Anacronismo, Datação e Vanguardismo: animes e mangás em suas épocas

Escrevi em setembro de 2019, ficou no limbo por preguiça de fazer a imagem de capa. Além disso, tem textos e pessoas que, com certeza, discorrem sobre o assunto muito mais profundidade e de uma maneira melhor do que eu. Só escrevi isso durante o ócio e pelo didatismo rápido que a internet exige, já que a maioria dessas outras abordagens que citei  são, em sua maioria, textões que podem incitar a preguiça no público comum — o que na verdade é o correto a se fazer, se tratando, afinal, de um assunto tão amplo e complexo.

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Que tipo de cultura de massa é essa?

Meu próximo post (que já está pronto) ia ser sobre um tuíte merda sobre como Naruto tem boa representação de certos personagens em relação a Dragon Ball, mas eu passei esse aqui na frente por causa de outro tuíte merda que um passarinho (bochechudo) me mostrou:

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Fansubbers: Heróis da Revolução Otaku

Título alternativo: Crunchyroll Vs. Fansubs — acabou a mamata!

Eu vou falar sobre esse assunto porque texto dando opinião infundada é mais fácil de fazer do que minhas análises longas de várias páginas que exigem estudo prévio durante sua confecção, mas que ninguém lê. Enfim, eu parto primeiramente da seguinte lógica: pau no cu da Crunchyroll, mas um pau ainda maior dos supostos fansubs que alegam ter sido virtualmente derrubados pelo serviço. Continuar lendo “Fansubbers: Heróis da Revolução Otaku”

Dracula Did Nothing Wrong!

É, eu vi o Castlevania da Netflix. De um modo geral, tem uns problemas na progressão narrativa, mas gostei. Tem também o fato de que, dos games da série, joguei mais títulos ruins do que bons. O que eu gosto mais é da atmosfera gótica do que do gameplay em si — a história dos games também não são lá grande coisa, ouso acrescentar. É por isso que eu achei que esse seriado funcionou — visto que só pegou o lore e utilizou uns enredos já existentes apenas vagamente para ter um norte para onde seguir. Continuar lendo “Dracula Did Nothing Wrong!”

Star Wars: O Despertar da Foice (E do Martelo)

Para nota: Esse texto foi escrito em sua maior parte no dia 13/12/2014 e concluído apenas recentemente.

Apesar de sempre trabalhar aqui com textos de cunho especificamente culturais, como as análises de animes, videogames e derivados, eu sempre tive uma inclinação muito forte à política. Não política no sentido de ser um parlamentar ou militar por algum dos lados (eu geralmente deixo esse tipo de discussão e atitude para quem NÃO entende de política), mas por gostar de analisar o tema como um observador mais quieto mesmo. Ver a política como uma ciência, observar todos os pontos de vista, em vez de abraçar um estilo de vida coxa ou petralha. Continuar lendo “Star Wars: O Despertar da Foice (E do Martelo)”

Direita-desu: O analfabetismo político da classe nerd


Na imagem, “Eduardo Cunha utiliza jutsu secreto para romper com o governo

Uma observação que fiz há alguns anos e ela cada vez mais se comprova é a de que o nerdy-gueimer-otaco é naturalmente reacionário para caralho. Eu simplesmente não sei como diabos essa relação se dá, mas ela se dá. Uns 70% da minha lista de amigos do Facebook que se enquadre na categoria Otaco ou gueimer é reacionário. De uma forma que chega a ser escrota. Sempre fiz essa observação. O estopim para começar a escrever estes pensamentos que vão se desenrolar foi a notícia de que o governo ESTADUAL de São Paulo vai começar a taxar mídia digital (numa treta tributária com o município), no caso, num exemplo bem mais direto, os joguinhos do Steam. Continuar lendo “Direita-desu: O analfabetismo político da classe nerd”