E3 2017: Mas eu nem mesmo gosto de videogames


O texto a seguir é uma parede de texto sem revisão e sem imagem alguma simplesmente porque eu não estou com paciência para isso.

Sabe, eu não entendo. Eu vejo todo mundo comemorando, vibrando e surtando por anúncios e eu estou completamente indiferente a eles. Aliás, acho que nunca fui tão indiferente em relação a uma E3 como eu fui com essa, a começar com a conferência da EA, que eu literalmente não pude assistir e nem sequer me lamentei que iria perdê-la. Continuar lendo “E3 2017: Mas eu nem mesmo gosto de videogames”

Análise: Mad Max


Eu ia tentar abrir o jogo para eu mesmo tirar as screens dele, mas fiquei com preguiça e acabei pegando as imagens do Google. Interessante que eu achei pouquíssimas imagens de gameplay mesmo, então provavelmente a preguiça não foi só minha. Não julgo. 

Eu demorei literalmente um ano para terminar esse jogo. Isso não aconteceu por ele ser extenso no modo principal, muito menos por eu me preocupar em fazer 100% ou sequer as missões paralelas. É porque ele é simplesmente tedioso. Eu jogava uma, duas, três horas, depois ficava dias ou até mesmo meses sem iniciá-lo para dar prosseguimento. Ele é desnecessariamente cansativo. E eu digo cansativo não por ser intenso, mas por conta da monotonia que abate o jogador.

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[PonyExpress] O caso de Plágio da IGN Brasil

Eu fico puto pra caralho. Eu, mesmo jornalista já formado, continuo estudando sobre o assunto para ficar cada vez melhor e estudo sobre videogame para aprimorar meus conhecimentos para, um dia, conseguir chegar num veículo bacana e arrasar de vez com a porra toda, fazendo um trabalho exemplar. Aí me aparece um cara em uma posição que eu considero privilegiada e manda ver no plágio sem dó de um gringo achando que não fosse ser pego. A IGN BR (que, até aqui, em contraposição à sua versão gringa, sempre elogiei, com exceção do gerenciamento de mídias sociais de merda deles), já começou o controle de danos e deletou o texto, mas é possível acessá-lo em cachê aqui (edit: na surdina, o “original” voltou ao ar) . Em relação, o vídeo original que resultou no texto em questão, do canal Writing on Games:

Eu de verdade queria entender o que leva a pessoa a isso. O cara que plagiou já está num emprego bom, escrevendo para um veículo de visibilidade e é incapaz de escrever um texto sobre um jogo que abre para uma infinidade real de pautas possíveis? É foda e me deixa deprimido de verdade, porque tem uma caralhada de gente realmente capaz de fazer um trabalho do caralho de foda e é justamente um desses que me apronta uma dessas, para foder ainda mais com a imagem do jornalismo como um todo e do jornalismo de games, cuja opinião a respeito já é tão detonada que esse caso aí é uma gota de chuva no oceano.

O pior é o cara pedindo desculpas e falando de indignidade para com o trabalho como jornalista. Quatro fucking anos de faculdade em que nos quatro batem na tecla de que plágio é crime e é errado e ele vem com esse papinho agora. Que não tivesse feito a merda, caralho. É a mesma coisa quando eu dou aula de redação em cursinho e me entregam redação plagiada sendo que não vai valer nota nem nada. É de foder o cu do balão. Pegar textos externos como referência é simplesmente ótimo, eu faço isso, todo mundo deveria fazer isso, mas não literalmente copiar, assumir a autoria. É errado. É cretino. Você tem que aprender com eles a ponto de produzir o seu próprio, não reproduzir.

Edit: A IGN Brasil chegou a fazer uma retratação formal tempo depois. O problema desse tipo de coisa é que o “Erramos” nunca repercute feito a merda inicial. Mais uma vez, a cartilha do jornalismo de merda está sendo seguida à risca.

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[PonyExpress] Você pagou com traição a quem sempre lhe deu a mão.

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Eu avisei. No anúncio do Switch eu avisei que isso ia ser bomba. Que o Wii U é um bom console e que foi o maior desperdício da empresa em anos. Essa apresentação aqui só comprovou todas essas minhas expectativas. A começar pela apresentação mesmo, foi um show atolado de material cringe. Vergonha alheia da porra e arrastada que foi digna de uma das apresentações entediantes e sonolentas da Sony. O que aconteceu aos Nintendo Direct, que eram tão bem escritos? Por mais que não anunciassem nada realmente novo, ao menos dava para se divertir, aqui nem isso. Continuar lendo “[PonyExpress] Você pagou com traição a quem sempre lhe deu a mão.”

Análise: Pokémon Go

Eu estou fazendo isso por causa de uns comentários recentes, de que meu “padrão de qualidade” (nota-se a ironia autoimposta na utilização das aspas) teoricamente teria caído, dadas as minhas últimas análises, como Caça-fantasmas, Star Wars e Batman V Superman. Quero colocar, antes de tudo, que a única nota que hoje eu diminuiria é a do Star Wars. Tendo isso em vista, vamos então trabalhar com algum objeto que certamente vai trazer toda a amargura de volta ao Horny Pony.  Continuar lendo “Análise: Pokémon Go”

Um review por parágrafo: Xbox 360

Esse foi provavelmente o videogame que mais me deu dor de cabeça na vida. Comprei ele de aniversário, lá para 2009, antes mesmo de existir o modelo slim. Quando fui atrás de preço e os diabos, descobri que tinha que ficar de olho em placa porque uma esquentava (Jasper) e a outra esquentava ainda mais (Falcon). O bichinho é destravado e, por conta disso, tive que mandar o aparelho para o conserto algumas vezes. Uma ou outra por ter dado semi-brick. Outras porque tinha que atualizar o destravamento. Ainda mais vezes por queimar um fusível ou coisa do tipo. Sem falar que até hoje eu tenho dor de cabeça com essas paradas de pilha e o caralho. Só recentemente fui comprar um cabo USB que liga direto no aparelho. Ainda, quando fui escrevendo esse texto, me dei conta de que nem fodendo que o Xbox tem tanto jogo exclusivo assim, ou sequer diversidade. São sempre as mesmas franquias que se repetem algumas vezes até o final e jogos, em grande maioria, genéricos. Se tem um aparelho que me deu amargura, foi o Xbox 360. Se eu for comprar um Next-gen, acho que vou me converter ao PlayStation mesmo.

A ideia do post é a seguinte: Vou pegar título por título que cheguei a jogar e fazer uma resenha rápida de um parágrafo por jogo. É claro que alguns deles eu já fiz uma análise mais completa, aí eu vou botar o link como referência. Para quem tiver interesse, eu consegui montar essa lista usando o Alvanista. É uma dessas redes sociais de gaems que acabei descobrindo e acabei achando bem interessante. E não, eu não tô recebendo pelo merchã, estou compartilhando por ter achado legal mesmo.

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Análise: The Legend of Zelda – Twilight Princess HD

Tenho uma relação muito gozada com esse jogo. Lá pros idos de 2006-2007, eu era fascinado por ele. Lembro também que, por estar acostumado com gráficos de Nintendo 64 (não tive console de mesa na geração do Gamecube), eu e meu irmão ficamos abismados uma vez, em um shopping que tinha uma loja que passava em looping o vídeo de abertura. “Caramba, esse jogo é bonito, né?”, meu irmão comentou para mim na época e, recentemente, enquanto eu jogava a versão HD, ele repetiu, na base da piada. Continuar lendo “Análise: The Legend of Zelda – Twilight Princess HD”

Um review por parágrafo: Nintendo Wii

Esse post eu tive ideia depois de ver o vídeo do JoJo Rama mostrando a coleção dele. Aí pensei em algo parecido, só que no estilo Horny Pony: em texto e com 400% mais acidez.

Enfim, eu sempre comentei que eu extraí até a nata do meu Wii. Eu cheguei a jogar todo o tipo de merda no console. Isso era fácil porque eu tinha acabado de aprender a baixar os joguinhos e tinha acabado também de dar um upgrade na minha internet (naquela época uma internet de cinco mega era um negócio FODIDO). Atribua essas habilidades a um estudante de ensino médio que tinha absolutamente todas as tardes livres e vai dar um nerdão que ficava as tardes inteiras jogando.

A ideia do post é a seguinte: Vou pegar título por título que cheguei a jogar e fazer uma resenha rápida de um parágrafo por jogo. É claro que alguns deles eu já fiz uma análise mais completa, aí eu vou botar o link como referência. Para quem tiver interesse, eu consegui montar essa lista usando o Alvanista. É uma dessas redes sociais de gaems que acabei descobrindo e acabei achando bem interessante. E não, eu não tô recebendo pelo merchã, estou compartilhando por ter achado legal mesmo.

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