Análise: Bleach

Eu acompanho Bleach desde 2006. Comecei a ler a série logo quando o mangá foi lançado no Brasil. Ou seja, foram dez anos acompanhando esse troço até seu derradeiro fim, que só consegui parar agora para conferir como ficou. Bleach, querendo ou não, acabou marcando a evolução do meu eu moleque retardado para o babaca raivoso que escreve neste singelo blog. É como se fôssemos decaindo juntos.

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Análise: ABZÛ

Quando eu comprei ABZÛ, até imaginei que seria um jogo pretensioso e metido a artístico. Eu errei. Bom, certamente, é metido a pretensioso e artístico, mas, com certeza, está longe de ser um jogo. Sabe, com o crescimento das chamadas de narrativas digitais, multiformes, hipertextuais ou imersivas, eu realmente acredito que a classificação sobre algo ser ou não ser um jogo é cada vez mais necessária. Ao menos, os desenvolvedores deveriam ter a noção, sinceridade e honestidade de, já no desenvolvimento, admitir que a proposta é fazer, na verdade, um passeio interativo e que, o que estão produzindo lá, não é um jogo. Continue lendo


Um review por parágrafo: Filmes de Heroizinhos – DC Comics (Parte 2)

UM REVIEW POR PARAGRAFODC

Eu cheguei a fazer a primeira parte só com os filmes da Marvel. Agora são os da DC. Ainda vou fazer a parte 3 com filmes diversos, como Watchmen, que, por mais que pertença à DC, ele encarna um universo mais à parte. O mesmo vale para 300 e outros.

Na lista anterior, eu listei cada responsável pelos filmes. Como aqui são todos da Warner, acabei omitindo mesmo. Ressaltando que os parágrafos entre aspas vêm de filmes que já analisei apropriadamente, com o link em questão no nome do filme. Em tempo, fiquei com preguiça de falar de novo dos filmes do Nolan.  Continue lendo


E3 2017: Mas eu nem mesmo gosto de videogames


O texto a seguir é uma parede de texto sem revisão e sem imagem alguma simplesmente porque eu não estou com paciência para isso.

Sabe, eu não entendo. Eu vejo todo mundo comemorando, vibrando e surtando por anúncios e eu estou completamente indiferente a eles. Aliás, acho que nunca fui tão indiferente em relação a uma E3 como eu fui com essa, a começar com a conferência da EA, que eu literalmente não pude assistir e nem sequer me lamentei que iria perdê-la. Continue lendo


Análise: Mad Max


Eu ia tentar abrir o jogo para eu mesmo tirar as screens dele, mas fiquei com preguiça e acabei pegando as imagens do Google. Interessante que eu achei pouquíssimas imagens de gameplay mesmo, então provavelmente a preguiça não foi só minha. Não julgo. 

Eu demorei literalmente um ano para terminar esse jogo. Isso não aconteceu por ele ser extenso no modo principal, muito menos por eu me preocupar em fazer 100% ou sequer as missões paralelas. É porque ele é simplesmente tedioso. Eu jogava uma, duas, três horas, depois ficava dias ou até mesmo meses sem iniciá-lo para dar prosseguimento. Ele é desnecessariamente cansativo. E eu digo cansativo não por ser intenso, mas por conta da monotonia que abate o jogador.

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Análise: Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar

Quando eu era molequinho, eu sempre achei essa parada de pirataria um porre. Acredito que seja porque o que ficou marcado na minha memória foi o filme d’Os Muppets na Ilha do Tesouro, e na época eu achava essa história de fantoche uma palhaçada (na verdade, eu só fui começar a gostar depois de adulto). Minha opinião sobre pirataria e swashbuckling mudou no ano de 2003, quando peguei para ler o Manual de Aventuras do Cebolinha, que introduzia de uma forma amigável à criançada essa questão de pirataria. No mesmo ano, alguns meses depois, eu viria a assistir o primeiro Piratas do Caribe. Continue lendo


Um review por parágrafo: Filmes de Heroizinhos – Marvel (Parte 1)

Acho que cheguei a comentar mais de uma vez que daria um post e que um dia faria. Pois bem, esse dia chegou. Vou separar os filmes primeiramente em suas respectivas marcas de Gibi e, em seguida, na ordem cronológica de lançamento. Se não comentei a respeito do filme aqui, significa que não assisti ou simplesmente não me recordo dele para dar uma opinião coerente.

Eu ia inicialmente fazer um único post para literalmente todos os filmes, mas os rants contra a Marlel foram tantos que eu acabei tendo que quebrar em várias partes, sendo só os da editora em questão nesse primeiro post. Enfim, aí vai:

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