Análise — Dragon Ball Super: Broly

Só para constar, eu contei o filme praticamente inteiro aí. Se for comentar, LEIA o texto primeiro antes de falar qualquer asneira que o texto já tenha respondido por si só.

Eu não ia comentar nada porque eu tenho uma análise pendente da série regular a ser terminada aqui para o brógue, mas vamos lá do mesmo jeito. A questão, de um modo geral, é que eu acho a série Dragon Ball Super corrente, bem como seu mangá, uma perda de tempo em 70% de sua integridade e, por isso, nem botava muita fé nesse filme. Continuar lendo “Análise — Dragon Ball Super: Broly”

Análise: Batman Ninja

Batman Ninja

Você achou que o Blog morreu, né? Enganei você! Só para constar, eu contei o filme praticamente inteiro aí. Se for comentar, LEIA o texto primeiro antes de falar qualquer asneira que o texto já tenha respondido por si só.

O estudioso Henry Jenkins em sua Obra, Cultura de Convergência (São Paulo: Aleph, 2008) — que estranhamente citei pouco ao longo da história do blog — descreve o processo de transcriação como um “termo cunhado pela Marvel Comics para falar sobre seu projeto Homem-Aranha: Índia, referindo-se ao processo de reinventar e adaptar uma franquia ficcional existente a fim de torná-la mais aceitável e atraente para um mercado nacional”. Ainda, o conceito é desenvolvido e justificado por Jenkins como uma forma de expandir seu mercado em outros territórios onde sua influência não é tão forte: Continuar lendo “Análise: Batman Ninja”

O CG – Caralho Gigante – de Sidonia

Nesses últimos dias eu comecei a assistir Knights of Sidonia graças à indicação feita pelo amigo JoJo Rama no último PonyAwards. É uma série bem bacana. É praticamente um Neon Genesis Shingeki no Kyojin in the Fucking Space. O que mais me chamou a atenção, contudo, é a direção artística. A série é completamente naquele estilo de CG Cel Shaded que mantém as características de animação – diferente daquele CG feito nos filmes da Pixar e da Disney (como Detona Ralph), que trabalham com texturas e um sombreamento mais verossímil. Continuar lendo “O CG – Caralho Gigante – de Sidonia”

Análise: Gatchaman Crowds

Só para constar, eu contei o final da série inteiro aí. Se for comentar, LEIA o texto primeiro antes de falar qualquer asneira que o texto já tenha respondido por si só.

Sentai é um gênero japonês que diz respeito aos heróis que agem em grupo e estão quase sempre fardados em roupas espalhafatosas. A ideia por trás desse gênero é “trabalhar em equipe para resolver problemas”. Exemplos famosos são Changeman, Kamen Rider e Flashman. Ser Live-Action também não é um pré-requisito, como é o caso de Batalha dos Planetas, também conhecido como Gatchaman. Gatchaman Crowds, por sua vez, chegou para quebrar qualquer paradigma que tenha sido consolidado anteriormente.

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Análise: Karas

Quando se fala da utilização de CG em algum anime, a reação da maioria acaba por ser negativa. Acontece é que a Tatsunoko Productions deu um show na animação da série em OVA Karas. A Tatsunoko deu praticamente uma aula sobre a utilização de CG em lutas e em momentos dramáticos, bem como a mescla entre os elementos animados normalmente e os que estão em CG.

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