Análise: Eizouken ni wa Te wo Dasu Na!

Só para constar, eu comentei bastante sobre a série aí, nem me preocupei com a parada dos spoilers. Se for comentar, LEIA o texto primeiro antes de falar qualquer asneira que o texto já tenha respondido por si só.

Bakuman é a história de dois paspalhos que, durante o ensino médio, decidem se aventurar em uma empreitada profissional para se tornarem mangakás da Shounen Jump, revista em que a obra em questão chegou a ser publicada. Tendo tal sinopse em vista, é muito fácil traçar um paralelo imediato com Eizouken ni wa Te wo Dasu Na! (Keep You Hands off Eizouken!, em inglês), que pode ser traduzido — com liberdade poética minha — para “Tira a pata do meu Eizouken!” — e que aqui chamaremos apenas de Eizouken porque é um nome comprido demais para ficar repetindo.

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Análise: Kaijuu no Kodomo

Só para constar, eu contei o filme praticamente inteiro aí. Se for comentar, LEIA o texto primeiro antes de falar qualquer asneira que o texto já tenha respondido por si só.

2001: Uma Odisseia no Espaço, de Stanley Kubrick, foi lançado em 1968 e logo tornou-se referência no cinema de ficção científica, sendo, até hoje, objeto de discussão de muitos cinéfilos e estudiosos do ramo. Dividido basicamente em três atos, ele conta primeiramente uma narrativa completamente não-verbal de um povo primata que se depara com um estranho monólito para, em seguida, narrar os problemas técnicos de um astronauta que lidou com um surto da HAL9000, a Inteligência Artificial de sua nave. No fim, o longa se encerra com o astronauta em questão encarando o próprio envelhecimento num misterioso quarto branco.

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Análise: Promare

Só para constar, eu contei o filme praticamente inteiro aí. Se for comentar, LEIA o texto primeiro antes de falar qualquer asneira que o texto já tenha respondido por si só.

Quem está bem habituado com Todo Mundo Odeia o Chris vai se lembrar de um episódio em que o Julius compra quilos e quilos de linguiça prestes a vencer e que estava em promoção, o que força Rochelle a produzir uma série considerável de pratos aleatórios como uma forma de desovar tamanha quantidade do embutido. A despeito de serem pratos diferentes, o ingrediente era o mesmo e a família logo ficou de saco cheio de tanta carne de porco. Dito isso, Promare é o Macarrão com Linguiça do estúdio Trigger. É, tranquilamente a obra suprema do estúdio em questão — e isso não é necessariamente um elogio.

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Análise: Coringa

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Eu tenho um problema muito sério com essa mania que a modernidade trouxe de humanização do vilão no intuito de capitalizar em cima de um personagem que é muitas vezes mais popular do que o próprio protagonista. Em teorias narrativas mais clássicas, a existência de um vilão é justamente uma alegoria de personificação de tudo o que há de ruim e de exemplos negativos para o seu público justamente se afastar desse chamado “mau caminho”. Mais clássico do que a Bíblia — com seus antagonistas — nesse aspecto, não há.

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Análise: My Hero Academia — 2 Heróis

Estamos no país da mamata, onde o presidente avisa sem nenhum escrúpulo que vai cometer nepotismo ao indicar a própria prole em cargos públicos e usar veículos de transporte oficiais do governo para transportar a família em compromissos particulares. Dessa maneira, acabei aceitando o humilde convite da kanojo para participar de uma sessão especial para a imprensa que a Sato Company promoveu no intuito de divulgar o My Hero Academia O Filme: 2 Heróis.

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Análise: Vingadores — Ultimato

O artigo a seguir só tem imagens feias porque não existem prints bons ainda. Aliás, foda-se você com esse choro escroto contra spoilers. De verdade. 

A base da Dialética Erística de Schopenhauer estabelece que uma refutação pode se dar de duas formas. Uma é a indireta, sobre a conclusão, quando há um desvio pela incoerência dos argumentos brutos, abrindo margem para questionamentos. A primeira é diretamente sobre a tese. Quando a premissa é errada, não importa o malabarismo argumentativo para se chegar à conclusão, ela inevitavelmente também será errada. Vingadores: Ultimato é exatamente esse segundo caso. Continuar lendo “Análise: Vingadores — Ultimato”

Análise — Dragon Ball Super: Broly

Só para constar, eu contei o filme praticamente inteiro aí. Se for comentar, LEIA o texto primeiro antes de falar qualquer asneira que o texto já tenha respondido por si só.

Eu não ia comentar nada porque eu tenho uma análise pendente da série regular a ser terminada aqui para o brógue, mas vamos lá do mesmo jeito. A questão, de um modo geral, é que eu acho a série Dragon Ball Super corrente, bem como seu mangá, uma perda de tempo em 70% de sua integridade e, por isso, nem botava muita fé nesse filme. Continuar lendo “Análise — Dragon Ball Super: Broly”

Análise: Death Parade

Sabe, o meu ato de ver anime depende de certas fases minhas. Eu tinha perdido o hábito de acompanhar toda semana logo quando o episódio saía, retomei apenas recentemente. Durante esse período, eu tinha uma espécie de picos de atividade otaco, em que eu baixava uma série inteira de uma vez e a assistia em bloco fechado. Foi assim que eu coloquei Dragon Ball Super e Pokémon Sun & Moon em dia. Há outros momentos em que eu simplesmente não assisto anime por falta de paciência. Pois bem, lá em 2015, eu tinha passado por um pico de atividade otaco e cheguei a baixar Death Parade completo, mas essa fase logo passou e os arquivos ficaram armazenados no meu HD externo até agora, quando finalmente decidi assistir. Continuar lendo “Análise: Death Parade”

Análise: Os Vingadores — Guerra Infinita

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Eu só ia escrever apenas um parágrafo a respeito de Guerra Infinita, mas existe tanta coisa a respeito dele que permeia a minha mente ao ponto de ser um filme tão fora da curva — mesmo não sendo — em relação a outros da Marvel, que acabei tomando um espaço um pouco maior. Ainda, acredito que esse review vai ser um pouco mais curto do que o costume porque não estou com saco de fazer aquele resuminho padrão das minhas análises, recontando a história sob a minha ótica, além do fato de inicialmente ter planejado passar 2018 todo sem falar de cinema aqui no brógui. Continuar lendo “Análise: Os Vingadores — Guerra Infinita”

Análise: DARLING in the FRANXX

Eu gosto de anime bocó. Até assisto a alguns que não têm essa proposta, mas de um modo geral, quanto mais boçal ele for, melhor. Sabendo que DARLING in the FRANXX foi feito pelo Studio Trigger, responsável por Kill la Kill, Ninja Slayer From Animation, Inferno Cop e, parcialmente, Gurren Lagann, fui arriscar. Também decidi dar uma chance porque EU ME AMARRO EM ROBÔS GIGANTES, TODOS SE AMARRAM EM ROBÔS GIGANTES — AS GATAS TAMBÉM, ROBÔS GIGANTES. De antemão, já me avisaram que eu não ia gostar, só que apesar de dar moral para certas opiniões alheias, dificilmente sigo qualquer recomendação (ou contraindicação) que me fazem. Continuar lendo “Análise: DARLING in the FRANXX”