Análise: Batman Ninja

Batman Ninja

Você achou que o Blog morreu, né? Enganei você! Só para constar, eu contei o filme praticamente inteiro aí. Se for comentar, LEIA o texto primeiro antes de falar qualquer asneira que o texto já tenha respondido por si só.

O estudioso Henry Jenkins em sua Obra, Cultura de Convergência (São Paulo: Aleph, 2008) — que estranhamente citei pouco ao longo da história do blog — descreve o processo de transcriação como um “termo cunhado pela Marvel Comics para falar sobre seu projeto Homem-Aranha: Índia, referindo-se ao processo de reinventar e adaptar uma franquia ficcional existente a fim de torná-la mais aceitável e atraente para um mercado nacional”. Ainda, o conceito é desenvolvido e justificado por Jenkins como uma forma de expandir seu mercado em outros territórios onde sua influência não é tão forte: Continuar lendo “Análise: Batman Ninja”

Fullmetal Alchemist Brotherhood: De 2013 a 2016

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Fullmetal Alchemist começou a ser publicado no longínquo ano de 2001 e perdurou por quase dez anos até o seu encerramento em 2010. Durante esse tempo, ganhou uma adaptação animada em 2003, consistida de 50 episódios e cujo final acabou sendo uma história alternativa (também conhecido como filler), um filme (The Conqueror of Shambala) em 2005 que encerra o enredo construído no anime de 2003 e finalmente, uma adaptação fiel em 2009 com 64 episódios, com o subtítulo Brotherhood, objeto desta análise. Continuar lendo “Fullmetal Alchemist Brotherhood: De 2013 a 2016”

Análise: Pokémon Best Wishes

Comecei a ver Best Wishes, a série animada referente aos games Black & White – e que no ocidente recebeu o mesmo nome dos jogos – logo em seu lançamento, em 2010, mas só fui terminá-la agora, em 2016, depois da mesma ter terminado já há muito tempo, a ponto de inclusive a sua série sucessora, XY, ter tempo de se encerrar também. Essa enrolação aconteceu por uma infinidade de motivos, seja do próprio fansub ter demorado um pouco para lançar os episódios em algum momento, seja eu mesmo deixando de lado em detrimento de outras coisas. Eu só peguei embalo para terminar de uma vez, nesses últimos dias por conta da onda Pokemaníaca que me assola sempre que uma nova geração é eminente. Continuar lendo “Análise: Pokémon Best Wishes”

O CG – Caralho Gigante – de Sidonia

Nesses últimos dias eu comecei a assistir Knights of Sidonia graças à indicação feita pelo amigo JoJo Rama no último PonyAwards. É uma série bem bacana. É praticamente um Neon Genesis Shingeki no Kyojin in the Fucking Space. O que mais me chamou a atenção, contudo, é a direção artística. A série é completamente naquele estilo de CG Cel Shaded que mantém as características de animação – diferente daquele CG feito nos filmes da Pixar e da Disney (como Detona Ralph), que trabalham com texturas e um sombreamento mais verossímil. Continuar lendo “O CG – Caralho Gigante – de Sidonia”

Análise: Gatchaman Crowds

Só para constar, eu contei o final da série inteiro aí. Se for comentar, LEIA o texto primeiro antes de falar qualquer asneira que o texto já tenha respondido por si só.

Sentai é um gênero japonês que diz respeito aos heróis que agem em grupo e estão quase sempre fardados em roupas espalhafatosas. A ideia por trás desse gênero é “trabalhar em equipe para resolver problemas”. Exemplos famosos são Changeman, Kamen Rider e Flashman. Ser Live-Action também não é um pré-requisito, como é o caso de Batalha dos Planetas, também conhecido como Gatchaman. Gatchaman Crowds, por sua vez, chegou para quebrar qualquer paradigma que tenha sido consolidado anteriormente.

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PonyExpress – Animes, Temporada Primavera 2013


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– De cara, DD Hokuto no Ken, porque deve ser engraçado e tosco ao mesmo tempo.

Uchuu Senkan Yamato. Qualquer coisa do Leiji Matsumoto é foda.

-Aí não taquem pedras, mas quero ver o Hyakka Ryouran Samurai Bride. Eu vi o primeiro e apesar de ser tudo que eu não gosto em uma série, acabei gostando porque tinha umas lutas maneiras. É tudo que eu não gosto quando finalmente conseguem fazer bem feito.

-Eu geralmente pego qualquer merda da Tatsunoko. Mas eu tenho medo de Namiuchigiwa no Muromi-san.

-Vô pegar Shigeki no Kyojin pra ver se essa bosta é tão boa quanto falam.

-O quê diabos vão passar no Noitamina nesse trimestre? Falando sério, não vai passar nada? E o Gin no Saji? Quando sai?

-Saint Onii-san é o mangá com Buda e Jesus rachando um apartamento, não é? Pqp, só a ideia disso é foda. Uma pena que esses filmes demorem pra sair por causa do DVD Rip.

-As dúvidas são Aku no Hana, Photo Kano e Ginga Kikoutai Majestic Prince. O primeiro não fala nada sobre, mas é referência às Flores do Mal de Baudelaire. Esse tipo de animu é geralmente interessante, mas tenho medo da merda que pode virar. O segundo é sobre fotografia. Eu gosto de fotografia, mas eu tenho medo se vai ser um Sakamichi no Apollon com fotografia no lugar de música. O último é sobre Robô Gigante. Eu curto pra caralho robôs gigantes. Todos se amarram em robôs gigantes. Mas sei lá, parece um enredo tão batido…

Distância de qualquer moeshit, por favor

Ok, melhor do que a temporada inverno, a qual tive que me contentar com animes que até então não tinham terminado como Psycho-Pass, JoJo e Robotic;Notes.

Análise: Karas

Quando se fala da utilização de CG em algum anime, a reação da maioria acaba por ser negativa. Acontece é que a Tatsunoko Productions deu um show na animação da série em OVA Karas. A Tatsunoko deu praticamente uma aula sobre a utilização de CG em lutas e em momentos dramáticos, bem como a mescla entre os elementos animados normalmente e os que estão em CG.

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