Que tipo de cultura de massa é essa?

Meu próximo post (que já está pronto) ia ser sobre um tuíte merda sobre como Naruto tem boa representação de certos personagens em relação a Dragon Ball, mas eu passei esse aqui na frente por causa de outro tuíte merda que um passarinho (bochechudo) me mostrou:

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Mangázinhos, pls come to Brazil!!!1111onze!!!

Sim, esse é, de fato, um post sem fundamento algum onde eu só falo merda  com uma pseudo-lista cheia de achismos ditos como se eu realmente manjasse para caralho do mercado editorial de mangá só para ver se atrai a atenção de algum leitor eventual desavisado — do mesmo jeito que já fiz outras vezes como quando falava de JoJo no Brasil. E sim, você provavelmente já deve ter visto essa mesma pauta em outros sites mais sérios sobre o assunto (e provavelmente com os mesmos mangás), mas que se foda. Continuar lendo “Mangázinhos, pls come to Brazil!!!1111onze!!!”

[PonyExpress] Hokutão pela JBC

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Hokutão pela JBC. Lembrando sempre que eu sempre falei que a chance de aparecer esse título por aqui era bem maior do que a de JoJo, seja por ser mais fácil para as editoras, seja para a relevância no mercado de mangás como um todo. Agora dá até para estudar um pouco a possibilidade da supracitada ser ao menos cogitada, visto que HNK pode servir como porta de entrada para o estilo, só analisar se repercute bem. Direto do túnel do tempo:

Não falarei nada de Jojo, é meio difícil o mangá vir pro Brasil, mesmo tendo material pra caramba a ser publicado. É mais fácil que apareça Hokuto no Ken. Tomara que apareça mesmo!

Ressaltando que acertei Toriko, Ao no Exorcist, e FMA em Tanko, além do Hokutão. Nenhum pela editora correta ou sequer no tempo que eu chutei, mas vieram.

Fico feliz que seja a JBC a responsável pelo título em questão. Panini é enganação. Dr. Slump acabou em 1980 e alguma coisa e Pokémon tem mais de cinquenta volumes, mas a babaca da editora os faz em periodicidade bimestral e vai demorar gazilhões de anos para fecharem a publicação. Sem falar na qualidade física dos produtos em questão, que é um horror também.

Se bem que parando para analisar, nem repercutiu com tanta intensidade quanto deveria, dado o fato que é um PUTA MANGAZÃO LENTRA A DO CARALHO. Afinal, não é o animezinho do momento.

Análise: Bleach

Eu acompanho Bleach desde 2006. Comecei a ler a série logo quando o mangá foi lançado no Brasil. Ou seja, foram dez anos acompanhando esse troço até seu derradeiro fim, que só consegui parar agora para conferir como ficou. Bleach, querendo ou não, acabou marcando a evolução do meu eu moleque retardado para o babaca raivoso que escreve neste singelo blog. É como se fôssemos decaindo juntos.

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PonyExpress – JoJo no Brasil… De novo.

Acabei me deparando com essa informação (o sentido da leitura é de baixo para cima) enquanto passeava pelas interwebs por aí. Como eu disse em maio – se não me engano – do ano passado, até acreditaria que JoJo viria, mas a longo prazo, principalmente por causa da questão do JoJonium. Só que essa foi a primeira disposição clara de qualquer editora de tentar trazer o título ao Brasil.

No entanto, eu queria colocar alguns pontos. O primeiro é o formato. Desacredito que seja a série inteira. JoJonium é muito mais prático. Isto é, como são menos volumes, a publicação, licenciamento, todo o processo seja mais fácil. Então, as três primeiras partes. A série inteira tem mais de cem volumes, JoJonium, por outro lado…

Ainda assim, é interessante de “por que JoJonium dá certo”. Basicamente por causa da galera do anime. Isto é, é puramente populismo por parte da editora lançar apenas o JoJonium, porque o público novo que conheceu a série pelo anime vai se preocupar apenas com o que foi adaptado em anime. Essa galera acredita mesmo que as três primeiras partes são as melhores. Ou seja, essa súbito interesse nada mais é por causa da inflação que a fanbase sofreu nos últimos anos por causa do desenho animado.

Além disso, pode ser só uma espécie de relações públicas. Simplesmente mudam o discurso um pouco para a fanbase sossegar o facho. No fim, a editora da Planet Manga simplesmente deu uma resposta estilo Marina Silva: “Nem sim, nem não. Muito pelo contrário”.

Só sei que a Aliança acaba se o mangá vier para o Brasil. É, não vai ter motivo para continuar com o lançamento oficial aí do lado. Então, tá aí a informação prévia para caso um dia isso aconteça e você vai acabar sabendo que o portal não “acabou do nada”.

Links Relacionados: [#NãoVaiTerJoJo] [Meus Mangazinhusss!!]

Atualização: Tá, eu quebrei a cara. Pode dar risada, mesmo que meu negativismo já tenha morrido de velho.

Meus Mangazinhusss!!

O primeiro mangá que comprei na vida foi Fullmetal Alchemist. Aquele, em meio tanko e publicado em 2006 ou 2007 pela JBC (eu cheguei a comprar o Electric Tales of Pikachu que a Conrad publicou em forma de gibi quando era moleque, mas esse não conta). Como Fullmetal era e ainda é minha série favorita (foi mal, JoJo), acabei comprando sem pestanejar. Na época, eu nem sabia dessa história de meio tanko e tanko inteiro e achava R$6,50 uma bagatela perto dos mangás a R$9,90 a Panini. É claro que eu sou de humanas e ignorei o fato de FMA ser quinzenal, ser menor e acabar custando R$13,00 por mês enquanto a Panini cobrava quase R$10,00, mas isso era detalhe. Continuar lendo “Meus Mangazinhusss!!”

Conheça os 10 Mandamentos do Dai-Otaku King

Se você acha que é o super-otaku comedor de cocotas, é porque não conhece o Dai-Otaku King, que equivale ao “Grande Rei do Otaku” (português não é uma língua que agrega algo ao status otaku). Com grande exclusividade para a coluna de artigos do Horny Pony, ele revelou os 10 mandamentos do Otaku nos eventos de desenho japonês, tipo o Anime Friends e o vindouro Ressaca Friends, agora no fim do ano: Continuar lendo “Conheça os 10 Mandamentos do Dai-Otaku King”

Por trás de um Scanlator

 Ou chame de "Nos Bastidores da Jojo's Bizarre Alliance"

Eu tive a ideia de fazer este post enquanto trabalhava feito um cão para lançar o pack de aniversário para a Jojo’s Bizarre Alliance. Eu parei pra pensar quando foi que eu me meti nessa de editar mangá e imaginei que seria interessante descrever o processo – embora que óbvio – de um scan. Enfim, vamos lá. Continuar lendo “Por trás de um Scanlator”