Análise: Coringa

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Eu tenho um problema muito sério com essa mania que a modernidade trouxe de humanização do vilão no intuito de capitalizar em cima de um personagem que é muitas vezes mais popular do que o próprio protagonista. Em teorias narrativas mais clássicas, a existência de um vilão é justamente uma alegoria de personificação de tudo o que há de ruim e de exemplos negativos para o seu público justamente se afastar desse chamado “mau caminho”. Mais clássico do que a Bíblia — com seus antagonistas — nesse aspecto, não há.

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