E3 2015: O ano em que ninguém ganhou

Na moral, essa foi uma das piores E3 que tive a oportunidade de acompanhar. Não teve uma só conferência que se salvasse. De um modo geral, a indústria está com câncer e ela vai morrer em breve por culpa de um ciclo vicioso onde as empresas acostumaram os jogadores com merda e pouca coisa, os jogadores passam a exigir merda e pouca coisa e as empresas veem-se presas a ter que produzir merda e pouca coisa. É o quinto ano que acompanho e vai ser o terceiro texto que faço a respeito. O primeiro foi aqui no Blog e o segundo foi ano passado, publicado no Pausa para um Café, para onde eu escrevia.

Agora em 2015 eu até tinha alguma expectativa. O meu estudo a respeito de jornalismo de videogame praticamente me forçou a assistir às conferências. O que eu acreditava ser uma tarefa divertida, acabou sendo um tormento.

Domingo, 14, foi o primeiro dia. Antes mesmo de começar as conferências propriamente ditas, rolou o Nintendo World Championship. Não é E3, mas vale a citação e depois eu digo o porquê. Divertidaço. E rolaram várias pauladas interessantes, como o Ryu que todo mundo sabia, mas só agora foi confirmada e o Earthbound Zero. Eu não ligo para Earthbound, mas respeito que seja um anúncio considerável.

Na sequência, rolou a conferência da Bethesda. A pergunta que eu faço: Quem a Bethesda pensa que é para se meter a fazer uma conferência? Em sei lá quantos anos de mercado ela nunca fez um jogo que prestasse e que não era bugado. E o que ganhamos? Fallout, que todo mundo já conhecia, um Fallout cartunesco, Elder Scrolls online – como se Skyrim já não fosse ruim o suficiente – e o próprio Hearthstone temático também de Elder Scrolls. Os caras me fazem a façanha de estragar Doom, transformando num shooter genérico. O apresentador fazia tudo ficar pior. Só não era pior do que um jogo que era basicamente o Team Fortress da Bethesda. E um dos piores jogos que já vi. É disparado o pior jogo da E3. Se tivesse sido feito há dez anos ainda teria sido feio. A jogabilidade é escrota e o visual é nauseante. O jogo é tão cocô que todos os resumões que eu peguei para ler depois – pro meu estudo – nem citam o treco. Ruim demais.

Sobre o Fallout, na moral, qual é a expectativa por trás daquilo? Não, sério. Os caras ficam 10 horas na tela montando o personagem ao estilo The Sims. Aí eles me aparecem com o Gamebyro, engine que ninguém mais usa, além de um visual bem feio. Não sou de reclamar de gráfico, mas acho que já que essa capacidade é o que mais lambem bolas nas novas gerações, por que nenhum jogo se dá ao trabalho de representar nesse quesito? Aliás, o protagonista parece usar a mesma roupa dos Supergêmeos.

Também rolou Dishonored 2. Como se o primeiro já não fosse chato o suficiente.

Fui dormir meio puto por ter perdido tempo vendo aquilo.

Segunda, 15. A primeira conferência é a da Microsoft. Uma única coisa me chamou atenção. Cuphead. É um jogo bacana com visual desses desenhos animados antigos da década de 40. De resto, é a MS sendo a MS. Eles não sabem o que estão fazendo lá. Anunciaram retrocompatiblidade, algo que deveria ter sido embutido logo no anúncio. Um controle novo – para quê? Nem sei. Houve um trailer do novo Tomb Raider, mas sério. Vai ser o terceiro reboot da franquia em quinze ou vinte anos de existência. Já deveriam ter percebido que não vai dar mais certo e aposentar por um bom tempo.

E também rolaram as franquias de sempre, Halo, Forza e essas bostas que estão lá só para encher linguiça. A Rare também veio com uma coletânea para comemorar os 30 anos e um jogo novo de piratas que provavelmente vai ser uma merda. Nem o conceito é original. Nada de Battletoads, como eram as apostas.

Teve também o Oculus Rift, algo que, na moral, é um conceito estúpido demais para ser verdade.  Isto é, o Virtual Boy já existiu há uns quinze ou vinte anos. E foi bomba. Por que acham que isso vai dar certo? A impressão que eu tenho é que a sociedade fica cada vez mais imbecil para esses conceitos. O Tablet, por exemplo. A ideia original foi da Microsoft na década de 90 (a MS foda, não a divisão que tem prejuízo com vidya). Descontinuaram porque ninguém comprava. Por que ninguém comprava? Porque era uma ideia imbecil demais para ser verdade, ninguém seria retardado o suficiente para comprar aquilo. Estamos em 2015 e você vê um retardo claro da população que é enganada diariamente com a falsa ideia de convergência digital que a Apple proporciona. O 3D cai no mesmo exemplo. 3D foi abandonado por um tempo porque é um efeito de merda. Olha hoje, como está em alta. É, a sociedade ficou idiota. E é por isso que se rendeu ao conceito de bosta do Oculus Rift.

Com muita sorte, talvez, esse conceito se mostre igual ao Kinect. No começo era a maior bomba e sensação. A última bolacha do pacote e o caralho a quatro. Depois de três meses os aparelhos encalham nas prateleiras e a Microsoft finge que nunca existiram.

No fim, uma conferência ruim. Acabei pegando no sono no meio da apresentação do Oculus Rift + Minecraft e só acordei uns dez minutos depois do fim. Na sequência, viria a da EA.

Caralho, o que foi aquilo? Não, sério. Eu sabia que ia rolar SPORTS SPORTS SPORTS SPORTS. Mas esperava algo mais desses Sports. Ninguém mais liga para Need For Speed. O Pelé apareceu ao vivo, mas na moral, quem liga para ele numa conferência onde o público-alvo tem peso médio de 150 quilos e a simples ideia de jogar esportes os assustam? Em resumo, vou botar aqui o que eu disse ano passado e no ano retrasado. Acho que esse trecho vale para todos os anos:

“Olha, eu gosto de FIFA e não ligo que eles falem de jogos de esporte, mas um trailer rápido para todos os jogos já basta. Todo ano é a mesma ladainha de que vão melhorar mecânicas que, na prática, ninguém sente e ninguém avalia (tanto que a versão 2012 e 2013 do FIFA é o mesmo jogo atualizado só). EA só caga o pau mesmo. É a maior feira de videogames do mundo e ela se foca em jogos que tratam o maior pesadelo dos nerds gordos de mãos sujas de Doritos: esportes. Imbecilidade a gente se vê por aqui.”

Vou aproveitar e repetir minhas impressões sobre o Mirror’s Edge:

“Também rolou o Gameplay de Mirror’s Edge 2. Eu disse ano passado que a EA ia estragar de uma maneira ou outra. Dito e feito. É exatamente o primeiro Mirror’s Edge, sem nem corrigir os problemas de mecânica do jogo anterior.”

O Star Wars Battlefront ganhou seu trailer de gameplay, mas vai ser uma tranqueira só. Virou um Battlefield com skin de Star Wars. Eu falei que a EA ia dar um jeito de estragar tudo alguma hora.

A única coisa da EA que realmente chamou a minha atenção na EA é o Unravel, joguinho que envolve uma raposinha (MATINHO, MANO) feita de lã e que usa essa mesma lã para resolver os puzzles pelo cenário. Chamou a minha atenção e seria estupidamente brilhante… Se Kirby Epic Yarn já não tivesse feito isso.

A Ubisoft deu continuidade. Antes de começar, o vídeo exibido era dos desenvolvedores lendo os tuítes que xingavam a empresa das piores maneiras possíveis. Achei genial. A própria conferência em si foi o ponto alto de TODA A E3. Refiro-me à sequência do South Park: Stick of Truth, South Park: Fractured but Whole. Deram continuidade com um jogo novo, um tal de For Honor. Parece bacaninha, o problema é a mania da Ubi de ordenhar a engine do AC até não dar mais. Vide Watch Doge. Rolou o Assassin’s Creed novo, que me parece bem bacana – mas até aí, o trailer não significa nada: Revelations teve o melhor trailer da série e foi simplesmente medíocre -, Anno e outras besteiras. Ubi desandou porque decidiu se focar num cantor que até agora não sei quem é e nos jogos do Tom Clancy. Porra, ele não tinha morrido?

Aliás, a melhor coisa não foi South Park, mas a coordenadora transmídia Waifu da Ubisoft:

Chegou dez horas. Tinha me preparado para duas horas e meia de conferência mais uma vez. Não vi o comecinho para valer, mas peguei já no gameplay do Last Guardian. Não. Espera aí. Nego tá tendo orgasmos múltiplos para esse troço chato de vai grifo – volta grifo – vai grifo – volta grifo? TOMAR NO MEIO DO SEU CU! Como se Shadow of The Colossus não fosse megalomaníaco o suficiente. A jogabilidade desse vai ser bosta igual ao Shadow of the Colossus porque eles, de novo, vão ficar focando na historinha e na tentativa pífia de tentar justificar videogames como arte? Porque não são. Puta merda, essa história de arte e de filminho é o que mata a indústria. Simples assim. Jogo escroto. Cinco anos em produção e parece feito para a primeira leva de jogos do Playstation 3. O Toren foi feito com verba do governo brasileiro e parece menos ruim. E olha que Toren é uma bosta.

Na sequência veio um jogo que parece ser bacana, mas não é nada além de uma fusão de Destiny com Monster Hunter. É válido lembrar que vem do mesmo estúdio do Killzone, um dos piores, senão o pior, FPS da história.

O Street Fighter apareceu com nenhum personagem novo. Crapcão mitando novamente do jeito que só ela sabe. Novos velhos personagens, apenas. Mania essa de calcar toda santa versão em cima do II. Mandaram também Destiny e Assassin’s Creed. Veio mais umas tranqueiras Third Parties que ninguém liga e aquele clipe manjado de jogos indie. O único que me interessou foi que parece ser um beat’em up com russos. Rolou Bátima e No Man’s Sky, que não são exclusivos, mas a Sony os promove como se fossem, para ver como a situação por lá está feia.

O cúmulo da filhadaputice começou aqui. Ela anuncia Shenmue III. Só anuncia que estão produzindo. Mas não que ela está produzindo. A empresa simplesmente avisa que o jogo está sendo financiado pelo Kikestarter. NEM SE DÁ AO TRABALHO DELA MESMA FINANCIAR ESSA BOSTA. Para ver como a situação por lá está feia.

Veio Call of Duty, foi quando eu fui dar um pulinho no 4Chan pelo lulz. Para você ver como a situação por lá está feia.

A bomba atômica de merda veio com o anúncio do remake de Final Fantasy VII. Erraram o FF. Erraram feio. Erraram rude. Era para ser o VI. E, na moral, por que tanto culto num joguinho medíocre como é esse Final Fantasy? Na época ele só foi todo hypado assim porque foi o primeiro a trazer uma hora de cutscene para cada dez minutos de gameplay. A indústria de vidya começou a desenvolver o câncer do filminho em direção à morte com FF7. Agora, com o remake de FF7, podemos atestar o óbito. O ciclo se fecha. O mais absurdo de todos é que nem é exclusivo. Eles terminam o trailer bem grande com “PRIMEIRO NO PS4”, não “ONLY ON PS4”. Para você ver como a situação por lá está feia.

A sequência veio com Star Wars. Battlefront, que parecia o mesmo estágio mostrado na conferência da EA, só que sem a neve, ou seja, dá para ver que o jogo não é nem um pouco diverso. Além disso, a expansão de Star Wars para Disney Infinity que parece mais legal do que Battlefront. O fim da conferência se deu com Unchato, o jogo mais anunciado nos grupos de venda de jogos usados. Porque todo mundo comprou essa bosta e agora quer se desfazer. Na contabilidade geral, foram poucos jogos exclusivos da própria Sony.

A única vitória real da empresa foi temporária no ano retrasado quando ela fez aquele vídeo mítico ensinando a emprestar seus jogos a outras pessoas. Agora, é ela quem pega os jogos emprestados do PC. Para você ver como a situação por lá está feia.

A grande questão é que dessa conferência eu saí simplesmente revoltado. Já fui muito mais antissony no passado e hoje eu até encaro que o PS4 é anos-luz melhor do que o Xonão. Contudo, não dá para deixar passar essa. Simplesmente não dá. E o consumidor é idiota. A Sony não vende jogos. A Sony não apresenta material bom. Ela se isola na ilusão da falsa expectativa. Os elogios à conferência não dizem respeito ao material, mas à expectativa que ela criou a respeito de terceiros. Ridículo. Na política, isso de dar o que o público quer desse jeito tem nome. Populismo. “Ain, a Sony lançou Last Guardian”. Pô, que legal que ela está investindo em filmes para youtube agora.

E a empresa é burra. Ela poderia ainda ter investido nessa falsa expectativa ao mostrar gameplay do Mad Max novo que não é dela, mas a galera já estava no embalo por causa do Estrada da Fúria. A empresa é duplamente burra, porque tinha o Let it Die em produção e não mostrou.  E não é nem por ser Suda que eu cito o Let it Die, mas por ser da porra da própria Sony.

A grande ironia é que o Vita fez um sacrifício heroico. Deixando o 3DS literalmente matar o console portátil a sangue frio, a Sony pôde se focar no Playstation 4 e dar um Fatality muito doido no Xonão. Não que seja certo usar jogos que não são seus para se promover desse jeito.

16/06. Nintendo. A Nintendo vinha de um histórico de excelentes conferências. Este ano, no entanto, não foi bem assim. O começo foi fantástico. Fizeram um Miyamoto, um Reggie e um Iwata em marionetes que, aos poucos, se transformaram nos personagens de Star Fox, o que serviu de gancho para apresentarem o jogo. Aí anunciaram Skylanders com participação especial do Donkey Kong com AMIIBOS.

Deram continuidade com um Zelda que parece ser realmente muito bacana. Ao estilo 4 Swords, mas desta vez, usando o conceito da forma como se deve. Em algum momento por aqui anunciaram um Spin-off de Metroid Prime que gerou a fúria. Porra, Metroid é uma franquia morta há anos graças ao Team Ninja e seu Other Merda. Quem é que liga? No mais, faz uns seis anos que um Metrod Prime não sai. Acha mesmo que iriam lançar um Spin-off, assim, do nada? Vão lançar outra coisa depois. É só raciocinar.

Veio também a confirmação do Hyrule Warriors para 3DS e o Xenoalgumacoisa novo. Fire Emblem parece foda. Até que a gente consegue identificar quando a conferência pula o tubarão. Refiro-me ao cromossovo do Fire Emblem com Shin Megami Tensei, amarelice pura. Aí me soltam dois Animal Crossing, um estilo Mario Party e outro com foco nos AMIIBOS.

Yoshi Wooly parece ser bom e só, nada que realmente justificasse ou convencesse como jogão. Aí deram destaque pros AMIIBOS.

Rolou o Super Mario Maker, mas nada que não tenha sido apresentado no Nintendo World Championship. Rolou também Mario Tennis novo, mas quem liga? O Crossover da franquia Mario & Luigi com Paper Mario parece muito foda. Eu estava crente que iam terminar com o Iwata DROPPING THE BOMB, mas não aconteceu. Rolou uma sequência-montagem tosca com pessoas tocando o tema do Super Mario Bros com seus instrumentos. É possível ver a dor escondida resultante do evento digital da Nintendo em seus sorrisos vazios enquanto tocam.

Eu sinceramente fiquei bem decepcionado. Isto é, não teve novidade alguma! Até entendo os caras ficarem na zona de conforto, mas poderiam ter caprichado mais. Um trailer simples do novo Zelda já seria suficiente para consertar isso. O anúncio do Earthbound novo poderia ser suficiente para consertar isso. Ela devia, ao menos, aprender a criar um falso hype em cima do que não é tão bom. A Nintendo sempre dá sorte porque o material dela é bom por si só, mas tem problemas quando o material não convence. A Sony é o contrário. O material é uma bosta, mas consegue enganar. O evento digital da Nintendo não foi ruim, foi simplesmente fraco. Não correspondeu ao que é a Nintendo, ao histórico da Nintendo nas E3.

A conferência mais vergonhosa de todas foi a da Square Enix. Em nível de dar pena. Eles apresentavam, mas era possível sentir que o ambiente estava morto. O cara da SE anunciando novidades e nem aplausos rolavam. Deve ser a amargura depois do banho de água fria da Nintendo. Claro que os anúncios também não impressionavam. Isto é, Os trailers de Tomb Raider e Final Fantasy foram exatamente os mesmos já apresentados antes. A única coisa que chamou a minha atenção deles foi o jogo que eles estão fazendo em conjunto da Platinum, mas não pelo trailer, mas por ser da Platinum. Aí eu desisti de assistir e fui escrever esse texto. Também vai rolar um showcase para PC, mas nem vou me dar ao trabalho de acompanhar.

Nem vou fechar o texto direito, na moral. Só digo que você sabe que a coisa está foda para geral quando nota que os melhores anúncios – digo agora não por mim, porque eu discordo deles, mas pela aceitação do público – são jogos de vinte anos atrás, são jogos que nenhuma empresa se dá ao trabalho de financiar e são filmes, não jogos. Pessoalmente, o ponto alto da E3 foi o South Park. E acabou. Terminei o evento com um único jogo na minha lista de pretensões.

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4 respostas para “E3 2015: O ano em que ninguém ganhou

  • fabricioogrande

    Bom texto.

    Eu chego a acreditar que o Nintendo World Championships foi tão épico e memorável que muitas pessoas esperavam o mesmo do Digital Event, daí veio o banho de água polar. Eu aturei boa parte do hate sem falar um pio, estavam certos em reclamar afinal, eu só protestei contra as viagens do pessoal tipo Mario Galaxy 3, e também me incomoda muito a forma como estão diminuindo Super Mario Maker por conta do foco excessivo que esse jogo recebeu (o que eu até considero normal, estamos no ano do 30º aniversário de Super Mario Bros.). Também acho estrupício agirem como se tivessem esquecido que a Nintendo foi igualmente ruim em 2008, 2011 e 2013, a E3 sofreu uma futebolização irritante, não suporto mais vê-la como uma competição.

    • Creissonino

      2013 teve o Megaman. Foi do caralho a apresentação da Nintendo. A de 2011 foi o anúncio do Wii U e não foi ruim. Essa de 2015 foi pior do que a de 2011.

      A de 2008 foi merda mesmo.

      • fabricioogrande

        A de 2013 pode ser seguramente comparada a de 2015 por três jogos:

        3D World = Star Fox
        DKC Tropical Freeze = Metroid Federation Force
        Mario Kart 8 = Mario Tennis Ultra Smash

        Jogos que ninguém viu grandes coisas quando anunciados, porém depois de lançados se mostraram maravilhas.

  • Gyro Zeppeli

    Concordo com quase tudo. Mas eu até que gostei de Dishonored mas não pelo gameplay e foi um tanto que tedioso….só joguei porque gostei da ambientação mas o resto era muito “meh”.
    Achei Battlecry realmente um lixo como um todo e sobre AC apenas os dois primeiros jogos foram bons, Brotherhood em diante é simplesmente patético que chega a dar pena dos que jogaram isso e dos que ficaram TRÊS HORAS NA PORRA DO TUTORIAL QUE É QUASE 70% DO JOGO.

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