Arquivo da categoria: Reflexões

“Obituário” ou “Meus pensamentos a respeito do fim da Alliance”

fimdaalliance

Hoje, 03/07, escrevo este texto. Eu já havia ponderado a respeito do assunto algumas vezes, mas agora acredito que não tem mais volta. Fechei a Alliance para valer. O post de anúncio diz respeito ao portal. O que está aqui, diz respeito somente a mim, opiniões particulares. Um não tem nada a ver com outro, encare-os de forma separada. Continue lendo


Goodnight, Sweet Prince

2016 realmente não para. Primeiro foi o Bowie. Agora, Prince. Eu sinceramente não sei qual baque foi pior. O Bowie já estava velho (e nem era tanto assim), mas ter lançado um disco dois dias antes e ainda ter escondido a doença por um ano e meio foi algo que pesou. O Prince, já, foi simplesmente do nada. Eu tinha visto que ele tinha ficado com gripe a ponto de se internar no hospital, mas a gente sempre esquece que gripe também mata. Continue lendo


Cinco anos de ereção prolongada

Aqui você vai encontrar um texto que no word rendeu um pouco mais de quatro páginas e não vai ter absolutamente nenhuma imagem para ilustrar a leitura e fazer parecer menor do que é. Esteja avisado.

Hoje, dia 4, é o quinto aniversário do Horny Pony. Quando abri o blog em 2011, nunca imaginei que ia ter saco para continuá-lo. A ideia foi de um blog antigo de um colega meu na época, o Mizuiro, que era dono do Pizza Time. Aí eu gostei do estilo que ele tinha e quis fazer algo também. Válido ressaltar que eu estava meio órfão de espaço para escrever porque a Nostalzine Club tinha se encerrado com 25 edições (algo que, pessoalmente, considero marcante). Desde então, escrevi coisas boas e besteiras. Coisas que estão ocultadas por vergonha. Coisas que hoje fogem totalmente do padrão do blog por terem uma ênfase meio pessoal, algo que eu praticamente aboli daqui – digo, vida particular, não opiniões pessoais. Acho que muitos dos que eu considero meus melhores textos, modéstia à parte, estão aqui, em algum lugar. Continue lendo


Spaceboy, Are You Sleeping Now?

O começo dessa estranheza espacial me começou quando eu era bem pequeno. Esse “pequeno” de não lembrar absolutamente nada a respeito. Segundo alguns relatos, eu era ninado ao som de Life on Mars? no antigo aparelho de som aqui em casa. Desde então, sempre escutei suas músicas de nos últimos dez anos para cá, meu vício no trabalho do Camaleão do Rock só aumentou. Continue lendo


Direita-desu: O analfabetismo político da classe nerd


Na imagem, “Eduardo Cunha utiliza jutsu secreto para romper com o governo

Uma observação que fiz há alguns anos e ela cada vez mais se comprova é a de que o nerdy-gaymer-otaco é naturalmente reacionário para caralho. Eu simplesmente não sei como diabos essa relação se dá, mas ela se dá. Uns 70% da minha lista de amigos do Facebook que se enquadre na categoria Otaco ou Gaymer é reacionário. De uma forma que chega a ser escrota. Sempre fiz essa observação. O estopim para começar a escrever estes pensamentos que vão se desenrolar foi a notícia de que o governo ESTADUAL de São Paulo vai começar a taxar mídia digital (numa treta tributária com o município), no caso, num exemplo bem mais direto, os joguinhos do Steam. Continue lendo


Videogames têm um problema de diversidade que vão além das questões étnicas ou de gênero

Antes de tudo, queria deixar claro que eu NÃO escrevi esse texto. Ele foi publicado no The Guardian em inglês (Video games have a diversity problem that runs deeper than race or gender) e escrito por um autor anônimo, gostei muito e decidi fazer uma tradução rápida e meio bruta do texto para postá-lo aqui. De um modo geral, achei um texto foda – embora não concorde com alguns pontos como o fato de Gone Homo ser jogo. Digo, não sigo a definição “não é jogo porque não é tiro e morte”, só não acho que aquele filme seja e já deixei isso claro algumas vezes ao longo dos meus textos.  Enfim, aí vai.

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Special Thanks: Satoru Iwata

Em grande maioria das condolências prestadas ao Iwata, acabei me deparando com algum tipo de ressalva à administração dele enquanto CEO da Nintendo. Inclusive a minha. Vendo tudo isso, será que estamos sendo justos? Com qual visão estamos fazendo essas críticas? Continue lendo