Jogos bons são atemporais — e Final Fantasy VII, não.

Quer a minha mais singela opinião? Final Fantasy VII é o jogo mais superestimado na história. Por mais que na época ele tenha sido revolucionário ao trazer uma história mediana contada através de horas e mais horas de filminhos pré-renderizados, é notável como tudo nele envelheceu com uma força absurda, do gameplay ao apelo estético. Na prática, ele é um exemplo clássico de um produto que impressiona mais pela novidade do que por sua qualidade. Fruto do hype em uma época em que pouco se analisava tal sentimento como um fenômeno da indústria.

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