Análise: Fragile Dreams


Fiz essa análise em 2011 para a Nostalzine Club e decidi tirá-la da gaveta. Ou seja, trabalhei melhor o texto, adicionei novos conceitos adquiridos, novas ideologias defendidas e citações a obras mais recentes. Ah, sim, aproveitei pra testar um novo layout estético.

Fragile Dreams não é um daqueles jogos onde explosões ocorrem de cinco em cinco minutos, não tem sangue jorrando na tela até sair da televisão ou qualquer estímulo equiparável a uma injeção de adrenalina diretamente na corrente sanguínea. Se ainda espera um jogo como um Final Fantasy, que pode até carregar uma carga emocional densa, mas ao fim ainda nos deparamos com uma sensação de dever cumprido num universo onde praticamente tudo se resolve, pode tirar o cavalinho da chuva. Fragile Dreams extrai a nata do drama existencialista humano em seu enredo, o que o torna uma das experiências mais incomuns e ousadas do Nintendo Wii.

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