poder é muitas vezes evitado de ser usado, afinal, consumir a alma de alguém para obrigar essa pessoa dizer a verdade não é algo muito ético a se fazer. É uma personagem realmente empolgante.

Menções Honrosas: Himeko (Sket Dance, ela me lembra de uma pessoa…), Cordelia Gallo (Gosick)

Mizuiro: A história de Usagi Drop é simples: um homem solteiro, sem experiência deve cuidar de uma criança. Mas aqui, o desenvolvimento dos personagens foi bem feito, e Rin foi uma das melhores crianças que já vi em um anime. Mostrando-se madura em muitos momentos, em outros, ingênua como alguém de sua idade, fazendo dela um personagem rico.

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Mikaelocker: Menma foi, acho eu, o único personagem que conseguiu atrair a minha atenção. Não só pelo seu character design (que alias ficou muito fantástico), mas sim pela idéia de uma criança de uns 6 de idade anos estar num corpo de uns 16 e com apenas um cara podendo vê-la. Também chamou a atenção como os japas conseguiram fazê-la realmente parecer uma criança em corpo adulto sem ficar de, alguma forma, bizarro.

Surpresa do Ano

Creissonino: Inicialmente, torci o nariz por ser a Jump. Mas aí chegou o mioqs Mizuiro – sempre ele que me aparece com essas coisas, já foi assim com Bakuman – e falou “Pega SKET Dance, afinal é da Tatsunoko também” (tá, não foi exatamente isso, mas foi quase). Realmente, eu tenho um fraco por animes da Tatsunoko (igual aos do Bones), e acabei pegando. Descobri uma comédia divertida até, com personagens bem desenvolvidos e extremamente carismáticos em volta de um enredo simplérrimo. Só ganha pontos negativos por ser um mangá colegial, mas como é tudo bem exagerado, então está valendo.

Menções Honrosas: Supernatural: The Animation, Yumekui Merry.

Mizuiro: Antes de uma temporada começar, sempre olho nos charts e escolho os animes cujas sinopses mais me agradaram. E ignorei completamente Mawaru Penguindrum, mas com tanta gente falando me senti obrigado a ver. E eis minha surpresa ao ver algo completamente louco — mas (muito) bom.

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Mikaelocker: Realmente, uma surpresa relativamente boa. Ninguém, NINGUÉM achava que Guilty Crown seria tão bom quanto é. Não sei se é pelo tema relativamente clichê ou pela sinopse fraca, mas ninguém tinha esperanças de assistir o que assistiu – pelo menos nos primeiros episódios. Só não posso falar mais por que ainda está em exibição. O que dá uma boa oportunidade de assistir e também se surpreender.

Decepção do Ano

Creissonino: Digamos que eu nunca crio expectativa para nada. Para o único anime que criei alguma este ano, Freezing acabou sendo uma bela merda. Animação grotesca, dublagem grotesca, enredo grotesco, personagens tosquíssimos, sem carisma e tudo mais. Tá certo que é Ecchi e por causa disso, a já ganha +30 de ruindade, mas todo o resto também é uma bela porcaria. É uma tentativa frustrada de fazer um novo Vandread.

Mizuiro: Li um ou dois capítulos de Deadman Wonderland antes do anime começar e confesso que achei interessante. Não avancei muito desde então e fiquei somente no anime, e que decepção. Personagens ruins e um roteiro que, apesar de inicialmente bom, não recebe um bom desenvolvimento.

Menções Honrosas: Guilty Crown.

Mikaelocker: Quem pegou pra ler a lista de animes da temporada de aonde Sacred Seven foi exibido TINHA alguma esperança desse anime ser bom. Mas não foi. Eu, pelo menos, estava pensando que seria algo como um herói que ganha poderes e junto com seis amigos e sai pra combater um mal maior (ÊÊÊ^^EÊÊ^, reviver infância). Até que me vi assistindo um anime onde o personagem principal é um cara algum tipo de complexo por ter machucado pessoas com um tipo de poder que ele carregava dentro de si. Até ai tudo bem. Ele tem o poder e vai se juntar aos seis amiguinhos heróis dele, certo? Errado. Chega uma garota rica com poder de deixar o poder do cara “do bem” através de gemas especiais. Esta, carregando o Naruto preso numa cabeça de pedra, só que ao invés de falar aquela palavra rand dele toda hora, o infeliz fala “inferno”. Ai, depois de tuuuudo isso… Tcharam! Ela o transforma, ele ganha 7 poderes diferentes, ganha uma roupinha tão linda quanto a do quico, matou o monstro e adivinha? Eles estão estudando juntos! Em resumo, o que acontece é: Eles pegam a ideia que é relativamente boa em relação ao intuito do anime (vender) e a fazem ficar de um jeito que dá repulsão pra quem vê e no final empurram isso por 12 semanas a fio até conseguirem um final mais ou menos pra ela.

Troll do Ano

Creissonino: Essa foi uma sacanagem que fizeram comigo. Um grupo de amigos chegou e falou “Você vai ver Seikon no Qwaser, porque é muito foda”. A verdade é que eu fui ver sem saber que eles estavam tirando uma da minha cara. Imaginemos então que Seikon no Qwaser I é uma porcaria. Seikon no Qwaser II é um dos maiores lixos que eu tive a (infeliz) oportunidade de assistir esse ano. Tudo que é de ruim no primeiro se repete no segundo (como por exemplo, o abuso desnecessário dos peitões) e o pouco que era bom, se perde. E o mais engraçado é que são 12 episódios, mas o enredo só aparece até o sete ou oito (nem vou conferir, tenho medo). Só a Ending é boazinha.

Menções (não tão) Honrosas: No.6, No.6 e No.6 (não é ruim, mas tentar explicar o motivo de estar aqui me deixa com ânsia).

Mizuiro: Não cheguei a assistir Fractale, e ao ver tantas pessoas falarem tão bem da tal animação (nota-se o sarcasmo), resolvi deixar de lado.
Parabéns Yamakan, você realmente trollou o público esse ano.

Breakline

Breakline

Mikaelocker: Tá ai uma anime que dá pra chamar de troll. Só não botei ali em decepção por que já tinha o Sacred Seven pra suprir isso. Então, como estou com preguiça de escrever delicadamente o que se passa ali, vou dizer o motivo de trollagem bem rapidinho! No começo você se empolga, fala “Opa! Isso é um pouco gay!” E deixa passar, eles ainda são crianças. Depois que começa a historia de verdade, você fala: “AAAAAAAAAAAAAAAAH, MEUS OLHOS! YAOOOOOI”. Ai você vai lá, deleta toda a pornografia gay do seu PC e vai assistir até mesmo Sacred Seven pra esquecer 8D

Pior do Ano

Creissonino: Conseguindo superar Freezing, como a aberração do ano, aparece Ano Hi Mita Hana no Namae o Boku-tachi wa Mada Shiranai, ou pra encurtar esse título desnecessariamente longo, AnoHana. Falando sério, essa foi baboseira das grandes. Pra quê japonês quer fazer anime assim quando eles mesmos já fazem os Doramas? Anime é algo animado justamente por querer fugir da realidade, não animar uma porcariazinha Moe pros Otakus (tanto no sentido ocidental e oriental da palavra) ficarem idolatrando. O mais interessante é que na época de exibição todo mundo ficou “nossa, é o anime do Ano” “vai ser lembrado para sempre” “mimimi, emocionante, mimimi”, mas hoje em dia, quem se lembra? Foi igual a Panty & Stocking With Gatterbelt, outra porcaria desnecessariamente idolatrada (mas esse foi do ano passado)

Menções (não tão) Honrosas: Freezing, Seikon no Qwaser II, Kore Wa Zombie Desu Ka?, Blood C, Wolverine, Toriko.

Mizuiro: Assim como disse na categoria Decepção do Ano, Deadman Wonderland é fraco em todos os pontos. Personagens ruins (minha vontade de socar o protagonista era grande, e nesse caso não é uma coisa boa), roteiro ruim — forçado na maioria das vezes — e uma parte técnica… Ruim. Pois é.

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Mikaelocker: Por mais que um ou dois choram e esperneiam por ele, dentre todos os animes que assisti esse ano, ele foi o pior. Como dito antes, foi decepcionante como uma ideia que poderia ser explorada de maneira melhor, MESMO PEGANDO EXEMPLO DE OUTROS ANIMES, pode ser rebaixada ao nível que foi em Sacred Seven.

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Anime do Ano

Creissonino: Já falei, não voltarei atrás na minha afirmação que 「C」: The Money of Soul and Possibility of Control é o melhor anime do ano. Tem um enredo bom, personagens bons, início, desenvolvimento e fim. E um conceito, fantástico também. É, realmente digno de ser chamado de Anime. Clássico Cult, como Akira, Evangelion e Ghost In the Shell? Não faço a mínima. Um dos pré-requisitos, que é passar uma mensagem atrás de um enredo dentro de um universo inovador já preencheu.

Menções Honrosas: Guilty Crown, Hunter X Hunter, Sket Dance.

Mizuiro: Cativante. Bonito. Intrigante. É com essas três palavras que caracterizo Mawaru Penguindrum, que para mim é o melhor lançamento deste ano. Inúmeros personagens são apresentados aqui, e cada um mais interessante que o outro. A trama é cheia de momentos impactantes e que ocasionalmente fazem o telespectador shitar brix — unidos de uma qualidade técnica impecável.

HATERS GONNA HATE!

Menções Honrosas: Puella Magi Madoka Magica.

Mikaelocker: E chegamos ao mais aguardado prêmio aqui! Oeee! Não só pelo enredo bem-feito, mas também pela animação, ideia passada e ambientação bem-feita, 「C」: The Money of Soul and Possibility of Control cativou todos com quem conversei sobre, além de, conseguir sempre criticas positivas em todo canto que eu olhava. Não há duvidas de que entre todos os animes que se destacaram, 「C」 foi o que mais se destacou.


O Primeiro fim de ano do Horny Pony! Que venham outros! E soltem um comentário aí! Não mata ninguém e estimula os autores a produzirem mais e mais merda.